Agricultura
Reflorestar alcança 1.000 dias sem acidentes com afastamento e consolida cultura de prevenção
Reflorestar em atividade : cultura de prevenção e a disciplina operacional em todas as unidades
A Reflorestar Soluções Florestais completou, em 2025, 1.000 dias sem acidentes de trabalho com afastamento (ACPT), consolidando sua cultura de prevenção e a disciplina operacional em todas as suas unidades.
Com operações em Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Mato Grosso do Sul, a empresa reduziu em 80% os registros de Acidente Sem Perda de Tempo (ASPT) e diminuiu em 37% o índice de incidentes em relação a 2024.
Atuando com soluções 100% mecanizadas em silvicultura, colheita e carregamento de madeira, a Reflorestar também intensificou a identificação e o tratamento de situações de risco ainda na origem, fortalecendo a base da pirâmide de prevenção e estimulando a participação ativa dos colaboradores no registro de condições inseguras.
Para André Henrique de Paula, gerente de Segurança e Qualidade da Reflorestar, os resultados são fruto de uma construção coletiva. “Os números de 2025 refletem disciplina operacional, gestão estruturada de riscos e participação ativa das equipes. É a prova de que é possível manter um ambiente orientado pela prevenção, com pessoas protegidas e operações cada vez mais consistentes. Seguimos avançando com a segurança como um valor inegociável e com o compromisso permanente de evoluir.”
Destaque na Bahia
Entre as unidades, a operação de Mucuri (BA), dedicada ao carregamento de madeira, foi o principal destaque. Em 2025, a unidade completou 10 anos sem acidentes com afastamento, somando mais de 3.650 dias consecutivos sem ACPT — um marco de referência no setor florestal brasileiro.
A Regional Sul da Bahia também conquistou sete reconhecimentos mensais e dois trimestrais em Saúde, Segurança e Qualidade de Vida (SSQV) concedidos pelo cliente, superando o recorde anterior da empresa.
Segundo Sandra Rafael, técnica de segurança do trabalho da região, o resultado reforça o compromisso permanente com a segurança, a integridade das pessoas e a excelência nas operações florestais.
“Na Reflorestar, o nosso diferencial está na integração entre operação, manutenção e segurança. Trabalhamos com boas práticas, campanhas, simulados e ferramentas de gestão de risco. Não ficamos presos ao nosso ponto de apoio, vamos para o campo para garantir a segurança de todos”, finaliza.
Sobre a Reflorestar
Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.
Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar.
Mais informações para a imprensa: Érica Vaz
[email protected] – (31) 99647-1485
Erica da Silva Vaz Souza
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Calor intenso reduz produção de morango em diversas regiões do Rio Grande do Sul

Foto: FMC
Altas temperaturas afetam a produtividade e qualidade dos frutos
As recentes ondas de calor no Rio Grande do Sul têm provocado impactos significativos na produção de morangos em diferentes regiões do estado. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado na quinta-feira (12) pela Emater/RS-Ascar, o excesso de calor na segunda quinzena de janeiro comprometeu lavouras em fases mais avançadas de produção.
Bagé registra queda de produção com calor prolongad
Na região administrativa de Bagé, especialmente no município de Santa Margarida do Sul, a alta temperatura reduziu a produtividade, afetando principalmente plantas no segundo ciclo de colheita. O calor intenso prolongado acelerou o amadurecimento e prejudicou o desenvolvimento das plantas.
Erechim mantém produtividade, mas calor prejudica florescimento
Na regional de Erechim, o forte calor afetou o florescimento e a formação dos frutos. Ainda assim, a produtividade permaneceu dentro da normalidade para a cultivar San Andreas. Segundo o levantamento, os preços de comercialização variaram entre R$ 25,00 e R$ 30,00 por quilo, refletindo o equilíbrio entre oferta e demanda.
Caxias do Sul enfrenta redução na floração e ataque de pragas
Na região de Caxias do Sul, as lavouras mantiveram volume de colheita estável, mas houve queda no número de florações. As temperaturas mais altas da semana, somadas à presença da mosca-da-asa-manchada (Drosophila suzukii), resultaram em perdas pontuais. Produtores locais intensificaram o controle da praga para evitar maiores prejuízos.
Os preços pagos aos produtores permaneceram estáveis, com valores entre R$ 12,00 e R$ 15,00/kg nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) e no comércio intermediário. Na venda direta ao consumidor, o quilo do morango foi comercializado a cerca de R$ 20,00, considerado um valor satisfatório pelo setor.
Santa Rosa se prepara para nova safra após perdas com calor
Na regional de Santa Rosa, o calor também comprometeu a emissão de novos frutos, impactando a produtividade. Agricultores já iniciaram as encomendas de mudas para a próxima safra, buscando minimizar os efeitos das altas temperaturas. Atualmente, o preço médio do quilo do morango na região é de R$ 35,00.
Conclusão
Os impactos das altas temperaturas sobre o cultivo de morangos no Rio Grande do Sul refletem um desafio crescente para os produtores, que precisam adaptar o manejo às variações climáticas. A intensificação das pragas e a redução da floração exigem estratégias de controle e planejamento antecipado para garantir a sustentabilidade da produção nas próximas safras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Escassez global de fertilizantes fosfatados impulsiona preços e traz preocupação ao mercado brasileiro

Foto: Canva
Cenário internacional muda e oferta global fica mais apertada
O mercado mundial de fertilizantes fosfatados passa por um momento de forte aperto na oferta, refletindo diretamente nas cotações e nas estratégias de compra. De acordo com especialistas do setor, o ambiente internacional deixou de favorecer os compradores e agora aponta para um ciclo de preços mais firmes.
A China tem reduzido o volume exportado para priorizar o consumo interno, especialmente durante o feriado do Ano Novo Lunar, enquanto os Estados Unidos aumentam as aquisições para atender à safra de primavera. Essa combinação de fatores tem reduzido a disponibilidade global do insumo e sustentado a tendência de alta no mercado.
Mercado interno registra avanço nos preços
No Brasil, o impacto da menor oferta internacional já é evidente. O MAP (fosfato monoamônico) teve aumento semanal de US$ 15, sendo comercializado próximo de US$ 712 por tonelada. O movimento de alta também é observado em outros produtos: o SSP (superfosfato simples) acumula valorização de 13,3% em 2026, e o TSP (superfosfato triplo) sobe 9,2% no mesmo período.
Produtores agem com cautela diante do câmbio e das margens reduzidas
Mesmo com o avanço das cotações, o ritmo de compras segue contido. A relação de troca entre soja e fertilizantes é considerada desfavorável, e a valorização do dólar encarece as importações e reduz a competitividade da oleaginosa no mercado externo. Com menor liquidez nas vendas, muitos agricultores preferem postergar novas aquisições, aguardando um momento mais oportuno.
Perspectivas indicam risco de novas pressões em 2026
Analistas alertam que adiar compras pode representar um risco adicional. Apesar da demanda doméstica ainda moderada pela distância da próxima safra, o equilíbrio global entre oferta e consumo continua apertado, o que pode provocar novos aumentos de preço nos próximos meses.
A expectativa é de que o mercado siga um ritmo próprio, mesmo diante de possíveis mudanças na rentabilidade das lavouras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Produtores rurais têm acesso facilitado a crédito com taxa de 3% ao ano

Foto: Shutter Stock
O crédito rural voltou a ganhar destaque como ferramenta estratégica para produtores brasileiros, especialmente diante da alta dos juros e dos custos de produção. Uma nova linha oferecida pela empresa ConsulttAgro oferece taxas a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos, criando alternativas para aquisição de áreas rurais, compra de maquinário e modernização das propriedades agrícolas.
Com mais de R$ 700 milhões já liberados, a ConsulttAgro atua em parceria com mais de 20 instituições financeiras, incluindo bancos, administradoras de crédito privadas e fundos de investimento, para oferecer soluções personalizadas para cada produtor rural.
Cenário atual do crédito rural no Brasil
O produtor brasileiro enfrenta um contexto desafiador: a alta dos juros encarece o crédito, enquanto a irregularidade das chuvas aumenta a incerteza e pressiona as margens. Apesar dessas dificuldades, o agronegócio mantém sua importância estratégica, garantindo abastecimento alimentar e sustentando a economia nacional, gerando empregos e atraindo investimentos.
Neste contexto, linhas de crédito privadas, como a da ConsulttAgro, surgem como complemento ao Plano Safra, oferecendo alternativas mais flexíveis e taxas competitivas.
Como funciona a linha de crédito da ConsulttAgro
Segundo as fundadoras, Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande, a estratégia da ConsulttAgro envolve:
- Identificação da necessidade do produtor, incluindo objetivos de investimento, garantias disponíveis, faturamento e perfil de operação;
- Seleção da linha de crédito mais adequada, considerando taxa, prazo e custo operacional;
- Acompanhamento completo do processo, desde a escolha da linha até a liberação do financiamento.
Tainara destaca que o tipo de garantia disponível e o prazo de pagamento são determinantes para alcançar condições mais vantajosas. Dependendo da linha, o imóvel rural pode ser usado como garantia 1×1 ou 3×1, de acordo com o perfil do cliente.
Cases de sucesso e feedback do setor
Produtores que utilizaram a ConsulttAgro relatam experiência diferenciada e suporte personalizado. Rogério Oliveira, do Grupo R.O., em Querência (MT), comentou:
“Após muita pesquisa, encontrei uma consultoria de crédito humana e que entendesse minha realidade. A equipe analisou meu caso, apresentou a melhor solução e me acompanhou em todas as etapas da contratação. É uma verdadeira inovação no mercado de crédito agrícola no Brasil.”
Benefícios da linha de crédito
Entre as vantagens da nova linha de financiamento rural, destacam-se:
- ✅ Juros competitivos: a partir de 3% ao ano;
- ✅ Prazos longos: até 15 anos;
- ✅ Flexibilidade: condições adaptadas ao perfil de cada produtor;
- ✅ Suporte completo: orientação e acompanhamento em todas as etapas da contratação.
Não deixe a falta de crédito ser um obstáculo para a sua produtividade! A ConsulttAgro tem a solução ideal para você.
Fonte: ConsulttAgro
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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