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Agricultura

Programa de interesse social na agricultura amplia participação de produtores rurais

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Reprodução

 

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, aprovou reajuste de 100% no valor do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS). O valor de 2022 que era de R$ 52 mil para aquisição de produtos da agricultura familiar, passou para R$ 104 mil.

O PPAIS é uma política pública do governo estadual que visa promover a inclusão de produtores da agricultura familiar no mercado de compras de públicas. Pela regra do programa, no mínimo 30% das verbas destinadas à compra de alimentos por secretarias e órgãos estaduais devem ser alocados para aquisição de produtos in natura ou processados.

Cada produtor poderá participar das vendas com um valor máximo de R$ 208 mil, dividido em duas categorias: R$ 104.000,00 para gêneros alimentícios, incluindo alimentos in natura ou manufaturados, e R$ 104.000,00 especificamente para a aquisição de leite.

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Criado em 2011, o programa é voltado aos agricultores familiares, assentados, quilombolas, indígenas e pescadores. Para participar, os produtores rurais devem comparecer às Casas da Agricultura e os assentados e quilombolas a qualquer escritório da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) e solicitar a Declaração de Conformidade ao PPAIS (DCONP).

De posse do documento, precisam ficar atentos à abertura das Chamadas Públicas para aquisição de produtos. Os editais são divulgados no Diário Oficial do Estado, em jornais de grande circulação local, regional ou estadual, na forma de murais em local público de ampla circulação e na internet – nos sites da CATI e do Itesp.

Ao priorizar a compra de produtos da agricultura familiar paulista, o PPAIS colabora para o fortalecimento da agricultura familiar, proporcionando uma fonte de renda mais estável e incentivando a produção de alimentos saudáveis e de qualidade. Possibilita que os produtores rurais tenham uma renda mais segura para investir em seus negócios, contribui para a valorização de produções locais e fortalece a cadeia produtiva de alimento.

Mario Teixeira

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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