Transporte
Fiscalização apreende mais de 21 toneladas de café irregular em compras públicas no Paraná

Foto: Divulgação MAPA
Uma operação de fiscalização do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) resultou na apreensão de mais de 21 toneladas de café torrado e moído irregulares adquiridos por órgãos públicos na capital paranaense e região metropolitana. Os produtos, em embalagens de 500 gramas, apresentavam teores de matérias estranhas e impurezas até sete vezes superiores ao limite legal de 1%, estabelecido pela Portaria SDA nº 570/2022.
A ação, realizada no início de dezembro, recolheu lotes que já haviam sido condenados por laudo laboratorial – um deles classificado como “impróprio para o consumo” – e outros que permanecem apreendidos até a conclusão das análises. Em um dos casos, além da fraude por excesso de impurezas (três vezes acima do permitido), os fiscais constataram ausência da informação sobre a espécie do café na rotulagem e uso indevido de selo de qualidade, caracterizando informação enganosa.
Volume expressivo de café apreendido em 2025
Somente neste ano, as fiscalizações no Paraná já levaram à apreensão de 40 toneladas de café torrado e moído, volume equivalente a 80 mil pacotes de 500g ou aproximadamente 3,2 milhões de xícaras de bebida de baixa qualidade retiradas do mercado. Os dados são do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SIPOV-PR), que intensificou a atuação.
Desde 2023, foram 186 coletas de amostras no estado, com 168 laudos concluídos. Desse total, 89 amostras (53%) foram reprovadas por excesso de impurezas – em alguns casos, o teor chegou a ser 21 vezes superior ao permitido. O índice de inconformidades, que era de 50% em 2023 e 43% em 2024, subiu para 65% em 2025, indicando um agravamento do problema nas situações onde já havia suspeita fundamentada.
Origem do problema e medidas do Mapa
As investigações apontam que a principal origem das irregularidades está na baixa qualidade da matéria-prima utilizada por algumas torrefadoras, que utilizam cascas, palhas e resíduos do beneficiamento do café, comercializados indevidamente por grandes processadores.
Em resposta, o Mapa avança na revisão do padrão de qualidade do café cru em grãos, etapa anterior ao processamento, envolvendo governo, setor produtivo e universidades. As empresas autuadas são penalizadas com multas e submetidas a auditorias rigorosas, que avaliam desde a estrutura física até a rastreabilidade da produção, em linha com a Lei do Autocontrole.
O chefe do SIPOV-PR, Fernando Augusto Mendes, reforçou que, apesar das irregularidades, os cafés produzidos no Paraná são reconhecidos pela alta qualidade, com produtores premiados. O Ministério orienta os consumidores a verificar a procedência, observar a rotulagem e desconfiar de preços muito baixos. Denúncias podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil deflagra 52 operações em março e intensifica combate às facções criminosas

A Polícia Civil intensificou as ações de enfrentamento à criminalidade e deflagrou, no decorrer do mês de março, um total de 52 operações policiais em todo o Estado, evidenciando o fortalecimento das atividades investigativas e a atuação estratégica da instituição no combate, especialmente, às facções criminosas.
As operações são resultado de investigações conduzidas pelas Diretorias de Atividades Especiais (DAE), Metropolitana e de Interior, com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), com foco na repressão qualificada a crimes como tráfico de drogas, organização criminosa, homicídios e lavagem de dinheiro.
Entre as ações deflagradas no período, duas operações se destacaram pelo impacto no combate às facções criminosas, a Operação Speakeasy e a Operação Inter Mali.
A Operação Speakeasy teve como foco a desarticulação de um esquema de lavagem de dinheiro vinculado a lideranças de facção criminosa em Mato Grosso. A ação resultou no cumprimento de 100 ordens judiciais, nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Pontes e Lacerda (MT), Goiânia (GO) e Barueri (SP). Ao todo, foram apreendidos 13 veículos de luxo, 15 aparelhos celulares, 28 munições, uma arma de fogo, R$ 58,175 mil e US$ 84, além de relógios e joias, além de dez pessoas foram presas em flagrante.
Já a Operação Inter Mali teve como objetivo desarticular uma rede de tráfico atuante nas cidades Cuiabá e Várzea Grande. Durante a operação, foram cumpridas 28 ordens judiciais contra integrantes do grupo criminoso, resultando em prisões, apreensão de entorpecentes e outros materiais utilizados na atividade ilícita, enfraquecendo significativamente a atuação da organização.
Renorcrim
Todas as operações da Polícia Civil fazem parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim).
A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores de Justiça dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate duradouro à criminalidade.
Dana Campos | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil conduz funcionário de empresa de agronegócio de Cuiabá por furto de equipamentos de informática

PJC
Um funcionário de uma empresa de agronegócio de Cuiabá foi conduzido até a delegacia por suspeita de furto de equipamentos de informática. A detenção ocorreu na ultima quarta-feira (1/4), na Capital.
A Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERRFVA), com o apoio do setor de compliance, responsável pela prevenção de fraudes, cumprimento de normas e criação de códigos de conduta, conduziu à delegacia um funcionário de 23 anos para prestar esclarecimentos sobre a posse de equipamentos de informática pertencentes ao grupo empresarial. Durante a ação conjunta, os materiais foram identificados e apreendidos pelas autoridades.
A denúncia sobre o furto chegou ao conhecimento da DERRFVA após o responsável pelo setor relatar o desaparecimento de equipamentos de informática da empresa. O alerta havia sido gerado automaticamente por um sistema de monitoramento contratado junto à fabricante, apontando um dos equipamentos no endereço residencial de um funcionário do próprio setor de Tecnologia da Informação (TI).
Com base nas informações obtidas, uma equipe de investigadores da DERRFVA deslocou-se até a sede da empresa, onde o suspeito acabou confessando estar na posse dos bens pertencentes ao grupo empresarial.
O material foi apreendido e o homem conduzido para delegacia para realização dos devidos procedimentos legais cabíveis.
Segundo o delegado responsável pela condução do caso, Raphael Guerra, as investigações seguem para a oitiva de outras pessoas ligadas à empresa, para melhor esclarecimentos quanto aos fatos.
“A parceria com o setor de compliance da empresa tem sido fundamental para a resposta rápida a crimes patrimoniais praticados no ambiente corporativo. As investigações continuam para apurar todas as responsabilidades”, disse o delegado.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende 96 pessoas em 15 operações de combate ao tráfico na região metropolitana

PJC
Com ações e operações de combate ao tráfico de drogas, a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de Mato Grosso, apresentou resultados expressivos no primeiro semestre de 2026, com a desarticulação de grupos criminosos envolvidos com o comércio de entorpecentes e repressão à lavagem de dinheiro proveniente do narcotráfico.
Nos três primeiros meses do ano, a Denarc realizou 15 operações policiais, que resultaram na prisão de 96 pessoas, sendo 20 delas em flagrante e 76 em cumprimento de mandados de prisão, expedidos pela Justiça com base em investigações conduzidas pela equipe da especializada.
Dentro das operações policiais, também foi dado cumprimento a 132 mandados de busca e apreensão, que contribuíram para a coleta de provas e o avanço de procedimentos relacionados ao tráfico de drogas e às atividades financeiras ilícitas associadas.
No campo investigativo, foram instaurados 235 inquéritos policiais e relatados 246 procedimentos, demonstrando o volume de trabalho técnico e a consolidação de provas encaminhadas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para responsabilização dos envolvidos.
Durante as operações e diligências, os policiais civis também apreenderam seis armas de fogo e 44 aparelhos celulares, que passaram por perícia e análise de dados, contribuindo para a identificação de outros integrantes das redes criminosas e o mapeamento de rotas e fluxos do tráfico.
Desarticulação patrimonial
Além da repressão direta ao tráfico, a delegacia intensificou as investigações com foco na desarticulação patrimonial dos grupos criminosos, conseguindo o bloqueio judicial de cerca de R$ 29,5 milhões e o sequestro de 25 veículos e cinco imóveis vinculados a investigados.
Segundo o delegado titular da Denarc, Wilson Cibulskis Junior, as medidas visam enfraquecer financeiramente as organizações criminosas e impedir a continuidade das atividades ilícitas.
O delegado destacou ainda que os números refletem a atuação estratégica da unidade, com foco em investigações qualificadas, integração com outras forças de segurança e uso de técnicas modernas de inteligência policial.
“A prioridade tem sido desarticular estruturas organizadas, atingir o patrimônio do crime e reduzir a oferta de drogas no estado, protegendo a população e enfraquecendo financeiramente os grupos criminosos. A finalidade da delegacia é manter o ritmo de operações policiais dos últimos anos, focando especialmente em financiadores e nas lideranças do crime organizado”, disse o delegado.
Drogas incineradas
Outro ponto que ganhou destaque no primeiro trimestre foi a quantidade de entorpecente incinerada. No período, a Denarc realizou a incineração de aproximadamente duas toneladas de entorpecentes, retirando de circulação grande quantidade de drogas que seriam distribuídas em diferentes regiões do estado.
“A queima do material ilícito apreendido é o ato final do trabalho de enfrentamento ao tráfico, destruindo tudo aquilo que movimenta o crime de tamanha gravidade que afeta pessoas, devasta famílias e causa tanta tristeza à sociedade”, concluiu Cibulskis.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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