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Colgate inaugura hub logístico que amplia capacidade em 171%
A Colgate-Palmolive inaugurou um centro de logística em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que amplia em mais de 171% a capacidade de armazenamento da companhia. A estrutura quase triplica a escala logística, viabiliza o aumento da produção de embalagens promocionais e integra a operação entre as plantas industriais e o centro de customização.
A unidade passará a utilizar drones a partir deste ano para otimizar a localização de itens no armazém, como parte da estratégia de tornar a cadeia de suprimentos mais ágil e precisa. A gestão da unidade, que é 100% dedicada à Colgate-Palmolive, permanece sob responsabilidade da Fiorde.
“O smart supply hub utiliza a tecnologia para simplificar processos e tornar a cadeia de suprimentos mais inteligente, garantindo que nossos produtos cheguem com agilidade e eficiência às mãos de todos os nossos consumidores”, afirma Adriana Leite, presidente da Colgate-Palmolive Brasil.
Com a hub, a empresa passa a concentrar e sincronizar fluxos de insumos e produtos acabados, reduzindo etapas e encurtando o tempo de resposta ao mercado.
“Esse projeto é resultado de uma parceria construída ao longo dos anos, sustentada por confiança, proximidade e uma visão estratégica compartilhada. Quando operação, tecnologia e objetivos de negócio atuam de forma integrada, a evolução deixa de ser pontual e passa a ser estrutural”, afirma Mauro Lourenço Dias, presidente do Fiorde Group.
Imagem: Divulgação
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Kalunga transforma mais de 220 lojas em CDs para acelerar entregas na volta às aulas
Para a volta às aulas, a Kalunga firmou uma parceria com a Eu Entrego para transformar mais de 220 lojas da rede em pontos ativos de distribuição em todo o País, com o objetivo de acelerar as entregas em um período de aumento da demanda.
Com essa estratégia, a Kalunga inverte a lógica tradicional de envio ao aproximar os produtos do consumidor final e reduzir distâncias logísticas. O modelo é sustentado pela transformação das próprias lojas em hubs operacionais, dentro da estratégia de ship from store, e envolve também o engajamento das equipes nesse processo.
A operação se apoia ainda em diferentes modalidades de entrega, que variam conforme a urgência e o perfil do pedido. Além de viabilizar prazos mais curtos, o modelo contribui para reforçar a percepção de eficiência da marca no ambiente digital.
“É uma estratégia muito forte da Kalunga e a gente tem conversado para cada vez ampliar a atuação das lojas, dos pontos de entrega hoje e a gente conta muito também com a parceria das nossas lojas. O foco é atender o cliente. E com isso, a gente envolve todo mundo no negócio. Então, a loja, o gerente, na hora de preparar, na hora que ele recebe um pedido, ele recebe com prazer, vamos dizer assim, e não com aquele pesar de, puxa, é um pedido para a gente separar”, conta Algazi.
Imagem: Divulgação
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Setor do arroz solicita extensão de acordo do ICMS

Foto: Divulgação
Representantes de entidades do setor arrozeiro se reuniram com o governo do Estado nesta terça-feira (10) para solicitar a prorrogação do acordo de crédito presumido do ICMS, em vigor desde agosto de 2025 e com vencimento previsto para o fim deste mês. O encontro ocorreu com o secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lemos, e teve como pauta a manutenção do benefício fiscal aplicado às operações do setor.
O presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, afirmou que foi solicitada a prrrogação do acordo ao menos até o final do ano. “O secretário se comprometeu em fazer outra reunião com a Fazenda para que façamos a apresentação da necessidade e não perdermos a competitividade, devido a um ano difícil que estamos enfrentando, com as indústrias de Minas Gerais e São Paulo”, disse Nunes.
Segundo o dirigente da Federarroz, a manutenção do crédito reduzido de ICMS é necessária para preservar a competitividade do produto no mercado. “Não só com a lavoura arrozeira, como a cadeia toda com o beneficiamento do arroz gaúcho dentro do Rio Grande do Sul. Isto é o que nós teremos que justificar e convencer a Secretaria da Fazenda, fazendo com que eles entendam a necessidade”, pontuou.
O crédito presumio permite que empresas deduzam um valor estimado de tributos a pagar com base em percentual fixo, em substituição aos créditos efetivos. No caso em discussão, o Decreto 58.296/2025 trata das operações de comercialização de produtos destinados a Minas Gerais e São Paulo, conforme as entidades do setor.
Também participaram da reunião representantes do Sindicato da Indústria do Arroz de Pelotas (Sindapel), da Federação das Cooperativas de Arroz do Rio Grande do Sul (Fearroz) e do Sindicato da Indústria do Arroz no Estado do Rio Grande do Sul (Sindarroz-RS), que reforçaram junto ao governo estadual a demanda pela prorrogação do benefício.
AGROLINK – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Manejo de pragas sugadoras exige atenção na transição da soja para milho e algodão

Divulgação
O período de transição entre a colheita da soja e o início do ciclo do milho e do algodão exige atenção redobrada dos produtores rurais em relação ao manejo de pragas, especialmente dos chamados insetos sugadores. A entomologista da Fundação Rio Verde, Jéssica Gorri, destaca que este é um momento estratégico para reduzir populações e evitar prejuízos nas culturas subsequentes.
Segundo a especialista, esses insetos apresentam alta capacidade de adaptação e migração rápida entre culturas. Entre eles, a mosca-branca (Bemisia tabaci) merece atenção especial neste final de ciclo da soja, período em que ainda pode manter elevada pressão populacional nas áreas de produção.
Além do ataque direto, a mosca-branca favorece o desenvolvimento da fumagina, consequência da excreção açucarada do inseto, que pode comprometer processos fisiológicos das plantas e impactar a produtividade. Por isso, o controle ainda nas áreas de soja em fase final reprodutiva é essencial para evitar que a praga avance com alta população para o algodão.
Mosca-branca pode comprometer qualidade da fibra do algodão
No algodão, o monitoramento deve começar já no início do desenvolvimento vegetativo. A recomendação é avaliar constantemente a necessidade de intervenção, evitando que a cultura chegue às fases finais com alta infestação.
A presença elevada da mosca-branca pode afetar diretamente a qualidade da fibra do algodão, uma vez que a fumagina pode gerar escurecimento e alteração da pluma, reduzindo o valor comercial do produto.
Percevejos exigem atenção na implantação do milho
Outro ponto de atenção destacado por Jéssica são os percevejos, principalmente o barriga-verde e o percevejo-marrom, comuns na soja e com potencial de migração para o milho.
O percevejo barriga-verde é especialmente prejudicial no início do desenvolvimento do milho, fase em que as plantas são mais sensíveis. O inseto pode causar danos severos ao se alimentar das plantas jovens, podendo inclusive provocar morte de plantas e falhas no estande.
A especialista reforça que o monitoramento deve começar ainda na dessecação, etapa em que o percevejo já pode migrar da soja para o milho. Manter populações reduzidas na soja contribui diretamente para diminuir riscos na cultura seguinte.
Cigarrinha do milho exige manejo preventivo desde a emergência
A cigarrinha-do-milho também entra no radar do produtor logo na emergência da cultura até aproximadamente o estádio V10, período considerado altamente suscetível.
Por ser vetor de enfezamentos é raiado fino, o manejo deve ser preventivo, no início da emergência do milho, como é realizado para o percevejo barriga verde e aliado à escolha de híbridos com menor sensibilidade.
Lagarta-do-cartucho segue como praga de sistema
Entre as lagartas, a Spodoptera frugiperda, conhecida como lagarta-do-cartucho, segue como praga presente em todo o sistema produtivo, ocorrendo na soja, milho e algodão.
O monitoramento constante é fundamental, utilizando ferramentas como pano de batida para quantificação populacional, avaliação de posturas e armadilhas para monitoramento de adultos. A Fundação Rio Verde reforça que, mesmo com o uso de biotecnologias, pode haver escapes, tornando indispensável o acompanhamento de campo, principalmente nos primeiros estágios larvais.
Monitoramento é a base do manejo eficiente
De acordo com a entomologista, a integração de estratégias, aliada ao monitoramento frequente e tomada de decisão no momento correto, permite ao produtor se antecipar às pragas e reduzir perdas produtivas e qualitativas.
A Fundação Rio Verde reforça que segue à disposição dos produtores com orientações técnicas e acompanhamento para garantir maior eficiência no manejo de pragas e sustentabilidade dos sistemas produtivos da região. (com Assessoria/Verbo Press)
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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