Mato Grosso
Sine-MT disponibiliza mais de 3,7 mil oportunidades de trabalho nesta semana

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), divulgou 3.745 vagas de trabalho disponíveis para esta semana em Mato Grosso.
As oportunidades abrangem diversas áreas de atuação e estão distribuídas entre os 36 postos de atendimento do Sine, instalados em 32 municípios de Mato Grosso.
Em Cuiabá e Várzea Grande, são 598 empregos disponíveis em funções como auxiliar de linha de produção (72), operador de caixa (69), repositor de mercadorias (66), repositor em supermercados (30), auxiliar de limpeza (24), ajudante de obras (23), magarefe (20), desossador (20), açougueiro (15), pedreiro (15), vendedor interno (10), servente de obras (8), montador de máquinas (8), auxiliar de encanador (8), frentista (5), eletricista (3) e dentre outras.
Há também disponibilidade de 43 vagas exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCD), sendo 20 para auxiliar de limpeza, 5 para lubrificador de automóveis, frentista e operador de caixa; 4 para auxiliar administrativo, e 1 vaga para auxiliar de jardinagem, atendente de lojas, auxiliar de lavanderia e auxiliar de faturamento.
No interior, o município com maior quantidade de vagas é Juara com 434 oportunidades de trabalho, em ocupações como auxiliar de linha de produção (100), pedreiro (100), servente de obras (90), carpinteiro de obras (80), armador de estrutura de concreto (20), soldador de solda à forte (20), atendente de lanchonete (5), operador de caixa (5), auxiliar de cozinha (4), empacotador (4), forneiro de padaria (2), armazenista (1), babá (1), garçom (1), e recepcionista (1).
Na unidade de Barra do Garças, há 153 vagas de emprego disponíveis, nas funções de pedreiro (20), servente de obras (20), desossador (12), 26 operador de produção (14), consultor de vendas (10), encanador (10), retalhador de carne (8), ajudante de obras (7), encarregado de expedição (6), almoxarife (5), comprador (5), magarefe (4), montador (4), ajudante de açougueiro (3), operador de máquinas fixas (3), açougueiro (2), ajudante de motorista (2), atendente de lojas (2), confeiteiro (2), eletricista (2), empacotador, repositor de mercadorias (2), auxiliar administrativo (1), auxiliar de linha de produção (1), babá (1), chapa (1), empregado doméstico (1), estampador de placa de identificação veicular (1), oficial de serviços gerais na manutenção de edificações (1), e operador de estação de tratamento de água e efluentes (1).
Em Confresa, são 93 oportunidades, sendo 76 delas para auxiliar de linha de produção, 5 para pedreiro e servente de pedreiro, 3 para soldador, e 1 vaga para atendente balconista, controlador de pragas, lanterneiro de automóveis e torneiro mecânico.
A lista detalhada e completa das vagas ofertadas pela Rede Sine pode ser acessada diariamente utilizando o Portal Emprega Brasil.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente.
Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais, facilitando os trâmites do atendimento.
Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento é das 10h às 18h.
Para ter acesso completo a todas as oportunidades disponíveis nos municípios de Mato Grosso, acesse o documento em anexo.
*Com supervisão de Layse Ávila
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Brasil atinge menor taxa de desemprego da história e renda do trabalhador do campo aumenta

Foto: Divulgação
Os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registraram o maior crescimento do rendimento médio mensal real entre os grupamentos de atividade, com alta de 7,3% (o equivalente a mais de R$ 157) na comparação com o mesmo trimestre de 2024. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o impulso do setor, o rendimento real habitual de todos os trabalhos ( R$ 3.574 ) foi recorde, com altas de 1,8% no trimestre e de 4,5% no ano. Recorde também na massa de rendimento real habitual (R$ 363,7 bilhões), com alta de 2,5% (mais R$ 9,0 bilhões) no trimestre e de 5,8% (mais R$ 19,9 bilhões) no ano.
A pesquisa também mostrou que a taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,2% da força de trabalho, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. No período de setembro a novembro, a PNAD Contínua identificou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho.
Ao longo da série histórica, o maior contingente de desocupados foi registrado no trimestre encerrado em março de 2021, durante o auge da pandemia de covid-19, quando o número chegou a 14,979 milhões de pessoas.
Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os resultados refletem a força do setor agropecuário e o impacto positivo das políticas públicas adotadas pelo Governo do Brasil.
“Encerramos o ano com mais uma conquista significativa: mais brasileiros e brasileiras empregados, mais renda chegando às famílias do campo e da cidade e mais dignidade para quem vive da agricultura. Esse resultado é fruto do trabalho do Governo do Brasil, da retomada de políticas públicas responsáveis, que valorizam, respeitam e cuidam da nossa gente”, destacou o ministro.
MAPA
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
AGU pede que STF prorrogue suspensão de lei do MT sobre Moratória da Soja

Plantação de soja em Mato Grosso – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja prorrogada, por mais 120 dias, a suspensão da lei do Estado de Mato Grosso que proíbe a concessão de benefícios fiscais e de terrenos públicos a empresas que aderiram a acordos comerciais para a limitação da expansão agropecuária, como no caso da Moratória da Soja.
A Moratória da Soja é um acordo voluntário entre empresas do setor para não adquirir soja produzida em áreas da Amazônia desmatadas após julho de 2008. O objetivo é combater o avanço do desmatamento para a produção do grão no bioma amazônico.
A petição da AGU foi apresentada ao ministro Flávio Dino, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, na última terça-feira (30/12).
A decisão do ministro, referendada pelo plenário do STF, determinou que a Lei nº 12.709/2024, do Estado de Mato Grosso, volte a ter vigência a partir de 1º de janeiro de 2026.
Na manifestação, a AGU argumenta que a retirada de incentivos fiscais poderá levar empresas do setor a abandonar o acordo ambiental. Segundo a AGU, de acordo com nota técnica do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o esvaziamento da Moratória da Soja sem que, em paralelo, haja um desenho institucional adequado e ecologicamente responsável em sua substituição, poderá resultar em prejuízos imediatos ao meio-ambiente e ao desenvolvimento sustentável das regiões produtoras de soja e de óleo vegetal, em especial no bioma Amazônia.
A AGU defende ainda a instauração de fórum de discussão consensual entre empresas e setor público perante a Câmara de Promoção da Segurança Jurídica no Ambiente de Negócios da Advocacia-Geral da União (SEJAN/AGU). O pedido para a abertura do debate na Sejan foi formulado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
“Do ponto de vista técnico-institucional identificou-se a necessidade de as instituições públicas trabalharem a temática numa perspectiva ampla, não restrita a um acordo específico, mas sim num modelo geral vocacionado a guiar a forma e o modo de participação e acompanhamento pelo estado brasileiro de acordos privados voluntários que fixam parâmetros de sustentabilidade”, diz trecho da petição entregue ao STF.
Sobre a Sejan
A Sejan é um colegiado, criado pela AGU, para identificar situações de incerteza jurídica e propor soluções que incentivem os investimentos no país. O colegiado da Sejan conta com dois comitês temáticos, um para discutir assuntos tributários e outro para debater aspectos regulatórios. As instâncias contam com representantes da Advocacia-Geral da União, de entidades representativas de segmentos empresariais, dos trabalhadores, da sociedade civil, da Ordem dos Advogados do Brasil, das procuradorias estaduais e municipais, além de conselhos profissionais.
Além de identificar situações de incerteza jurídica e apontar soluções que estimulem o ambiente de negócios no país, a Câmara tem como atribuição promover um diálogo técnico sobre temas jurídicos relevantes para o ambiente de negócios brasileiro, bem como prevenir e reduzir a litigiosidade por meio do fomento à adoção de soluções autocompositivas e facilitar a articulação entre órgãos e entidades da administração pública federal e os setores econômicos.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
FICO em obras e Ferrogrão no radar: ferrovias entram no centro da nova logística do Brasil

Foto: Divulgação
O Brasil encerrou 2025 vivendo um dos momentos mais decisivos da sua história recente em infraestrutura ferroviária. Em meio a um ciclo recorde de investimentos públicos e privados, a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) avança em ritmo de obra e a Ferrogrão se consolida como o próximo grande projeto a sair do papel, reposicionando o Centro-Oeste no mapa logístico nacional e fortalecendo o escoamento da produção agrícola pelo Arco Norte.
Durante balanço apresentado na Voz do Brasil, o ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que o país atingiu uma máxima histórica de investimentos em ferrovias, impulsionada pela retomada de obras estruturantes, pela renovação de concessões e pela preparação de novos leilões. Segundo ele, o governo federal pretende intensificar esse movimento em 2026, com destaque para a concessão da Ferrogrão e outros projetos considerados fundamentais para o desenvolvimento econômico e logístico do país.
FICO conecta Goiás e Mato Grosso e integra o Centro-Oeste à Norte-Sul
A FICO é tratada pelo Ministério dos Transportes como uma das obras ferroviárias mais relevantes em execução no Brasil. O traçado liga Mara Rosa, no norte de Goiás, a Água Boa, no leste de Mato Grosso, em um percurso de aproximadamente 383 quilômetros. A ferrovia foi projetada em bitola larga, padrão que permite maior capacidade de carga e melhor integração com a Ferrovia Norte-Sul, formando um corredor contínuo de transporte até os portos do Norte e do Sudeste.
Além de reduzir custos logísticos, a FICO tem papel estratégico na diminuição da dependência do transporte rodoviário, especialmente em um território marcado por longas distâncias e alto fluxo de cargas agrícolas. O avanço das obras, que concentram milhares de trabalhadores, simboliza a retomada da política ferroviária e abre caminho para uma logística mais eficiente, sustentável e competitiva para produtores de Goiás e Mato Grosso.
Ferrogrão promete desafogar a BR-163 e acelerar o escoamento pelo Arco Norte
Considerada uma das concessões mais aguardadas do setor, a Ferrogrão deverá ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao distrito de Miritituba, em Itaituba, no Pará, ao longo de cerca de 933 quilômetros. O projeto foi concebido para atender principalmente o transporte de grãos, reduzindo a pressão sobre a BR-163, corredor essencial para o escoamento da safra mato-grossense e historicamente sobrecarregado em períodos de pico.
De acordo com o ministro, o governo trabalha para levar o projeto a leilão em 2026, inserindo a ferrovia em um pacote mais amplo de investimentos que inclui a EF-118 e o Anel Ferroviário de São Paulo. No caso da Ferrogrão, a expectativa é de que a operação ferroviária reduza significativamente os custos de frete, aumente a previsibilidade logística e fortaleça a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Retomada ferroviária sustenta maior ciclo de investimentos da história
Renan Filho destacou ainda que o país já ultrapassou R$ 240 bilhões em contratos de concessões rodoviárias e ferroviárias e deve alcançar cerca de R$ 400 bilhões até o fim do atual governo. Para ele, a expansão da malha ferroviária é essencial para corrigir distorções históricas da matriz de transportes e garantir ganhos estruturais de produtividade.
Com a FICO em plena execução e a Ferrogrão avançando para a fase de concessão, o governo aposta na ferrovia como motor do desenvolvimento regional e nacional. No Centro-Oeste, onde a produção cresce em ritmo acelerado, esses projetos deixam de ser apenas obras de infraestrutura e passam a representar uma mudança estrutural na forma como o Brasil produz, transporta e compete no cenário global.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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