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Agronegócio

Em pista, o futuro da ovinocultura

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Campeonato Cabanheiro do Futuro ensina a crianças e adolescentes a participar de um julgamento de ovinos – Foto: Stéphany Franco/AgroEffective

 

Os ovinos são pequenos, de fácil manejo e cobertos de uma fofa camada de lã. Não à toa, eles estão entre os que mais atraem os olhares infantis na 47ª Expointer. Mas há crianças que, mais do que simpatia, têm intimidade com esses animais. É o que prova o Campeonato Cabanheiro do Futuro, realizado nesta quinta-feira, 29 de agosto, pela Comissão Jovem da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco).

Cerca de 20 crianças, filhas e netas de criadores, entraram em pista exibindo seus animais. Era um julgamento de brincadeira, mas os participantes levaram a sério, uma vez que a participação era uma forma de representar suas famílias. Dentre os participantes mais crescidos, Gregório Bonatto Menegatti, de 12 anos, revelou ser praticamente um profissional. “Já desfilei no julgamento da Expointer. Na terça-feira, eu puxei em pista três ovelhas minhas, que eu comprei”, contou, acrescentando que, futuramente, pretende seguir na ovinocultura.

Um dos mais jovens cabanheiros do futuro, João Francisco Ribeiro Marques, de 1 ano e seis meses, que fez sua passagem pela pista de ovinos acompanhado do avô, Luiz Walter Ribeiro. O criador ficou emocionado por compartilhar esse momento com o neto. “A gente é de uma família de criadores de ovelha de Livramento (RS). Sou da sexta geração, ele é da oitava. É uma satisfação”, comentou, tentando conter as lágrimas.

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Para o presidente da Arco, Edmundo Gressler, o campeonato – em que todos são considerados campeões – oferece um vislumbre sobre o futuro do segmento. “Um encontro como esse agora, o Cabanheiro do Futuro, expressa exatamente a nossa responsabilidade enquanto gestores das nossas instituições até o segmento da nossa propriedade. Hoje, a sucessão é um tema recorrente. Então um movimento como esse, maravilhoso, nos dá a ideia do compromisso e da visão de futuro que a instituição tem que ter. O compromisso de dar continuidade de todo um trabalho”, destacou.

Texto: Tatiana Py Dutra/AgroEffective

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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