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Polícia Civil mira traficantes e “laranjas” envolvidos em esquema de envio de drogas para Goiás

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4.2), a Operação Testa de Ferro, para cumprimento de 49 ordens judiciais contra um grupo criminoso envolvido no envio de drogas para Goiás e na lavagem de dinheiro do tráfico interestadual.

Ao todo, são cumpridos sete mandados de prisão e 10 mandados de busca e apreensão, além de 16 bloqueios de contas bancárias e o sequestro de 16 veículos vinculados aos investigados. As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

As ordens judiciais estão sendo executadas nos municípios de Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade e Juína, no estado de Mato Grosso; e também nas cidades de Luziânia, no estado de Goiás, e em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

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A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da Operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o estado.

Tráfico e lavagem

As investigações tiveram início a partir de uma prisão relacionada ao tráfico na cidade de Pontes e Lacerda. Com o avanço dos trabalhos, foi possível identificar toda a dinâmica do grupo criminoso, que encaminhava os entorpecentes para o estado de Goiás.

Para ocultar a origem ilícita dos bens adquiridos, o grupo usava contas de terceiros, que atuavam como “laranjas” do grupo criminoso.

“A operação busca desarticular o esquema criminoso, interromper a movimentação financeira ilícita e garantir a efetividade das medidas patrimoniais determinadas pelo Poder Judiciário”, apontou o delegado Ronaldo Binoti Filho, responsável pelas investigações.

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Nome da operação

O termo testa de ferro representa a pessoa que empresta nome, documentos ou identidade para figurar falsamente como proprietária ou responsável por um negócio, bens ou transações, ocultando o verdadeiro beneficiário ou dono, que age nos bastidores. O nome faz referência à prática utilizada pelo grupo criminoso para ocultar as atividades ilícitas, evitar responsabilidades legais ou proteger a identidade em transações suspeitas.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva, ameaça e violação de domicílio

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PJC

 

Um homem, suspeito dos crimes de descumprimento de medida protetiva, ameaça e violação de domicílio, foi preso preventivamente pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quarta-feira (4.2), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, da Criança e do Idoso de Várzea Grande (DEDMCI-VG).

O suspeito, de 37 anos, foi abordado e teve a ordem de prisão cumprida enquanto trafegava de motocicleta pela ponte Sérgio Motta, em Cuiabá.

O mandado de prisão foi decretado após a vítima, de 34 anos, de nacionalidade venezuelana, procurar a Delegacia da Mulher de Várzea Grande, no dia 5 de janeiro. Ela relatou que seu ex-convivente teria ido, no dia 30 de dezembro, até a sua residência portando uma pistola e a ameaçou de morte caso estivesse namorando.

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Após o fato, a vítima passou a noite na casa de uma amiga, para onde o suspeito também se dirigiu, porém não conseguiu ingressar no local. No dia 1º de janeiro, o suspeito retornou à residência da vítima, pulou o muro enquanto ela se arrumava com as filhas e voltou a ameaçá-la de morte.

Diante da gravidade dos fatos e considerando a existência de outros inquéritos policiais em andamento contra o mesmo suspeito, a delegada Paula Gomes Araújo, titular da DEDMCI/VG, representou pela prisão preventiva do investigado, que foi aceita pelo Poder Judiciário.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis e, posteriormente, será encaminhado à audiência de custódia, no Fórum da Comarca de Cuiabá.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil desarticula grupo criminoso envolvido em golpe contra empresa agropecuária

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PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5.2), a Operação Mímese, para desarticular um grupo criminoso especializado em crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, praticados por meio de golpes na internet.

São cumpridos, na operação, 19 mandados de busca e apreensão e medidas cautelares de indisponibilidade de bens, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

Os mandados de busca e apreensão são cumpridos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. A Justiça determinou a indisponibilidade de bens e valores no montante de R$ 182.321,04 por alvo investigado, totalizando R$ 3,4 milhões em bloqueios judiciais. No total, 19 pessoas são alvos das ordens judiciais.

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Dinâmica do golpe

As investigações tiveram início após a comunicação de um crime praticado contra uma empresa do ramo agropecuário, que relatou ter sido vítima de um golpe conhecido como “falso perfil” ou “falso chefe”.

Para aplicar o golpe, os criminosos se passaram pelo proprietário da empresa, utilizando uma foto de perfil autêntica no aplicativo WhatsApp, induzindo a responsável pelo setor financeiro a acreditar que as ordens de pagamento partiam do legítimo dono da agropecuária.

A partir disso, a funcionária foi levada a efetuar diversos pagamentos referentes a notas fiscais fraudulentas, emitidas em nome de “laranjas”.

Lavagem de dinheiro

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Durante o aprofundamento das investigações, foi possível identificar não apenas as contas utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, mas também os verdadeiros operadores financeiros responsáveis por gerenciar, fracionar e direcionar os recursos, evidenciando a existência de uma estrutura criminosa organizada e voltada à ocultação da origem ilícita do dinheiro.

Os valores transferidos eram, posteriormente, pulverizados por diversas contas bancárias, prática típica utilizada para dificultar o rastreamento dos recursos e caracterizar indícios robustos da prática de lavagem de capitais.

Segundo o delegado Bruno Mendo Palmiro, responsável pela investigação, a operação busca a desarticulação financeira do grupo investigado, com o objetivo de interromper a atividade criminosa, impedir a dissipação do patrimônio ilícito e garantir eventual ressarcimento à vítima.

“A operação mostra que a Polícia Civil vem atuando permanentemente no combate aos crimes cibernéticos e financeiros, especialmente aqueles que utilizam recursos tecnológicos para lesar empresas, movimentar valores expressivos e sustentar grupos criminosos com atuação interestadual”, disse o delegado.

As investigações continuam em andamento para identificar outros possíveis crimes praticados pelo grupo criminoso assim como outros envolvidos.

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Operação Mímese

O nome da operação tem origem no grego mímesis, cujo significado remete ao ato de imitar, reproduzir ou representar fielmente a realidade. A denominação faz alusão direta ao modo de ação empregado pelos investigados, que imitavam a identidade do proprietário da empresa, reproduzindo sua imagem e comportamento para enganar terceiros e viabilizar a fraude.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre mandados contra investigado por armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil em Nova Mutum

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (5.2), a Operação Cesimt para cumprimento de ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo telemático, em Nova Mutum, com alvo em um jovem investigado por crimes cibernéticos relacionados ao armazenamento em nuvem de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI),
revelaram a dinâmica delitiva envolvendo o armazenamento de mais de 250 arquivos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil.

A investigação digital apontou que o suspeito armazenava o material de forma continuada em suas contas pessoais desde o ano de 2023. Para chegar à autoria, a unidade especializada utilizou técnicas avançadas de investigação digital, o que permitiu identificar com segurança o utilizador das contas vinculadas ao crime.

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A conduta investigada está tipificada no artigo 241-B da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), que pune a posse ou o armazenamento de registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes, prevendo pena de reclusão de até quatro anos.


O objetivo das medidas judiciais é a apreensão de dispositivos eletrônicos utilizados pelo criminoso, como smartphones e notebooks, assim como a obtenção de outros elementos de informação que reforcem a materialidade e a autoria do crime.

Durante as buscas, um segundo suspeito que estava na casa foi preso em flagrante com centenas de imagens de pedofilia em seu telefone celular.  Em relação ao alvo principal, os dispositos eletrônicos foram apreendidos e serão encaminhados par análise pericial.

O delegado responsável pela investigação, Guilherme Rocha,  destaca que a  ação é mais uma resposta da Polícia Civil frente a crimes praticados por meio da internet e com falsa sensação de anonimato para os criminosos. “A investigação comprova novamente que a alta expertise técnica da Polícia Civil de Mato Grosso em identificar e localizar criminosos que buscam na internet uma sensação de segurança para o cometimento de delitos”, disse o delegado

Para o delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Junior, o combate sistemático aos crimes cibernéticos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, principalmente no que tange ao armazenamento e transmissão de arquivos digitais contendo pornografia infantil, é uma prioridade constante na DRCI. “Esta especializada vem trabalhando diuturnamente no combate dessas condutas abomináveis e geradoras de alta repulsa social”, destacou.

CESIMT: Combate à exploração Sexual Infantil em Mato Grosso

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O nome da operação é uma alusão à sigla CESIMT que significa a abreviatura dos crimes apurados de combate a exploração sexual infantil.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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