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Arroz

Santa Catarina: arroz catarinense tem rendimento positivo

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Foto: Pixabay

A colheita do arroz foi finalizada em Santa Catarina, conforme dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As últimas áreas colhidas estavam localizadas na região Sul do estado, onde a semeadura ocorreu de forma mais escalonada e tardia.

De acordo com o levantamento, “a qualidade do grão se manteve dentro dos padrões normais para a industrialização”, resultado atribuído à estabilidade climática durante o ciclo da cultura, especialmente na fase de maturação. Nas unidades amostrais avaliadas, a produtividade foi considerada boa, reflexo da semeadura dentro da janela ideal e da ocorrência de chuvas em volume satisfatório nos momentos mais críticos do desenvolvimento da planta.

O documento também aponta que as lavouras apresentaram bom desempenho devido a práticas adequadas de manejo e tratos culturais, além de investimentos no controle de plantas daninhas e manutenção da sanidade das áreas cultivadas.

Durante o fim do ciclo, as altas temperaturas favoreceram o surgimento de doenças fúngicas, como a brusone. No entanto, segundo a Conab, não houve impacto significativo nos resultados da produção.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Arroz

Mercado global de arroz segue em baixa, com pressão de oferta e demanda limitada

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Foto: Paulo Rossi

 

O mercado internacional de arroz encerrou novembro sob pressão, refletindo o avanço das colheitas e a lentidão nas negociações em diversos países produtores. Segundo o Conselho Internacional de Grãos (IGC), o subíndice do cereal registrou queda de 1% no mês, resultado de uma atividade comercial mais moderada e de fatores sazonais que limitaram a recuperação dos preços.

Apesar disso, o órgão observou sinais de leve melhora após o valor internacional do grão atingir o menor patamar em oito anos. A movimentação do mercado variou conforme a origem do produto, influenciada também pela ausência de dados atualizados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), conforme apontaram relatórios setoriais.

Tailândia e Índia registram movimentos opostos nas cotações

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Na Tailândia, o IGC destacou que os atrasos na colheita da nova safra e as expectativas de exportação para outros países asiáticos sustentaram um aumento nas cotações do arroz branco com 5% de quebra.

Já na Índia, a situação foi oposta: a ampla oferta da safra kharif pressionou os preços do arroz branco, enquanto o arroz parboilizado apresentou alta, impulsionado pela escassez no mercado interno e pela forte demanda de países vizinhos.

Demanda asiática eleva preços nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o relatório do IGC apontou que a demanda de compradores do Pacífico Asiático elevou as cotações do arroz de grão médio ao maior nível em 15 meses. Ainda assim, representantes do setor afirmaram que, no mercado à vista, os preços permanecem abaixo do patamar ideal para incentivar novas vendas.

A confirmação de uma venda ao Oriente Médio trouxe um leve otimismo ao segmento de arroz de grão longo, embora a tendência geral siga enfraquecida no continente americano.

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FAO destaca ampla oferta e efeitos cambiais como fatores de queda

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) também registrou recuo global nos preços do arroz em outubro, com destaque para as quedas mais acentuadas nas variedades glutinosa e indica — esta última atingindo o menor nível desde 2019.

De acordo com a FAO, a ampla disponibilidade do grão, a forte concorrência internacional e os efeitos cambiais continuam pressionando as cotações em vários países, reforçando o cenário de enfraquecimento do mercado global do cereal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Arroz

Mercado de arroz continua pressionado apesar do superávit comercial

Publicado

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Foto: Paulo Rossi

 

O mercado brasileiro de arroz enfrenta um cenário desafiador, marcado por preços pressionados, estoques elevados e ausência de estímulos concretos. Analistas apontam que a tradicional recuperação sazonal de preços no segundo semestre, que costumava aliviar produtores e indústrias, se torna cada vez mais improvável.

Estoques elevados e concorrência externa afetam cotações

Segundo Evandro Oliveira, analista e consultor da Safras & Mercado, a combinação de ampla disponibilidade de estoques, exportações abaixo do necessário e concorrência internacional crescente limita a recuperação de preços. “Propostas que, meses atrás, alcançavam até R$ 84 por saca de 50 quilos CIF porto, agora se restringem a R$ 70–71 por saca, refletindo perda de competitividade e ajuste forçado do mercado à nova realidade de excesso de oferta”, explica.

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Exportações e importações do arroz em agosto

Dados do Secex/MDIC mostram que o Brasil exportou 195,3 mil toneladas de arroz em agosto (base casca), sendo 64,6 mil t do casca e 88,2 mil t do beneficiado (principalmente quebrados). Já as importações totalizaram 132,4 mil toneladas, com destaque para 86,4 mil t de arroz beneficiado e 5,4 mil t do casca.

No acumulado da temporada comercial 2025/26 (março a agosto), as exportações somaram 839,8 mil toneladas, crescimento de 19,6% frente às 702,1 mil toneladas do mesmo período anterior. As importações recuaram 8,8%, totalizando 765,35 mil toneladas, contra 838,88 mil toneladas no ano anterior.

Superávit comercial não resolve pressão interna

“O saldo desse movimento resultou em um superávit de 74,46 mil toneladas entre março e agosto, revertendo o déficit de 136,78 mil toneladas registrado no ano anterior”, observa Oliveira. No entanto, ele ressalta que, apesar do avanço na balança comercial, o superávit ainda é insuficiente para absorver o excesso de produto disponível no mercado interno.

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Preços seguem em queda no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, principal polo produtor do país, a saca de arroz (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 67,49, queda de 1,96% em relação à semana anterior. Comparado ao mesmo período do mês passado, a baixa foi de 2,51%, enquanto frente a 2024 a desvalorização atingiu 42,99%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Arroz

Com baixa liquidez, preço do arroz recua levemente e segue estável no início de maio

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Divulgação

 

O mercado do arroz em casca manteve relativa estabilidade ao longo de abril, operando na média de R$ 76,00 por saca de 50 kg, conforme levantamento do Cepea. A exceção foi o último dia do mês, quando o produto encerrou cotado na casa dos R$ 75,00, valor que continua sendo registrado neste início de maio.

Segundo pesquisadores do Cepea, o mercado segue marcado por uma “queda de braço” entre compradores e vendedores. De um lado, indústrias e beneficiadoras com maior urgência para repor estoques se veem obrigadas a elevar suas ofertas para garantir negócios. De outro, produtores resistem à venda, aceitando negociar apenas em situações de necessidade, como quando precisam fazer caixa ou liberar espaço nos armazéns para receber os lotes finais da colheita.

Esse impasse tem resultado em baixa liquidez, com negociações pontuais e ritmo mais lento. A colheita avança no campo, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor, onde já foram colhidos 91,51% da área total cultivada, conforme os dados mais recentes do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), divulgados no último dia 2.

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A expectativa é que, com o avanço da colheita e eventual pressão por comercialização, o mercado possa ganhar novo fôlego nas próximas semanas — desde que compradores ajustem suas estratégias e os preços se mantenham atrativos para ambas as partes.

Fonte: CenarioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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