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Pecuária

Trouw Nutrition leva nutrição de precisão na Expobur, encontro de pecuaristas em Buritis (RO)

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Reprodução

 

Com um rebanho que ultrapassa 18 milhões de cabeças, Rondônia apresenta um dos crescimentos mais consistentes na região Norte, além disso, a pecuária de Buritis é um dos fatores contribuintes para o bom desempenho, já que trata-se de uma das principais áreas de produção de carne bovina no estado, com um rebanho estimado em 654 mil bovinos. Ciente desta importância, a Bigsal, marca de soluções nutricionais da Trouw Nutrition, participa da 7ª Exposição Agropecuária de Buritis (Expobur), em Buritis (RO), entre os dias 3 e 7 de julho, com sua ampla gama de tecnologias em nutrição animal e um time técnico especializado para auxiliar os produtores presentes quanto a melhor tomada de decisão.

“Todas as soluções são indicadas para a suplementação de bovinos na fase de recria e engorda, pensada em estratégias específicas e que precisem de suplementação mineral com nitrogênio, como é o caso do Cromo Converte. Outro destaque é o mineral de alto desempenho, o Big Cromo Cria, além da suplementação mineral proteica, o Big Proteico 40%”, destaca Marcos Sonohata, gerente nacional de vendas da Bigsal | Trouw Nutrition.

O gerente conta que produzir carne de qualidade deve ser o principal objetivo de qualquer fazenda, e isso é algo que a região faz muito bem. “A qualidade da carne local é reconhecida no mercado nacional e internacional, o que contribui significativamente para a economia regional. Para alcançar a mantença dessa qualidade, é crucial que o pecuarista siga investindo em boas práticas de manejo e técnicas de melhoramento genético que aumentem a produtividade e a qualidade do rebanho. Além disso, é importante que se mantenham informados quanto às novas tecnologias que surgem”, afirma Marcos.

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Os benefícios da produtividade e do avanço na pecuária local não se estendem apenas à geração de alimentos, mas também à criação de oportunidades de empregos diretos e indiretos, principalmente para os moradores da região. Trabalhadores de fazendas, como vaqueiros, tratadores de animais e gerentes, encontram na pecuária uma fonte de sustento e desenvolvimento profissional. Além disso, a cadeia produtiva da carne envolve o serviço imprescindível de transportadores, comerciantes, frigoríficos e outros setores, criando um efeito econômico multiplicador.

“Estar inserido em um setor que impulsiona a economia local e os investimentos na região é fundamental para o que buscamos: alimentar o futuro. É com o nosso portfólio e tecnologias que vamos em busca de contribuir com isso. Nessa oportunidade, colocaremos à disposição de pecuaristas locais uma linha completa de minerais, proteinados, rações, concentrados e núcleos, com o oferecimento do melhor pacote tecnológico disponível em nutrição animal. Isso permite que nossos clientes obtenham um resultado satisfatório em ganho de peso com a cria, com excelente manutenção do escore corporal, e com obtenção de um grande número de bezerros com bom peso ao nascer ”, detalha Miguel Barros, gerente regional de vendas da empresa.

Trouw Nutrition na Expobur

Evento: 7ª Exposição Agropecuária de Buritis (Expobur)

Data: 3 a 7 de julho

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Local: Parque de Exposições Mauro Roberto – Buritis (RO)

Anna Miranda – Texto Comunicação Corporativa

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Pecuária

Conhecido como ‘peste-negra’, espécie é temida na África

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Foto: Duncan McNab/Unsplash

 

Os búfalos são grandes mamíferos bovídeos que habitam diferentes regiões do mundo, dividindo-se principalmente entre a África subsaariana, Índia e Tailândia, onde é domesticado para trabalho e produção de leite.

Conhecido como “Peste Negra”, o búfalo-do-cabo é um dos animais mais perigosos do continente africano, sendo responsável por aproximadamente 200 mortes humanas por ano. Também conhecido como búfalo-africano, esse animal é um dos “Cinco Grandes” da fauna africana, temidos por caçadores devido à sua força e imprevisibilidade.

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Em agosto de 2025, o americano Asher Watkins, de 52 anos, famoso por caçar animais de grande porte, morreu atingido por um búfalo em Limpopo, África do Sul. Ele morava no Texas e era dono do Watkins Ranch Group, empresa especializada na venda de propriedades rurais de alto padrão.

Watkins estava acompanhado por um caçador profissional e um rastreador, perseguindo um búfalo de aproximadamente 1,3 tonelada em uma área de mata fechada. De forma inesperada, o animal saiu do seu esconderijo e avançou a cerca de 56 km/h, atingindo Watkins de maneira fatal.

O búfalo-do-cabo pode pesar entre 500 e 900 kg, com corpo robusto, pelagem escura e chifres largos e curvados que se unem na base formando um escudo ósseo chamado “boss” (“chefe”, em português).

Esse búfalo vive em savanas, florestas e pântanos, formando manadas hierárquicas lideradas por fêmeas. Além disso, o búfalo-do-cabo é conhecido por sua resistência e por atacar mesmo após ser ferido. Sua dieta é composta principalmente por gramíneas, e sua presença é vital para o equilíbrio dos ecossistemas onde vive.

A espécie não está atualmente em perigo de extinção, apesar de enfrentar ameaças como a perda de habitat e doenças transmitidas pelo gado doméstico. Comum na África do Sul, a caça esportiva de animais – inclusive búfalos – é alvo de críticas de ambientalistas, que lutam pelo fim da prática.

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Com MSN

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Pecuária

Exigência europeia reacende debate sanitário

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A análise também aponta a existência de um componente político – Foto: Divulgação

A decisão europeia sobre a conformidade para exportação de proteínas animais colocou em debate a relação entre exigências regulatórias, rastreabilidade e competitividade no comércio internacional de alimentos. Segundo Maurício Palma Nogueira, sócio diretor da Athenagro, a exclusão do Brasil da lista da União Europeia de países com conformidade reconhecida não deve ser interpretada como um embargo imediato às carnes brasileiras.

A avaliação é que a medida está mais ligada à cobrança por comprovação documental do sistema produtivo do que à identificação de um risco sanitário comprovado. A União Europeia passou a exigir equivalência regulatória completa sobre o uso de antimicrobianos, incluindo controle veterinário, monitoramento e registros ao longo de toda a vida produtiva dos animais.

Nesse contexto, a rastreabilidade ganha peso central. O bloco europeu quer garantias de que os processos adotados nos países exportadores sejam equivalentes aos aplicados internamente, especialmente no controle de substâncias utilizadas na produção animal. O caso da monensina e de outros ionóforos passou a receber maior atenção justamente porque há questionamentos sobre a diferença entre o que a Europa permite em seu mercado interno e o nível de comprovação exigido de fornecedores externos.

A análise também aponta a existência de um componente político e comercial relevante. Produtores rurais europeus, especialmente franceses, têm pressionado por regras mais rígidas, em meio à preocupação com a competitividade das proteínas do Mercosul no mercado europeu. A discussão ocorre em paralelo ao avanço do acordo Mercosul–União Europeia, em um cenário no qual exigências sanitárias podem funcionar, na prática, como barreiras não tarifárias.

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Apesar da preocupação, o impacto econômico imediato tende a ser limitado para o Brasil. A União Europeia representa hoje uma fatia menor das exportações brasileiras de proteína animal na comparação com mercados como China, Estados Unidos, Oriente Médio e países do Sudeste Asiático. Assim, não há indicação de colapso comercial no curto prazo, embora o país precise contornar a restrição iminente, prevista para começar em setembro.

Agrolink – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Pecuária

Brucelose acende alerta no campo e reforça vacinação obrigatória de bovinos e bubalinos no Brasil

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Foto: Freepik

 

O Sindan reforçou o alerta aos produtores rurais sobre a importância da vacinação contra a brucelose durante o mês da saúde animal, período marcado pela intensificação das campanhas sanitárias em diversas regiões do país. A imunização de fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade é obrigatória no Brasil e, em muitos estados, deve ser realizada até o dia 31 de maio.

A brucelose, também conhecida como febre mediterrânea, é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Brucella e considerada uma das zoonoses de maior relevância para a pecuária mundial. Além de comprometer a saúde dos animais, a enfermidade também representa risco à saúde humana, podendo ser transmitida pelo contato direto com animais infectados ou pelo consumo de leite e derivados não pasteurizados.

Doença provoca prejuízos à pecuária

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Entre os principais impactos da brucelose na produção pecuária estão abortos, infertilidade, redução da eficiência reprodutiva e queda na produtividade dos rebanhos. Esses fatores geram prejuízos econômicos importantes para os produtores e afetam diretamente a competitividade do setor.

O controle sanitário é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente porque o país ocupa posição de destaque entre os maiores produtores e exportadores mundiais de carne bovina, suína e de frango. A manutenção desse protagonismo depende de programas rigorosos de defesa agropecuária, vacinação e monitoramento constante das doenças animais.

Segundo o Sindan, a saúde dos rebanhos está diretamente ligada à qualidade dos alimentos, à produtividade no campo e ao cumprimento das exigências sanitárias dos mercados internacionais.

Zoonoses preocupam autoridades sanitárias

A preocupação com a brucelose também envolve a saúde pública. Dados da OMS indicam que existem mais de 200 enfermidades zoonóticas conhecidas atualmente. Já a entidade HealthforAnimals aponta que cerca de 60% das doenças existentes no mundo são zoonoses.

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Diante desse cenário, especialistas reforçam que o combate à brucelose vai além da proteção dos rebanhos e se torna uma medida essencial para garantir a segurança alimentar da população.

Vacinação é principal ferramenta de controle

A vacinação obrigatória segue sendo uma das estratégias mais eficazes para reduzir a circulação da bactéria nos rebanhos brasileiros. A imunização precoce, realizada dentro da faixa etária recomendada, contribui para diminuir os índices da doença e fortalecer os programas de erradicação sanitária no país.

Além do cumprimento do calendário vacinal, técnicos e especialistas recomendam a adoção de boas práticas de manejo, acompanhamento veterinário contínuo e monitoramento sanitário permanente nas propriedades rurais.

A integração entre produtores, médicos-veterinários e órgãos de defesa agropecuária é apontada como fundamental para ampliar o controle da doença, reduzir os riscos de transmissão e preservar a sustentabilidade da pecuária brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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