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Agricultura

A polarização Política e os desafios do Agronegócio Brasileiro

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Agro – Colheita da Soja em Mato Grosso – Fotos do Canva1 (1)

 

O agronegócio no Brasil enfrenta um cenário complexo, marcado pela polarização política e a gestão controversa do atual ministro da Agricultura, que tem raizes em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso. A crescente tensão política tem gerado incertezas para o setor, que é vital para a economia brasileira.

A gestão do ministro, que possui raízes no coração do agro mato-grossense, tem sido criticada por falta de liderança e decisões que, prejudicam o desenvolvimento do setor. Problemas como a ineficácia na implementação de políticas públicas, a ausência de diálogo com produtores e a falta de ações concretas para resolver questões logísticas e ambientais têm agravado a situação.

A polarização política no Brasil também afeta diretamente o agro. As divergências entre grupos com diferentes visões sobre questões ambientais, políticas agrícolas e relações internacionais criam um ambiente de instabilidade, dificultando a construção de consensos necessários para avançar em políticas estratégicas para o setor.

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Apesar de ser um dos principais motores da economia brasileira, o agronegócio enfrenta desafios que exigem uma gestão mais eficiente e menos polarizada. A falta de clareza nas políticas governamentais e as disputas internas ameaçam o potencial de crescimento do setor, que é fundamental para a geração de empregos e divisas no Brasil.

A pressão por resultados e a necessidade de adaptação a um cenário global cada vez mais exigente em termos de sustentabilidade e eficiência fazem com que o agronegócio precise de lideranças capazes de unir forças e implementar políticas que atendam tanto aos interesses dos produtores quanto às demandas ambientais e sociais.

Em resumo, a gestão do atual ministro da Agricultura e a polarização política no Brasil criam desafios adicionais para um setor que já enfrenta questões complexas como mudanças climáticas, barreiras comerciais e pressões por sustentabilidade. O futuro do agronegócio brasileiro depende de uma abordagem mais integrada e menos conflituosa, que priorize o diálogo e a eficiência na gestão das políticas públicas.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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