Conecte-se Conosco

Meio Ambiente

Reflorestar reforça protagonismo em mecanização e sustentabilidade na Show Florestal

Publicado

em

Assessoria

 

A Reflorestar Soluções Florestais marcou presença na Show Florestal 2025, realizada em Três Lagoas (MS), consolidando sua atuação como referência nacional em operações mecanizadas para o setor. A feira, considerada um dos principais eventos do segmento no país, reuniu mais de 160 empresas expositoras e teve como foco a promoção de inovação, negócios e o fortalecimento da indústria de florestas plantadas.

Representando a Reflorestar, o gerente-geral de Operações, Nilo Neiva, conduziu a palestra “Do campo ao cliente: Relacionamento e entrega de valor”, a convite da John Deere. A apresentação contou com a presença da diretoria da empresa e dos gestores de contratos locais.

“Nosso relacionamento com o cliente se sustenta em cinco pilares: segurança, qualidade, cumprimento de prazos, respeito ao meio ambiente e valorização das pessoas. Esses elementos são o que realmente fazem a diferença e geram valor de forma sustentável”, destaca Nilo Neiva.

Publicidade

A participação da Reflorestar no evento também foi acompanhada pelos diretores Humberto Godinho (sócio-diretor), Igor Dutra de Souza (diretor florestal), Paulo Gustavo de Souza (gerente de silvicultura), Bruno Soares (gerente-geral administrativo), Humberto Cordeiro (gestor de frotas), além dos gestores de contratos locais Keiferson Albano, Walisson Silva, Wéllida Silva e Victor Guedes.

“Estar na Show Florestal é essencial para reforçar nosso papel como protagonistas na mecanização do setor. A feira nos conecta com parceiros estratégicos e nos permite apresentar soluções que vão do preparo do solo ao carregamento de madeira, sempre com foco em produtividade, segurança e sustentabilidade”, afirma Igor Dutra de Souza, diretor florestal da Reflorestar.

Expansão territorial e soluções sustentáveis em operação

Com sede em Turmalina (MG), a Reflorestar opera atualmente com 77 equipamentos distribuídos por cinco estados brasileiros: Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. No MS, a empresa mantém uma unidade em Três Lagoas, onde realiza o carregamento de madeira para uma grande indústria de papel e celulose, uma unidade em Aquidauana para operação de colheita florestal, além de outra unidade em Água Clara, onde iniciou sua primeira operação de cavaqueamento de madeira – ampliando o portfólio com foco em soluções sustentáveis e diversificadas para o setor de base florestal e energético.

A participação da Reflorestar na Show Florestal reafirma seu papel como parceira estratégica para o setor de base florestal e energético. Com um portfólio diversificado, a empresa segue comprometida em entregar soluções que aliam tecnologia, segurança, respeito ao meio ambiente e valorização das pessoas – pilares que sustentam sua atuação e impulsionam o crescimento sustentável da cadeia produtiva.

Publicidade

Sobre a Reflorestar

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar .

Martim Barbosa

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Ambiente

Pastagens sem daninhas fortalecem sequestro de carbono

Publicado

em

mercado-do-boi-gordo-fecha-a-semana-com-cautela-e-atencao-as-exportacoes-para-a-china

Foto: Sheila Flores

Um estudo publicado no Soil Science Society of America Journal aponta que o manejo eficiente de plantas daninhas pode contribuir para a redução da pegada de carbono em pastagens tropicais. A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade da Flórida em parceria com instituições do Brasil e dos Estados Unidos e com a Corteva Agriscience, indica que o controle de espécies invasoras, como o caruru-espinhoso (Amaranthus spinosus L.), favorece o aumento dos estoques de carbono e Nitrogênio no solo, ampliando o sequestro de carbono e a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

De acordo com os pesquisadores, áreas de pastagem infestadas por caruru-espinhoso registraram redução de 15% no estoque de carbono orgânico do solo em comparação com áreas livres de plantas daninhas. O estudo relaciona essa diferença à perda de biomassa subterrânea e às mudanças no comportamento de pastejo dos animais, uma vez que, em pastos degradados, o gado tende a evitar regiões dominadas por invasoras, o que interfere no equilíbrio do ecossistema e na ciclagem de nutrientes.

Segundo a Corteva Agriscience, o manejo das invasoras no pasto tem papel estratégico nesse contexto. A empresa destaca que os herbicidas utilizados no controle de plantas daninhas são ferramentas centrais para a recuperação de áreas degradadas, contribuindo para a produtividade das pastagens e para a alimentação do rebanho.

Para Rodrigo Takegawa, Líder de Marketing & Comercial da Linha Pastagem da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai, os resultados reforçam a importância do manejo adequado. “Esse estudo comprova cientificamente que o manejo avançado de pastagens é uma ferramenta fundamental não apenas para a produtividade pecuária, mas também para a agenda climática global”, afirma. Segundo ele, “manter o solo coberto por espécies forrageiras vigorosas, livres de matocompetição, aumenta a retenção de carbono e melhora a saúde do solo, contribuindo diretamente para as metas de descarbonização no campo”.

Publicidade

O levantamento também destaca que o controle de plantas daninhas influencia positivamente o crescimento radicular das forrageiras. De acordo com os pesquisadores, as raízes da grama-bermuda (Cynodon dactylon) apresentam densidade seis vezes maior do que as das plantas invasoras, o que amplia sua capacidade de armazenar carbono no solo.

A pesquisa reforça ainda que pastagens livres de invasoras favorecem maior produção de forragem, resultando em alimentação mais nutritiva para o rebanho e reflexos diretos na produção de carne e leite. Além disso, o manejo adequado contribui para a sustentabilidade ao auxiliar na recuperação de áreas degradadas e reduzir a necessidade de abertura de novas áreas.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Meio Ambiente

Chuvas recorrentes favorecem lavouras de soja no RS

Publicado

em

novembro-consolida-precos-de-soja,-mas-clima-preocupa-produtores:-safra-corre-risco?

Lavoura de soja no município de Hulha Negra – Foto: Eduardo Ebert, Emater/RS-Ascar

As melhores lavouras estão implantadas em solos bem estruturados, onde há maior teor de matéria orgânica e cobertura vegetal adequada, as quais favorecem a infiltração e o armazenamento de água. Já nos cultivos implantados em solos mais compactados ou com menor cobertura, são observadas ocorrências de erosão laminar e em sulcos, em especial em lavouras em fase de emergência. Em semeaduras realizadas sob condições menos favoráveis de umidade, especialmente após períodos de déficit hídrico seguidos por chuvas intensas, foram registrados casos de desuniformidade de emergência, falhas de estande e necessidade pontual de replantio.

Em algumas áreas, especialmente no Noroeste do RS, os elevados acumulados pluviométricos de dezembro superaram a média histórica, e houve danos à infraestrutura rural e às estradas vicinais, bem como alagamentos pontuais em lavouras localizadas em áreas ribeirinhas e de relevo mais baixo, além de erosão mais significativa em coxilhas mal conservadas.

Milho – As condições climáticas do período, caracterizadas por precipitações frequentes e volumes adequados, favoreceram a recuperação da cultura após a restrição hídrica, observada em novembro. O desenvolvimento das lavouras é considerado satisfatório na maior parte do Estado, com expectativa de rendimentos compatíveis à média histórica, embora persistam perdas localizadas em áreas afetadas pela estiagem em estádios críticos.

A semeadura do milho atinge 92% da área planejada, de 785.030 hectares, e está concluída em diversas regiões. Nas áreas remanescentes, o plantio avança conforme a liberação de áreas ocupadas por outras culturas ou em replantio em safrinha. A maior parte das lavouras se encontra em fase reprodutiva, predominando o enchimento de grãos, seguido por áreas em maturação fisiológica e início pontual de colheita. A situação fitossanitária está adequada. Apesar de haver relatos sobre a presença de cigarrinha-do-milho e lagartas, não há muitos sintomas de enfezamento, e os controles estão em andamento.

Publicidade

Milho silagem – Houve boa recuperação, relatada em diversas regiões, devido ao volume de chuvas no período. As perdas de produtividade causadas no início do mês vão sendo atenuadas pela recuperação da umidade do solo em virtude das chuvas regulares. Apenas na Fronteira Noroeste, onde o corte do milho está paralisado, devido ao volume das chuvas e a alta umidade do solo, há relatos de problemas causados pelos excessos de precipitação. Nas demais regiões, as condições estão boas, assim como as expectativas de produtividade. Conforme estimativa da Emater/RS-Ascar, a área destinada ao milho para silagem deve atingir 366.067 hectares, e a produtividade estimada é de 38.338 kg/ha.

Arroz – A semeadura do arroz no Estado encontra-se em fase final, alcançando 97% da área prevista pelo Instituto Riograndense do Arroz (Irga), que é de 920.081 hectares. O período foi marcado por elevada frequência de chuvas de altos volumes acumulados, o que restringiu as operações de campo, como as semeaduras tardias e a execução de tratos culturais.

As lavouras de arroz estão em desenvolvimento vegetativo (97%), com avanço gradual para o período reprodutivo nas áreas mais precoces, onde se observa o início da floração (3%). A elevada nebulosidade registrada no período limitou o pleno aproveitamento da radiação solar, refletindo em crescimento vegetativo moderado em algumas áreas. De modo geral, o estabelecimento das lavouras é considerado adequado.

As precipitações contribuíram de forma significativa para a recuperação e manutenção dos mananciais, reduzindo a necessidade imediata de irrigação suplementar e ampliando a reserva hídrica disponível para o ciclo da cultura. No entanto, foram registrados alagamentos pontuais em estradas rurais e em lavouras localizadas em áreas mais baixas e próximas a cursos d’água, com maior incidência no Centro do Estado, ocasionando danos em taipas e demandando intervenções de manutenção. As dificuldades operacionais impostas pelas chuvas também prejudicaram o manejo técnico nas lavouras.

Feijão 1ª Safra – A ocorrência de chuvas beneficiou a cultura, cultivada no RS em 26.096 hectares e impactada pelo déficit hídrico registrado entre a metade de novembro e primeiro decêndio de dezembro. Em grande parte das regiões, observa-se recuperação do desenvolvimento das lavouras e evolução satisfatória do ciclo. As atividades de campo seguem condicionadas pela ocorrência de chuvas frequentes, que, de forma pontual, têm imposto restrições operacionais, especialmente à semeadura e à colheita. Contudo, não há registro, até o momento, de impactos expressivos sobre a produtividade média estadual, projetada pela Emater/RS-Ascar em 1.779 kg/ha.

Publicidade

(Com Agricultura/RS)

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

Publicidade
Continue Lendo

Meio Ambiente

Chuvas na primeira quinzena de dezembro favorecem desenvolvimento das culturas de primeira safra, aponta Boletim a Conab

Publicado

em

Foto: Ilustração

Nos quinze primeiros dias de dezembro, os volumes de chuvas observados na maior parte do país contribuíram para a elevação dos níveis de água no solo e para o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, sem prejudicar a finalização da colheita dos cultivos de inverno. A análise está no Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ainda de acordo com o documento, os dados espectrais mostram que, em geral, as lavouras estão se desenvolvendo sob boas condições na maioria das regiões.

No Centro-Oeste, principal região produtora de grãos do país, os maiores volumes de precipitações ocorreram no Nordeste de Mato Grosso e no Norte de Goiás. As chuvas registradas foram mais regulares e favoreceram o incremento da umidade do solo. Panorama semelhante foi verificado na região Sudeste.

No Sul do país, as precipitações ocorreram com distribuição irregular e os maiores volumes foram registrados no Norte e Oeste do Paraná. No Rio Grande do Sul, os primeiros cinco dias de dezembro registraram chuvas em baixos volumes, que favoreceram a finalização da colheita dos cultivos de inverno. Entretanto, nos outros períodos analisados, principalmente de 6 a 10 deste mês, os acumulados de chuva auxiliaram na recuperação da umidade do solo, promovendo condições mais favoráveis à semeadura e ao desenvolvimento das lavouras. Em relação aos estados do Paraná e de Santa Catarina, as condições climáticas na primeira quinzena do mês foram, no geral, favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.

Na região Norte, os volumes de chuva registrados no Tocantins e em parte do sul e noroeste do Pará, foram favoráveis à semeadura e ao desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. No entanto, houve restrição em parte das lavouras devido à irregularidade das chuvas e às altas temperaturas no nordeste paraense. Já no Nordeste brasileiro, os volumes acumulados na maior parte da região do Matopiba (que abrange áreas do Maranhão, Sudoeste do Piauí, Oeste da Bahia e Tocantins) favoreceram a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, mas foram insuficientes para parte das lavouras do leste, centro e oeste do Maranhão.

Publicidade

Fonte: Assessoria

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência