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Agricultura

Sistema FAEP defende mudanças nas restrições à concessão de crédito rural

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Foto: Faep

 

O Sistema FAEP tem solicitado sistematicamente ao governo federal, ao longo de 2024, que sejam realizadas alterações na Resolução 5.081/2023, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que prevê impedimentos socioambientais para concessão de crédito rural a parte dos agropecuaristas do Paraná e do Brasil.

Pelas regras em vigor, produtores rurais com pendências em uma parte de suas propriedades são penalizados com o impedimento na tomada de crédito para toda a extensão da área. Com isso, estima-se que milhões de hectares estão descobertos no país em relação ao financiamento de atividades agropecuárias.

Recentemente, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) passou a defender, junto à Fazenda, a proposta da vedação exclusivamente ao polígono embargado. Além disso, o Mapa pede que a restrição ao crédito não abranja aqueles que sofreram embargo, mas que já firmaram o chamado Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para regularização da área.

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“Temos feito um trabalho insistente para sensibilizar as autoridades a respeito dos prejuízos que estão sendo causados aos produtores e também à sociedade brasileira, com esses empecilhos impostos aos agropecuaristas. A agropecuária é a força motriz da nossa economia e está sendo penalizada por essa resolução do CMN”, ressalta Ágide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema FAEP.

O Sistema FAEP enviou oito ofícios com o pedido de providências sobre esse tema. A demanda já foi comunicada ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto; ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad; à ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante; e ao deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion.

O Sistema FAEP tem participado, ainda, de audiências públicas e reuniões em Brasília, além de fornecer subsídio aos debates envolvendo o tema para lideranças rurais e políticas.

Redação Sou Agro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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