Mato Grosso
Programa Mais MT Muxirum encerra 2024 com avanços na alfabetização de adultos em Aripuanã

Assessoria
A Secretaria Municipal de Educação de Aripuanã, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), concluiu em dezembro de 2024 mais uma edição do Programa de Alfabetização de Adultos Mais MT Muxirum, consolidando avanços no combate ao analfabetismo no município.
Ao longo do ano, o programa funcionou com sete turmas, sendo duas no distrito de Conselvan, na Escola Estadual Dom Franco Dalla Valle, e cinco na sede do município, distribuídas nas escolas Maria Luiza do Nascimento Silva, Vilma Calvi Battisti, São José Operário e São Francisco de Assis.
As turmas foram conduzidas por alfabetizadoras comprometidas: Aparecida Matias Monteiro, Ana Gabriela Sá Will, Claudete de Oliveira Martins Neckel, Flaviana de Oliveira Carvalho, Maria das Dores Gomes de Souza, Simone Saldanha de Jesus e Terezinha Nascimento da Silva.
Com início em junho, o programa matriculou 75 alunos, dos quais 51 permaneceram até o final, mostrando um engajamento significativo para um programa desse porte.
A coordenadora do programa em Aripuanã, Professora Silvia Esteves Grapiuna, destacou a importância da parceria entre a gestão municipal e estadual na viabilização do projeto. “O programa Mais MT Muxirum oferece uma contribuição significativa às pessoas que não tiveram a oportunidade de frequentar a escola regularmente. Alfabetizar é oferecer autonomia e dignidade aos cidadãos, integrando-os de forma mais ativa na sociedade,” afirmou.
A Prefeita Municipal Seluir Peixer Reghin e o Secretário Municipal de Educação, Professor Ermes José dos Reis, também reforçaram o compromisso da administração com a inclusão educacional.
Mais que letras: transformação de vidas
O programa, além de proporcionar habilidades de leitura e escrita, contribui para a transformação social. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, “é gratificante promover oportunidades de aprendizado que ampliam a cidadania e melhoram a qualidade de vida da população.”
O Mais MT Muxirum reflete o compromisso de Aripuanã com a educação inclusiva e o desenvolvimento, especialmente em regiões que enfrentam maiores desafios de acesso ao ensino regular. As autoridades locais prometem a continuidade e expansão das ações em 2025, com o objetivo de alcançar ainda mais cidadãos.
Fonte: TOPNEWS
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Número de indústrias cresce 30% em Mato Grosso impulsionado por novos investimentos

Divulgação
Os investimentos massivos em infraestrutura logística realizados pelo Governo de Mato Grosso estão transformando a realidade econômica do Estado. Dados da Receita Federal, compilados pelo Observatório da Federação das Indústrias (Fiemt), revelam que o número de indústrias e empresas de grande porte cresceu 30%, consolidando Mato Grosso como um polo de atração para novos negócios.
Para o secretário adjunto da Sedec, Anderson Lombardi, a logística é o pilar que sustenta esse avanço. “Não adianta termos produção e indústrias se não conseguirmos escoar. Os investimentos em rodovias, ferrovias e novas rotas ampliam nossa competitividade e nos inserem de forma estratégica no mercado global”, afirmou em entrevista ao programa Apro 360.
Recorde histórico em pavimentação e recuperação de rodovias
Desde 2019, o Estado já asfaltou 6.189 quilômetros de rodovias, marca que supera metas estabelecidas e representa um recorde histórico. A expectativa é que, até o final de 2026, a atual gestão tenha pavimentado mais quilômetros do que todas as gestões anteriores somadas.
*Pavimentação: 6.189 km concluídos desde 2019.
*Recuperação: 3.732 km de malha asfáltica restaurados.
*Segurança: Foco em trechos de intenso fluxo de veículos pesados para garantir eficiência no transporte.
A nova era das ferrovias em Mato Grosso
A expansão ferroviária é peça-chave para o futuro do escoamento da produção. A Ferrovia Estadual, operada pela Rumo, já alcançou cerca de 73% de execução em sua primeira fase, ligando Rondonópolis a Campo Verde e Dom Aquino. A previsão é que as operações comecem no segundo semestre de 2026.
Somado a isso, o projeto da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) prevê conectar Mato Grosso a Goiás, alcançando os portos de Santos (SP) e Itaqui (MA). Segundo Lombardi, novas rotas como a Bioceânica podem reduzir em até 15 dias o tempo de transporte de produtos mato-grossenses para a China.
Crescimento industrial e visibilidade internacional
Somente entre janeiro e outubro de 2025, foram abertas 2.727 novas indústrias ativas no Estado (excluindo MEIs). Esse crescimento é reflexo de um ambiente de negócios favorável, segurança jurídica e uma política agressiva de promoção econômica, que inclui a participação de Mato Grosso nas maiores feiras de comércio do mundo.
Logística em Números: O investimento estadual em infraestrutura não apenas facilita o escoamento do agronegócio, mas diversifica a matriz econômica, permitindo que indústrias de transformação se instalem com menores custos operacionais.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mato Grosso bate recorde e tem melhor janeiro da história nas exportações de carne bovina

Divulgação
Mato Grosso começou 2026 quebrando mais um recorde nas exportações de carne bovina. Em janeiro, o estado embarcou 83,06 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), o maior volume já registrado para um mês de janeiro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O resultado representa um avanço de 53,18% em relação a janeiro de 2025.
A receita gerada com os embarques alcançou US$ 356,45 milhões, crescimento de 68,02% na comparação com o mesmo mês em 2025. O desempenho foi sustentado tanto pelo aumento expressivo do volume exportado quanto pela valorização do preço médio da carne bovina, que subiu 9,69%, atingindo US$ 4.291,52 por TEC.
Para o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o resultado reflete a evolução da pecuária no estado. “Esse novo recorde mostra que Mato Grosso vem fazendo a lição de casa, com ganhos consistentes de produtividade, qualidade e competitividade. É um marco que reforça a posição do estado como um dos principais fornecedores globais de carne bovina”.
No mercado externo, a China manteve a liderança como principal destino da carne bovina mato-grossense, concentrando 57,5% do total exportado em janeiro. O volume embarcado para o país asiático cresceu 89,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, evidenciando a força da demanda internacional no início de 2026.
O desempenho recorde de janeiro dá sequência a um ciclo positivo já observado em 2025, quando Mato Grosso exportou 978,4 mil toneladas de carne bovina, o maior volume de sua história. Ao longo do ano passado, a proteína mato-grossense chegou a mais de 90 mercados, com uma receita de mais de US$ 4 bilhões, consolidando o estado como o maior exportador de proteína bovina do país.
“A demanda externa segue firme, especialmente nos mercados asiáticos, e Mato Grosso reúne condições estratégicas para ampliar ainda mais sua participação no comércio internacional, com oferta regular, escala produtiva e avanços importantes em sustentabilidade”, destaca o diretor de Projetos do Imac.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Estudos da Farsul embasam pedido de prorrogação de dívida com União

Foto: Pixabay
O Governo do Estado irá apresentar à União um projeto de prorrogação, por mais três anos, do não pagamento da dívida com o governo federal, com o objetivo de direcionar os recursos para investimentos em irrigação. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite, durante a cerimônia do lançamento oficial da 26ª Expodireto Cotrijal, que acontece de 9 a 13 de março, em Não-Me-Toque, e que foi realizada na segunda-feira, 9 de fevereiro, em Porto Alegre.
Leite define como fundamental a medida para viabilizar respostas ao setor produtivo que vem acumulando perdas sucessivas nos últimos anos em razão da sequência de longos períodos de estiagem. “Estamos falando de um volume estimado em cerca de R$ 15 bilhões que deixariam de sair do caixa do Estado e poderiam ser investidos diretamente em irrigação. É uma solução estrutural, que protege o produtor e fortalece a economia do Rio Grande do Sul”, destacou o governador.
O governador ressalta que o Rio Grande do Sul já vem avançando de forma consistente na ampliação da irrigação como estratégia estruturante para enfrentar os eventos climáticos extremos. A proposta que será apresentada à União se soma a um conjunto de investimentos em execução pelo Estado, voltados à competitividade, à inovação e à sustentabilidade da produção agropecuária. “Atualmente, são R$ 112,5 milhões aplicados em projetos para reserva de água e R$ 66,5 milhões destinados diretamente à irrigação, beneficiando 1.406 produtores e ampliando em mais de 26 mil hectares a área irrigada. Além disso, o governo investe R$ 58 milhões no enfrentamento da estiagem por meio do Fundo Estadual de Defesa Civil (Fundec) e R$ 180 milhões no Programa Milho 100%, voltado ao fortalecimento da base produtiva. O Estado seguirá firme no compromisso de construir um Rio Grande do Sul mais resiliente, produtivo e sustentável”, reforçou o governador.
E a fundamentação do pedido veio a partir de estudos realizados pela Farsul por meio de sua Assessoria Econômica. Conforme os dados contidos nas Notas Técnicas produzidas pela Federação, a expansão da irrigação no Rio Grande do Sul deixou de ser apenas uma pauta de produtividade da porteira para dentro para se tornar uma estratégia de gestão fiscal para o Estado e para a União. O material demonstra que o investimento em irrigação tem o potencial de gerar um incremento bilionário na arrecadação de impostos, além de atuar como um seguro contra impactos climáticos.
O estudo analisou o reflexo em cinco culturas principais – milho, soja, trigo, feijão e fumo – excluindo o arroz, que já possui um sistema consolidado. O impacto mais severo da irrigação é observado em anos de seca, como aponta o cenário simulado para o período de 2025. Atualmente, a área irrigada nessas culturas é de apenas 4,7%. Se essa área fosse ampliada para 20%, os ganhos seriam massivos com um salto do Valor Bruto da Produção (VBP) de 15,42% no valor total produzido pelas culturas analisadas. Isso se refletiria em um incremento de até R$ 3,66 bilhões em tributos como PIS, COFINS e IPI e um reforço de, aproximadamente, R$ 3,57 bilhões para os cofres gaúchos. Em termos práticos, a irrigação passaria a ser um instrumento de estabilização fiscal, evitando que o governo sofra quedas bruscas de receita em períodos de estiagem.
Mesmo quando há normalidade nas condições climáticas, a tecnologia eleva o patamar da economia gaúcha a um novo nível de eficiência. No cenário de 20% de área irrigada para 2026, a Farsul estima um aumento estrutural de 7,50% no VBP. Isso se traduziria em um ganho anual de arrecadação federal entre R$ 694 milhões e R$ 1,78 bilhão e um incremento no ICMS estadual de até R$ 1,73 bilhão. “A irrigação se apresenta não apenas como uma estratégia produtiva, mas também como um instrumento relevante de gestão de risco fiscal”, afirma o material técnico.
As projeções realizadas pela Farsul são consideradas conservadoras. O modelo logarítmico utilizado identificou que cada 1% de aumento no VBP agropecuário gera um aumento de 0,64% nos tributos federais e 0,43% no ICMS. No entanto, esses cálculos consideram apenas os impactos diretos. O estudo ressalta que não foram contabilizados os efeitos indiretos que a maior circulação de riqueza gera no comércio, nos serviços e em toda a cadeia agroindustrial, o que tornaria o impacto fiscal real ainda mais expressivo.
FARSUL
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Notícias6 dias atrásManejo de pragas sugadoras exige atenção na transição da soja para milho e algodão
-

Agricultura6 dias atrásVendas de milho avançam e preços recuam em Mato Grosso
-

Transporte6 dias atrásPolícia Civil prende suspeito de envolvimento na morte de motorista de aplicativo em Rondonópolis
-

Agronegócio6 dias atrásCotações da tilápia se mantêm firmes no início de 2026 e ampliam poder de compra do produtor
-

Notícias6 dias atrásFungo amazônico pode controlar doenças agrícolas e gerar novos antibióticos
-

Agronegócio6 dias atrásSafra 2026 de noz-pecã projeta recuperação no Brasil
-

Mato Grosso6 dias atrásGoverno de MT faz proposta para aquisição do prédio da Santa Casa
-

Agronegócio6 dias atrásNovas uvas lançadas pela Embrapa reforçam produção de sucos e vinhos brasileiros






































