Mato Grosso
Sine disponibiliza mais de 2 mil vagas de empregos nesta semana em Mato Grosso

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT) disponibiliza 2.093 vagas de trabalho nesta semana em Mato Grosso. As oportunidades abrangem diferentes níveis de escolaridade e áreas de atuação, com vagas para técnico em saúde bucal, auxiliar de logística, auxiliar administrativo, instalador de película solar (insulfilm), borracheiro, mecânicos de veículos automotores e técnico em engenharia civil, entre outras profissões.
Em Cuiabá e Várzea Grande estão sendo ofertadas 255 vagas para o público em geral. Dentre elas, destacam-se 59 vagas para auxiliar de linha de produção, 38 vagas para servente de obras, 14 vagas para operador de vendas (lojas), 13 vagas para pedreiro, 11 vagas para auxiliar de estoque, 11 vagas para jardineiro, seis vagas para consultor de vendas, cinco vagas para mecânico de manutenção de aparelhos de refrigeração, cinco vagas para oficial de manutenção civil e três vagas para técnico de telecomunicações.
Também há duas vagas para caseiro, duas vagas para encanador, duas vagas para ajudante de carga e descarga de mercadoria, uma vaga para auxiliar de expedição, uma vaga para técnico de engenharia civil, uma vaga para instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança, uma vaga para instalador de película solar (insulfilm) e uma vaga para costureira de máquinas industriais.
Para pessoas com deficiência (PCD), os municípios de Cuiabá e Várzea Grande concentram 19 vagas, sendo seis vagas para auxiliar de estoque, cinco para auxiliar de linha de produção, duas vagas para auxiliar administrativo, duas vagas para auxiliar de limpeza, uma vaga para auxiliar de cobrança, uma vaga para auxiliar de logística, uma vaga para frentista e uma vaga para lubrificador de automóveis.
No município de Primavera do Leste, estão disponíveis 252 vagas, entre elas: 105 vagas para auxiliar de linha de produção, 20 vagas para trabalhador da avicultura de postura, 13 vagas para operador de empilhadeira, 10 vagas para vendedor porta a porta, 10 vagas para ajudante de motorista, oito vagas para auxiliar de operação, quatro vagas para condutor de ambulância, quatro vagas para motorista de caminhão, três vagas para operador de máquinas de mineração, duas vagas para técnico em saúde bucal, duas vagas para soldador, duas vagas para representante técnico de vendas, duas vagas para assistente administrativo, uma vaga para aplicador agrícola, uma vaga para conferente de logística e uma vaga para borracheiro.
Em Cáceres são 179 oportunidades na semana, como 33 vagas para operador de máquinas agrícolas, 20 para motorista de caminhão, 20 para trabalhador agropecuário em geral, 18 para vendedor de serviços, 16 para auxiliar de linha de produção, sete para mecânicos de veículos automotores, três para operador de máquinas de construção civil e mineração, duas para auxiliar de cozinha, uma para torneiro mecânico, uma para camareira de hotel e uma vaga para barman.
A lista completa e detalhada das vagas ofertadas pela Rede Sine pode ser acessada diariamente pelo Portal Emprega Brasil. As oportunidades são atualizadas de forma contínua, com novos cadastros realizados ao longo do dia.
Atendimento
Além da intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza a habilitação do seguro-desemprego e oferece orientação sobre o uso da Carteira de Trabalho Digital. Os interessados devem comparecer às unidades portando documentos pessoais e verificar a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.
Na região metropolitana, o atendimento nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I ocorre das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Já o Sine instalado no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping funciona das 10h às 17h30.
As oportunidades disponíveis nos municípios de Mato Grosso também podem ser consultadas no documento em anexo.
Layse Ávila | Setasc-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
FIT Pantanal 2026 amplia oportunidades de negócios para artesãos e agricultores familiares de Mato Grosso

Tonico Pinheiro/Secom-MT
A FIT Pantanal 2026 ampliou oportunidades de negócios para artesãos e produtores da agricultura familiar de Mato Grosso. Entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá, a feira reuniu expositores de diferentes regiões do Estado e evidenciou como o setor movimenta a economia, fortalece pequenos empreendimentos e gera renda para milhares de famílias.
A participação dos artesãos contou com a curadoria e organização da coordenadoria de artesanato da adjunta de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). Já o espaço dedicado à agricultura familiar foi coordenado pela Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), responsáveis pela mobilização de expositores da Feira da Agricultura Familiar e Turismo Rural (Featur), ampliando a presença de produtores de diferentes regiões do Estado no evento.
Para a artesã Liliane Coury, de Chapada dos Guimarães, cultura, turismo e identidade caminham juntos. Natural de Manaus e moradora de Chapada por escolha, ela produz joias em vidro pigmentado artesanalmente inspiradas na fauna e na flora de Mato Grosso e da Amazônia.
“Eu acredito que cultura, turismo e identidade estão diretamente ligados. Tudo aquilo que nos torna diferentes de outros povos é justamente o que temos de melhor para mostrar. O turismo apresenta aquilo que já faz parte da nossa história. No caso do artesanato, ele conta uma história, revela a nossa identidade e o nosso contexto social. É isso que nos diferencia enquanto Estado e que nos torna únicos para quem nos visita”, afirma.
A fala da artesã resume uma das propostas da FIT Pantanal: valorizar aquilo que é produzido localmente e conectar visitantes às histórias, saberes e tradições do Estado. Para muitos expositores, essa aproximação também se traduziu em bons resultados de vendas.
Foi o caso da artesã Adeleine Dias, de Poconé. Com peças inspiradas no Pantanal e produzidas por meio da técnica de bordado em pontilhismo, ela afirma que as vendas superaram todas as expectativas durante os cinco dias de feira.
“Foi um sucesso. A expectativa foi superada. Eu realmente não esperava um resultado tão positivo. Foi extraordinário. Volto para casa muito feliz depois dessa experiência. Meus artesanatos têm uma ligação muito forte com o Pantanal. Trabalho com bordados, principalmente o pontilhismo, uma técnica que poucas pessoas conhecem. Muitos turistas passaram pelo estande, admiraram o trabalho e compraram as peças. Vieram pessoas de várias cidades e, no fim, fiquei praticamente sem mercadoria”, relata.
Além do artesanato, a agricultura familiar também encontrou na FIT Pantanal uma vitrine para ampliar mercados, divulgar produtos e fortalecer a renda das famílias produtoras. Produtora de queijos em São José do Rio Claro, Leila Rogovski destacou a diferença entre comercializar seus produtos em uma cidade do interior e participar de um evento que recebeu milhares de visitantes ao longo de cinco dias.
“A experiência aqui é muito diferente da minha cidade, porque lá é uma cidade pequena. O que a gente vende aqui nos cinco dias de feira, lá a gente demora um mês para vender. A diferença é enorme. Tem muito movimento, muita gente dando opinião sobre os produtos, falando o quanto é diferente e gostoso. Isso é muito importante para a gente”, conta.
Representando a Associação Mulheres Produtivas do Assentamento Jonas Pinheiro, de Sorriso, Margarida Fortunato levou para a feira produtos elaborados pelas mulheres da comunidade, como doces, amendoins, bolachas e outros alimentos produzidos na cozinha comunitária do assentamento.
Segundo ela, participar de eventos como a FIT Pantanal é uma oportunidade de apresentar a qualidade da produção local a novos públicos e ampliar a visibilidade do trabalho realizado pelas famílias do assentamento.
“Quando trazemos nossos produtos para uma feira como esta, as pessoas conhecem o que produzimos. Nós temos os rótulos dos produtos, então quem compra já sabe onde nos encontrar depois. Isso é muito importante porque ajuda a divulgar o nosso trabalho. Quando o turista visita Sorriso e conhece os nossos produtos, ele leva um pouco da nossa história e daquilo que produzimos no assentamento. Isso fortalece a associação e cria oportunidades para que mais pessoas conheçam o nosso trabalho”, destaca.
Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, os resultados alcançados durante a FIT Pantanal 2026 demonstram a capacidade do evento de promover os destinos, a cultura e a produção mato-grossense, além de impulsionar diferentes setores da economia. Segundo ela, a feira consolidou mais uma vez seu papel como principal vitrine do turismo estadual.
“A FIT Pantanal reúne tudo o que Mato Grosso tem de melhor. Temos gastronomia, agricultura familiar, cultura e inúmeros atrativos turísticos sendo apresentados ao público. É uma oportunidade para que as pessoas conheçam essas potencialidades, escolham destinos e realizem o turismo de forma responsável, contribuindo para o desenvolvimento econômico do nosso Estado. Recebemos aproximadamente 100 mil pessoas, que era o público esperado, e conseguimos entregar um evento que promoveu Mato Grosso para moradores, visitantes de outras regiões do país e também para turistas internacionais”, afirmou.
Yasmim Di Berti | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mato Grosso inicia vazio sanitário da soja e Fundação Rio Verde reforça o controle de pragas

Divulgação
Teve início nesta segunda-feira (8) o período de vazio sanitário da soja em Mato Grosso, uma das principais estratégias fitossanitárias adotadas para proteger as lavouras, reduzir a incidência de doenças e garantir a sustentabilidade da produção agrícola no Estado, maior produtor de soja do Brasil.
Durante o período, que segue até o início da próxima safra, fica proibida a presença de plantas vivas de soja nas propriedades rurais. A medida tem como principal objetivo interromper o ciclo de sobrevivência e multiplicação de pragas e patógenos, especialmente da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais agressivas da cultura e responsável por grandes prejuízos econômicos aos produtores.
“A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que necessita de plantas vivas de soja para sobreviver e se reproduzir. Ao eliminar a presença da cultura durante o vazio sanitário, há a redução significativamente da doença no ambiente, e contribui para uma produção mais eficiente e sustentável”, explica a pesquisadora da Fundação Rio Verde, Luana Belufi.
isadora, é que além do controle fitossanitário, o período representa uma importante fase de descanso e preparação das áreas agrícolas. Sem a presença da cultura, o solo tem a oportunidade de passar por manejos que favorecem sua conservação, como correção da fertilidade, planejamento de práticas de cobertura vegetal, controle de plantas daninhas e ações voltadas à melhoria da estrutura física e biológica do terreno.
“O vazio sanitário deve ser encarado pelos produtores não apenas como uma obrigação legal, mas como uma ferramenta técnica essencial para a construção de uma safra mais produtiva e sustentável, por isso orientamos para que o período seja aproveitado para a realização de análises de solo, planejamento nutricional das áreas, manutenção de máquinas e equipamentos, além de práticas que contribuam para a preservação da qualidade física, química e biológica do solo” declara Luana.
O cumprimento da medida é obrigatório para todos os produtores rurais que cultivam soja em Mato Grosso. A fiscalização é realizada pelos órgãos de defesa agropecuária, e a manutenção de plantas vivas de soja durante o período pode resultar em autuações e penalidades previstas na legislação estadual.
A participação dos produtores é considerada essencial para o sucesso da estratégia. Quando adotado de forma coletiva, o vazio sanitário fortalece a proteção das lavouras em todo o Estado.
Fundação Rio Verde
Os estudos desenvolvidos pela Fundação de Pesquisa Rio Verde representam a construção de soluções adaptadas à realidade mato-grossense.
Para mais informações entre em contato com a Fundação Rio Verde de segunda à sexta-feira, das 7:30 às 11:30 e das 13:00 às 17:30, pelos telefones (65) 9 9995-7407 e (65) 9 9997-3597.
Fundação Rio Verde está localizada na Rodovia da Mudança – MT449, km 08 em Lucas do Rio Verde – MT.
com Assessoria/Verbo Press
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Projeto que prevê extinção de cargos na Prefeitura de Lucas do Rio Verde é retirado de pauta para nova análise

Foto: CenarioMT
A Câmara Municipal de Lucas do Rio Verde retirou de pauta o Projeto de Lei Complementar Substitutivo nº 03, que propõe a extinção de diversos cargos efetivos da administração pública municipal. A decisão foi anunciada durante a sessão legislativa e ocorreu após debates entre vereadores, manifestações de sindicatos e o encaminhamento de informações pelo Ministério Público, que recomendou uma análise mais aprofundada da matéria.
Segundo o presidente da Câmara, Airton Callai, a medida busca garantir que todas as dúvidas relacionadas ao projeto sejam esclarecidas antes da votação.
“O objetivo é que os vereadores possam analisar o projeto com tranquilidade e que os servidores compreendam exatamente o que está sendo proposto. É importante destacar que a extinção dos cargos não significa demissão dos servidores que já ocupam essas funções. Os direitos permanecem preservados e o que deixa de existir é a possibilidade de novos concursos para esses cargos”, explicou.
Debate envolve impacto administrativo e previdenciário
O projeto tem provocado discussões desde o ano passado e voltou a mobilizar o Legislativo, sindicatos e servidores públicos. Entre os pontos que geram preocupação estão os reflexos da proposta na estrutura administrativa do município, na arrecadação tributária, na qualidade dos serviços públicos e na sustentabilidade do sistema previdenciário municipal.
O vereador Jackson Lopes afirmou que a decisão de retirar o texto da pauta foi tomada após o recebimento de informações complementares encaminhadas pelo Ministério Público.
“Recebemos uma série de documentos que trazem elementos técnicos sobre a matéria. Entendemos que seria prudente suspender a votação para aprofundar as discussões com o Executivo e avaliar possíveis ajustes no projeto”, disse.
Para a vereadora Nadir Santana, a proposta promove mudanças estruturais significativas e exige cautela por parte do Legislativo.
“Estamos falando de uma reorganização profunda da administração pública. São decisões que podem impactar o município pelos próximos 20 ou 30 anos. Precisamos compreender com clareza quais serão os efeitos dessa mudança para os serviços públicos, para os servidores e para a arrecadação municipal diante da reforma tributária”, destacou.
Questionamentos sobre terceirização
Entre os cargos incluídos na proposta estão funções ligadas ao apoio administrativo, transporte, alimentação escolar e manutenção de serviços públicos.
O vereador Hélio Kaminski manifestou preocupação com a possibilidade de ampliação da terceirização dessas atividades. Segundo ele, algumas funções exercidas por servidores efetivos possuem relação direta com a população e exigem continuidade no atendimento.
“Existem cargos que criam vínculos importantes com a comunidade, como motoristas do transporte escolar, motoristas de ambulância e profissionais que atuam diretamente nas escolas. São funções que merecem uma análise muito cuidadosa antes de qualquer decisão”, argumentou.
Sindicatos defendem ampliação do debate
Representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep) e do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Lucas do Rio Verde (Sinserpm) também defenderam o adiamento da votação.
Presidente do núcleo local do Sintep, Ericksen Carpes afirmou que a entidade protocolou pedido para retirada da matéria ainda no mês de maio. Segundo ele, há dúvidas sobre a legalidade da extinção de determinados cargos e sobre os impactos futuros para a Previdência Municipal.
“A preocupação é entender como ficará a sustentabilidade do sistema previdenciário e garantir que a população continue recebendo serviços públicos de qualidade. São questões que precisam ser respondidas antes de qualquer votação”, afirmou.
Já a presidente do Sinserpm, Karime Souto, destacou que os servidores atualmente ocupantes dos cargos não correm risco de exoneração em razão da proposta.
“Os direitos dos servidores efetivos permanecem garantidos. Nossa preocupação está relacionada ao futuro da estrutura administrativa, à valorização do concurso público e aos impactos que essa mudança pode trazer para os serviços prestados à população”, explicou.
Nova rodada de discussões
Com a retirada de pauta, a expectativa é que vereadores, representantes do Executivo, sindicatos e demais envolvidos realizem novas reuniões para aprofundar a análise do projeto.
A proposta permanece em tramitação na Câmara Municipal e poderá voltar à pauta após a conclusão das discussões técnicas e jurídicas consideradas necessárias pelos parlamentares.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Meio Ambiente7 dias atrásJunho terá frio e mais chuva no Paraná
-

Notícias6 dias atrásMaçã no Brasil – Especialistas debatem cenário da safra e desafios da cultura
-

SOJA7 dias atrásChuvas favorecem soja 2026 em Roraima, mas El Niño preocupa
-

Pecuária6 dias atrásChina reconhece território brasileiro como livre da febre aftosa
-

Pecuária6 dias atrásCampanha de Atualização de Rebanhos chega a 47,7% das propriedades
-

Meio Ambiente5 dias atrásVirada no tempo confirmada: formação de ciclone traz mudanças
-

Notícias6 dias atrásVozes da Pecuária inicia ação territorial com foco em subsidiar políticas públicas com as demandas do pecuarista
-

Pecuária5 dias atrásBoi de Mato Grosso reage mais que em São Paulo e arroba bate R$ 340 em Lucas do Rio Verde, Cáceres e Tangará






































