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Agricultura

Enfrute 2024 – Companhia apresenta linha robusta de tecnologias para enfrentamento de entraves climáticos, mais produtividade e rentabilidade ao produtor

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Bioestímulo e controle de pragas e doenças em maçã e uva são temas da 18ª edição do evento catarinense – Divulgação

 

A Sipcam Nichino Brasil será destaque da 18ª edição do Enfrute 2024 – Encontro Nacional Sobre Fruticultura e Clima Temperado. O evento, que ocorre na catarinense Fraiburgo, nos dias 23 e 24 de julho de 2024, reúne produtores, consultores, pesquisadores e desenvolvedores de tecnologias para a produção frutícola. Na ocasião, a companhia, com histórico de forte presença no mercado brasileiro de agroquímicos para HF, apresenta um portfólio robusto voltado à nutrição e ao controle de pragas e doenças das culturas de maçã e uva.

Há cerca de dois anos, a Sipcam Nichino introduziu no país uma plataforma de bioestimulantes, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Para a companhia, o ‘bioestímulo’ entrega aumento significativo em produtividade e sanidade da maçã e da uva.

“São soluções de última geração. Constatamos a potencialização do desenvolvimento das culturas, resultantes da maior capacidade fotossintética”, resume José de Freitas, engenheiro agrônomo, da área de desenvolvimento de mercado. “O uso correto traz melhor desenvolvimento vegetativo às culturas de maçã e uva, com plantas e frutos mais sadios e produtivos, mesmo diante de entraves climáticos aos sistemas de produção.”

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Pragas, doenças e investimentos

O controle de pragas e doenças também terá espaço destacado pela Sipcam Nichino no 18º Enfrute. A companhia difundirá no local informações relevantes sobre os fungicidas Academic®, Dodex®, Metiltiofan® e Zetanil® e o inseticida Trebon®. “Trata-se de um portfólio robusto, de amplo espectro de controle”, resume Freitas.

Conforme o agrônomo, as culturas de maçã e uva são consideradas estratégicas para o negócio da Sipcam Nichino Brasil. “A fruticultura da região Sul do país tem sido alvo de investimentos da companhia em pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas. O objetivo é auxiliar o produtor a enfrentar desafios climáticos e produzir mais e melhor”, conclui José de Freitas.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fernando Campos

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Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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