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Produtores alertam que alta do leite ao consumidor não reflete preço ao produtor

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Segundo a Gadolando, há disparidade entre os valores pagos pelo litro de leite nas gôndolas e o recebido pelo produtor – Foto: JM Alvarenga/Divulgação

O mercado de leite está enfrentando uma situação alarmante. Enquanto os consumidores pagam cerca de R$ 7,00 por litro de leite, os produtores recebem em torno de R$ 2,50, com pouquíssimos alcançando R$ 3,00, graças a negociações especiais com as indústrias. O alerta é do presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang. Para o dirigente, essa disparidade extrema entre o preço pago pelo consumidor e o valor recebido pelo produtor está desequilibrando toda a cadeia de produção.

Conforme Tang, produtores e consumidores são os elos mais fracos dessa cadeia. “Como representantes dos produtores de leite, consideramos inaceitável que, enquanto o consumidor paga aproximadamente sete reais por litro, o preço de referência para os produtores no Estado seja de apenas R$ 2,43. Embora alguns produtores consigam um pouco mais, a maioria fica na faixa de R$ 2,50 a R$ 2,60, com raríssimos atingindo R$ 3,00”, destaca.

O presidente da Gadolando reforça que os produtores entendem que o leite precisa ser industrializado e embalado, o que gera custos, e que todos os envolvidos no processo precisam ser remunerados. “No entanto, essa disparidade é um exemplo claro do desequilíbrio que temos apontado. Produtores e consumidores são os mais prejudicados. Os produtores enfrentam enormes dificuldades, exacerbadas pelas condições climáticas adversas dos últimos três anos, que elevaram os custos de produção. O preço pago pelo leite raramente cobre estes custos, desestimulando o consumo e gerando informações equivocadas para os consumidores urbanos, que muitas vezes culpam os produtores pela alta dos preços”, salienta.

Tang reforça a ideia de que os produtores precisam se aproximar dos consumidores para esclarecer que essa grande diferença no preço não está beneficiando os produtores. “É crucial informar corretamente e buscar um equilíbrio que beneficie toda a cadeia produtiva”, complementa.

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Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil deflagra operação contra estelionatárias envolvidas em fraudes financeiras contra idosos

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PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (29.4), a Operação Rede Fraudulenta, para cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão e prisão preventiva contra um grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato, por meio de fraudes financeiras, praticadas contra vítimas idosas.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público. A operação tem como alvo três mulheres que atuavam nos golpes.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Estelionato de Cuiabá, indicam a atuação de um grupo que abordava vítimas, em especial pessoas idosas, mediante contato telefônico e visitas presenciais, oferecendo supostas vantagens financeiras, como a redução de parcelas de empréstimos consignados ou a unificação de dívidas com condições mais favoráveis.

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Modo de ação

Durante a abordagem, os suspeitos conquistavam a confiança das vítimas e solicitavam dados pessoais, documentos e registros fotográficos, sob o pretexto de formalização contratual.

De posse dessas informações, realizavam operações financeiras sem autorização, incluindo a contratação de empréstimos em nome das vítimas, bem como transferências bancárias por meio de Pix e outras modalidades, direcionando os valores para contas vinculadas ao grupo criminoso ou a terceiros.

A investigação aponta que as condutas eram praticadas de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos, desde o contato inicial até a execução das fraudes financeiras, dificultando a identificação imediata dos responsáveis.

Mandados

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Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as investigações, identificar possíveis vítimas adicionais e esclarecer a participação de outros envolvidos.

O delegado responsável pelas investigações, Marlon Nogueira, destaca que as investigações continuam, para a completa elucidação dos fatos e à responsabilização penal de todos os integrantes do grupo.

“É importante que a população desconfie de ofertas de serviços financeiros realizadas por telefone ou por visitas inesperadas, especialmente quando houver solicitação de dados pessoais, fotografias ou assinaturas, recomendando sempre a busca por informações diretamente junto às instituições financeiras oficiais”, disse o delegado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Algodão atinge maior preço em dois anos

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Foto: Canva

 

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, divulgada na segunda-feira (27), o indicador do algodão em pluma do Cepea/Esalq voltou ao maior patamar em dois anos. Na última semana, o índice atingiu 81,91 centavos de dólar por libra-peso, nível que não era registrado desde o fim de março de 2024.

Naquele período, o algodão estava em trajetória de queda, com preços que recuaram para abaixo de 70 centavos de dólar por libra-peso no fim de 2024 e chegaram a níveis inferiores a 63 centavos de dólar por libra-peso no final de 2025.

Ao longo do primeiro trimestre de 2026, os preços passaram a apresentar recuperação, acompanhando a valorização na bolsa de Nova York e a alta do petróleo, fatores que ampliaram a competitividade do algodão frente às fibras sintéticas.

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De acordo com o Cepea, a partir de março os vendedores mantiveram posição firme, atentos ao mercado internacional, enquanto a indústria doméstica e as tradings voltadas à exportação ampliaram o consumo.

Nesse contexto, o cenário de preços mais elevados pode favorecer a comercialização do algodão pelos produtores, ao reduzir a pressão sobre as margens da cultura.

Agrolink – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Ícone entre imóveis de luxo da cidade de SP, Altitude Jardins por Artefacto é apresentado no evento de Uberaba-MG

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Divulgação

Uberaba (MG) – Além de pecuária de elite, a Expozebu deste ano mostra a investidores do agronegócio o empreendimento de luxo Altitude Jardins por Artefacto. O residencial, um ícone entre os imóveis de altíssimo padrão em construção na cidade de São Paulo, é uma das atrações do estande de 500 m² do agropecuarista Grupo Mônica. A empresa e a REM Construtora, desenvolvedora do Altitude Jardins por Artefacto, firmaram parceria para apresentar o empreendimento a visitantes da feira, realizada na cidade mineira de Uberaba.

Concebido pela divisão REM Luxury Properties, especializada em propriedades de alto padrão, o empreendimento, enquadrado no conceito ‘branded residences’ ou ‘residências com marca’, está sendo erguido no bairro dos Jardins, a poucos passos da avenida Paulista. Conta com unidades entre R$ 5,5 milhões e R$ 17 milhões e valor geral de vendas (VGV) de R$ 700 milhões.

Segundo a REM, investidores do agronegócio de diferentes pontos do país adquiriram unidades do empreendimento. “São empresários e profissionais de alta renda ligados ao setor, que visitam a capital paulista a negócios ou lazer”, resume Rodrigo Mauro, CEO da REM.

Mauro ressalta que o empreendimento terá plantas duplex de 410 m² e 310 m², que oferecem opção de quatro suítes ou três suítes, além de quatro a seis vagas de garagem. Haverá ainda apartamentos de 205 m² e 155 m², com duas ou três suítes e duas ou três vagas.

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“Será um dos edifícios mais altos de São Paulo, 1 km acima do nível do mar”, ele enfatiza.

A marca de design de luxo Artefacto chancela o conceito de sofisticação proposto pelo projeto arquitetônico e fornecerá mobiliário de padrão internacional para áreas comum do condomínio e apartamentos.

O projeto do empreendimento reuniu nomes estrelados da arquitetura e do design. Leva a assinatura dos escritórios Aflalo/Gasperini Arquitetos, Anastassiadis Arquitetos (interiores) e Soma Arquitetos (paisagismo). Carol Mauro, da Suíte Arquitetos, projetou o apartamento decorado. A gestora global CBRE oferecerá serviços de luxo aos imóveis.

“Altitude Jardins por Artefacto fica no coração do bairro dos Jardins, no ‘Espigão da avenida Paulista’. Trata-se de um empreendimento ‘irrepetível’, da localização ao elevado grau de sofisticação proposto”, reforça Rodrigo Mauro.

Conforme Mauro, a dimensão do terreno, da ordem de 4 mil m², possibilitou a concepção de um ‘rooftop’ de aproximadamente 800 m². “As unidades têm por característica uma vista livre, panorâmica, de 360º da cidade de São Paulo.”

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Futuros moradores desfrutarão ainda de praça privativa, ‘wellness center’ com recepção, sala de pilates, academia de ginástica, terraços coberto e descoberto; espaços gastronômicos e de entretenimento, além da vista exclusiva a partir da piscina com borda infinita, a 1 km acima do nível do mar.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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