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Agronegócio

Portos Paranaenses Registram Aumento Recorde de 49% nas Importações em Julho

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em

Reprodução

 

Em julho de 2024, os portos paranaenses movimentaram 2.227.392 toneladas em importações, marcando um expressivo aumento de 49% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram movimentadas 1.494.748 toneladas. O principal responsável por esse crescimento foi o setor de fertilizantes, cujo volume subiu de 623.831 toneladas em 2023 para 918.321 toneladas em 2024, um incremento de 47%.

Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná, atribui esse crescimento ao preço competitivo dos fertilizantes e à demanda aquecida no setor agropecuário. “O mercado robusto e os preços atrativos consolidaram o Paraná como a principal entrada de fertilizantes no Brasil”, afirmou Garcia.

Os contêineres ocuparam o segundo lugar em volume de importações, aumentando de 332.042 TEUs (medida para contêineres de 20 pés) para 444.546 TEUs, o que representa uma alta de 34%. Entre os itens importados, destacaram-se os eletroeletrônicos, produtos químicos e automotivos.

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Os derivados de petróleo ficaram em terceiro lugar no ranking de importação, com o volume subindo de 273.173 toneladas em 2023 para 465.085 toneladas em 2024, um crescimento de 70%.

Gabriel Vieira, diretor de Operações da Portos do Paraná, comentou que os números robustos de importação em julho refletem uma tendência observada ao longo do ano. De janeiro a julho de 2024, as importações subiram de 12.249.836 toneladas para 14.746.500 toneladas, uma alta de 20%. “Esperamos que a demanda por fertilizantes continue elevada devido à expectativa de uma boa safra no país, o que requer uma maior necessidade do produto pelos produtores”, destacou Vieira.

Recorde Semestral

Nos primeiros seis meses de 2024, os portos paranaenses atingiram a marca histórica de 33.780.236 toneladas movimentadas, um aumento de 9% em comparação ao mesmo período de 2023, quando foram registradas 30.898.006 toneladas. A importação foi o segmento que mais cresceu, com uma movimentação de 12.519.108 toneladas, superando em 16% o total registrado no primeiro semestre de 2023, que foi de 10.755.875 toneladas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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em

colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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