SOJA
SC: plantio da soja atinge mais de 40% em Mafra

soja
O plantio da safra de soja 2024/25 em Mafra, no Planalto Médio de Santa Catarina, tem avançado nos últimos dias, beneficiado pelo tempo mais firme na região. Até a última sexta-feira (1º), cerca de 40% da área estimada de 10 mil hectares havia sido semeada, conforme informou a Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia).
Segundo o departamento técnico da Copérdia, a última chuva registrada na região ocorreu em 26 de outubro, mas as previsões indicam que novas precipitações devem ocorrer ainda nesta semana. Com isso, a expectativa é que as condições climáticas se mantenham favoráveis para o andamento da lavoura.
A cooperativa projeta uma produtividade média de 4.020 quilos por hectare para a safra de soja 2024/25 em Mafra, um aumento em relação aos 3.600 quilos por hectare registrados na temporada passada, que foi prejudicada pela estiagem na região.
Em relação à área plantada, o levantamento da Safras & Mercado indica que a safra de soja de 2024/25 em Santa Catarina deve ocupar 830 mil hectares, um crescimento de 2,5% em comparação aos 810 mil hectares cultivados na safra anterior.
Até a última sexta-feira (1º), o plantio no estado atingia 30% da área prevista, um avanço considerável em relação aos 7% registrados na semana anterior e aos 23% do mesmo período do ano passado. A média histórica para o plantio nesta data nos últimos cinco anos é de 22,4%.
A produção estimada para a safra de soja 2023/24 é de 3,171 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 5,8% em relação ao número de 2,998 milhões de toneladas colhidas na temporada passada. O rendimento médio das lavouras também deve ser superior, alcançando 3.840 quilos por hectare, contra 3.720 quilos por hectare na safra anterior.
Gabriel Almeida/Agência Safras
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
SOJA
Esmagamento de soja em Mato Grosso cresce 2% e tendência é de alta em 2026, diz instituto

foto: arquivo/assessoria
Mato Grosso esmagou, em dezembro, 1,10 milhão de toneladas de soja, alta de 9,02% frente a dezembro de 2024. O acumulado de esmagamento em 2025 cresceu 2,58% ante o ano anterior e ficou 15,44% acima da média dos últimos cinco anos, totalizando 13,01 milhões de toneladas processadas. Para este ano, o IMEA projeta que o esmagamento de soja continue em alta, alcançando 13,24 milhões de toneladas.
Esse avanço foi impulsionado, principalmente, pela ampliação da capacidade de esmagamento das indústrias no estado, que cresceu 4,21% em relação a 2024. Além disso, a maior demanda por óleo de soja em Mato Grosso, decorrente do aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel para 15% em agosto passado também contribuiu para o resultado. Quanto à margem bruta de esmagamento, em 2025 ficou em média a R$ 549,53/toneladas, alta de 31,88% frente a 2024, sustentada pela valorização do óleo de soja, que aumentou 27,37% no comparativo anual.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
SOJA
Sojicultores de MT têm até 15 de fevereiro para cadastrar área no Indea

Na safra 2024/2025, foram cadastradas no Indea 16.319 unidades de produção de soja – Foto por: Cleverson Rodrigues- FEDAF – Eng. Agrônomo – ULE de Nova Bandeirantes
Os sojicultores de Mato Grosso têm até 15 de fevereiro para realizar o cadastramento das unidades de produção no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea). O cadastro é obrigatório, podendo ser realizado pela internet por meio do Sistema de Defesa Sanitária Vegetal (Sisdev). Outra opção para fazer o cadastramento é o produtor de soja ir pessoalmente até uma das 141 unidades do Indea ou contar com apoio das unidades via WhatsApp.
Para o cadastramento, é preciso informar o total de área plantada, localização geográfica, a variedade cultivada, dentre outras informações. Quem não se cadastrar, dentro do prazo legal, fica sujeito à aplicação de multa de 10 Unidades Padrão Fiscal (UPFs), cujo valor em janeiro está R$ 2.543,60.
Na safra 2024/2025, foram cadastradas 16.319 unidades de produção de soja, o que corresponde a 8.993 produtores de soja que totalizaram mais de 11,3 milhões de hectares de área plantada. Esses dados são publicamente disponibilizados ao cidadão por meio do link “Áreas de Plantio por Safra”.
Até a presente data (26/01) já se encontram cadastradas junto ao Indea um total de 8.175 Unidades de Produção, o que corresponde a aproximadamente sete milhões de hectares já declarados por 4.697 sojicultores.
Luciana Cury | Indea
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
SOJA
Soja 2025/26: início da colheita confirma otimismo, mas vendas seguem lentas

Foto: Pixabay
A temporada 2025/26 de soja já teve início nas lavouras do norte de Mato Grosso e oeste do Paraná, com as primeiras áreas colhidas nas últimas semanas. Segundo dados divulgados pelo Cepea, o desempenho inicial da safra é positivo, impulsionado por condições climáticas amplamente favoráveis nas principais regiões produtoras do país.
Esse cenário reforça a expectativa de uma produção recorde, à medida que o clima continua colaborando para o desenvolvimento das lavouras. Mesmo com o avanço da colheita e projeções otimistas, o ritmo das negociações no mercado doméstico permanece fraco.
De acordo com o Cepea, muitos produtores estão fora do mercado spot neste início de ano, aguardando melhores condições para comercialização. Essa postura tem limitado a liquidez e contribuído para a pressão de baixa nas cotações da oleaginosa.
Enquanto o mercado interno caminha lentamente, o desempenho nas exportações segue aquecido. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que o Brasil embarcou 3,38 milhões de toneladas de soja em dezembro de 2025, um crescimento de 59,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
A China se manteve como principal destino, com 2,6 milhões de toneladas adquiridas no último mês do ano — volume 83,8% maior que o registrado em dezembro de 2024. A forte demanda chinesa explica boa parte da elevação nos embarques brasileiros no período.
Com esse impulso, o país encerrou 2025 com exportações acumuladas de 108,18 milhões de toneladas, superando as projeções da Conab para o ano, que indicavam 106,97 milhões de toneladas. Nos próximos meses, o foco do setor estará voltado à evolução da colheita nas demais regiões e à reação dos preços internos.
AGROLINK – Aline Merladete
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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