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Agricultura

Cultivo de arroz em terras altas será debatido no norte de MT

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As projeções para a produção de arroz em Mato Grosso para a safra 2024/25 são de 474 mil toneladas, aumento de 40,4% no comparativo com o ciclo anterior. O cultivo do cereal em terras altas na região norte do estado, que já foi uma grande produtora, será tema de visitas técnicas e palestras entre os dias 4 e 6 de novembro em quatro municípios.

De acordo com dados da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), em termos de área a perspectiva é que sejam semeados 133,6 mil hectares, 39,3% a mais que na temporada 2023/24 no estado.

Com o tema “Diversidade e Inovação na Agricultura de Arroz de Terras Altas”, as visitas e palestras ocorrerão nos municípios de Sinop (4/11), Alta Floresta (4/11), Matupá (5/11) e em Sorriso (6/11).

O intuito é difundir mais informações sobre o cultivo de arroz em terras altas na região, e apresentar as atuais oportunidades de mercado que esta produção pode oferecer ao produtor rural.

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A ação contará com palestras de especialistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Arroz e Feijão.

Entre os especialistas da Embrapa Arroz e Feijão estarão presentes Rodrigo Sérgio e Silva, que abordará sobre o cultivo de arroz em terras altas enquanto oportunidade para sistemas produtivos. O pesquisador melhorista de arroz de terras altas, Adriano Castro, que destacará sobre o trabalho na área da genética e o programa de melhoramento das cultivares de arroz de terras altas que estão no portfólio da Embrapa.

Além do pesquisador de fitotecnia da Embrapa Arroz e Feijão, Mabio Chrisley Lacerda, que falará sobre o manejo das cultivares de arroz de terras altas que a Embrapa apresenta ao mercado.

As visitas técnicas e as palestras são gratuitas e uma realização da Embrapa e LC Sementes e contam com o apoio do Clube Amigos da Terra, Sementes Luiza, Planeta Agrícola e Terra Fértil.

Confira a programação:

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Dia 04/11 – Sinop

07h30 – palestra – Casa do Adubo
Rua João Pedro Moreira de Carvalho, 1280 – Setor Industrial

Dia 04/11 Alta Floresta

19h30 – palestra – Sindicato Rural de Alta Floresta
Avenida Paulo Pires Pereira, 576 – Bairro Setor G

Dia 05/11 – Matupá

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10 horas – Visita técnica
19h30 – Palestras – Restaurante Alvorada
Avenida Sebastião Alves Júnior, 523 – Bairro Zona Industrial

Dia 06/11 – Sorriso

11h30 – Visita técnica
19h30 – Palestra no Sindicato Rural de Sorriso
Avenida Luiz Amadeu Lodi, 1415 – Bairro Bom Jesus.

canalrural

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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