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Mato Grosso

Com estoque baixo de sangue O+, população é mobilizada para salvar vidas em Rondônia

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Assessoria

 

O estoque de sangue do tipo sanguíneo O+ é considerado abaixo da média pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron). Para reverter essa situação, o governo de Rondônia convida a população para fazer doações com o objetivo de ajudar a salvar vidas. A instituição atende com bolsas de sangue, hospitais de toda a Rede Pública Estadual de Saúde, essencial para que cirurgias aconteçam e pacientes com doenças crônicas, como a doença falciforme, recebam tratamento adequado.

Todos os tipos sanguíneos são importantes, mas o alerta, no momento, é para que doadores com tipo sanguíneo O+ compareçam o mais breve possível aos locais de coleta de sangue. A assistente social da Fhemeron, Maria Luísa, explica que foram identificados no período, muitos pacientes internados em hospitais com a necessidade desse tipo sanguíneo. ‘‘Ao mesmo tempo em que a demanda de sangue aumentou, especialmente O+, tivemos uma baixa nas doações de sangue, influenciada pelo período de férias. Precisamos da mobilização dos doadores para manter um estoque seguro.’’

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o momento pede um esforço conjunto da população na demonstração de amor ao próximo. ‘‘A manutenção de um estoque seguro de bolsas de sangue depende da participação permanente da sociedade, dando condições para que pacientes que passem por tratamentos médicos sejam salvos’’, ressaltou.

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Cada doação pode salvar até quatro vidas. Para realizar a coleta, é necessário apresentar documento de identificação com fotografia, emitido por órgão oficial.

REQUISITOS NECESSÁRIOS 

Estar em boas condições de saúde;

Ter entre 18 e 69 anos de idade;

Pessoas com 16 e 17 anos podem doar, acompanhadas dos pais ou responsáveis legais;

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Ter peso acima de 50 quilos;

Estar alimentado, evitando alimentação gordurosa (aguardar três horas após o almoço);

Homem pode doar até quatro vezes ao ano, em intervalos de 60 dias (dois meses);

Mulher pode doar até três vezes ao ano, em intervalos de 90 dias (três meses);

Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.

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Cada doação pode salvar até quatro vidas

IMPEDIMENTOS TEMPORÁRIOS

Estar gripado ou com febre;

Estar grávida ou amamentando;

Estar em tratamento médico;

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Ter ingerido bebida alcoólica no dia da doação (12 horas);

Ter tatuagem feita há menos de um ano;

Ter feito endoscopia digestiva nos últimos seis meses; e

Ter tido malária nos últimos 12 meses.

IMPEDIMENTOS DEFINITIVOS

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Ter tido doença de Chagas;

Ter tido hepatite após os 11 anos de idade;

Ter sido exposto à situação ou comportamentos que levem a risco, acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (IST).

HEMOCENTROS

Os hemocentros estaduais estão em funcionamento em seis municípios do estado, sendo eles: Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena. Na Capital, a unidade de coordenação de coleta funciona de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h, localizada na Avenida Jorge Teixeira, nº 3.766, Bairro Industrial; os endereços dos demais municípios estão disponíveis no Portal da Fhemeron.

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Além disso, a Fhemeron Itinerante irá percorrer diversas cidades ao longo de 2025, para facilitar o acesso à doação de sangue. Em fevereiro, a unidade móvel vai estar nas seguintes localidades:

Alvorada do Oeste e Alta Floresta d’Oeste (7 e 8/2);

Monte Negro (14 e 15/2); e

Urupá (21 e 22/2).

FONTE: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Várzea Grande terá 13 cursos gratuitos para produtores rurais em maio

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em

Foto: Assessoria

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SEMMADRS) levará, ao longo do mês de maio, 13 cursos de capacitação técnica voltados a produtores e trabalhadores rurais do município. As formações são promovidas por parceria conquistada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural com o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento e o SENAR-MT.

Na próxima semana, entre os dias 4 e 8 de maio, seis cursos ocorrerão simultaneamente em diferentes comunidades rurais. Entre os temas ofertados estão operação e regulagem de tratores agrícolas, produção artesanal de derivados do leite e utilização de drones na agropecuária.

A programação também inclui cursos de panificação artesanal, produção de embutidos e defumados de carne bovina, além de cultivo de hortaliças folhosas.

De acordo com a Secretaria, as capacitações têm como foco a qualificação da mão de obra no campo e o fortalecimento da produção rural. “O objetivo é levar conhecimento técnico diretamente às comunidades rurais”, destacou o secretário municipal Ricardo Amorim.

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O coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Silva, ressaltou que as ações buscam ampliar as oportunidades para os produtores locais. “Os cursos contribuem para melhorar a produção e abrir novas possibilidades de geração de renda”, afirmou.

A programação seguirá ao longo de maio, contemplando diferentes comunidades do município.

Fonte: SECOM-VG

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Governo de MT asfaltou quantidade de rodovia suficiente para atravessar o Brasil de Norte a Sul

Publicado

em

Sinfra-MT

 

O Governo de Mato Grosso já asfaltou 6.236,1 quilômetros de rodovias em todo o Estado desde 2019. O número de asfalto executado em sete anos corresponde quase a quantidade de asfalto em rodovias asfaltadas que existiam em Mato Grosso até 2019, cerca de 6.400 km.

Para se ter ideia, 6.200 km é mais asfalto do que existem em 17 estados do Brasil. Com a meta de alcançar 7 mil km até o fim de 2026, é suficiente para asfaltar todas as rodovias de 13 unidades da nação, incluindo Santa Catarina, Paraíba, Rio de Janeiro e Rondônia. No caso do Rio Grande do Norte, seria possível asfaltar todas as estradas potiguares duas vezes.

É uma quantidade de asfalto suficiente para sair do Palácio Paiaguás em Cuiabá e chegar até Ushuaia, na Argentina, o ponto mais ao sul da América do Sul e, mesmo assim, sobrariam cerca de 500 quilômetros a mais executados pelo Governo de Mato Grosso, ou seja, daria para sair de Sinop.

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Se alguém quiser dirigir do Oiapoque (Amapá) até o Chuí (Rio Grande do Sul) e cruzar o Brasil de Norte a Sul, vai percorrer 5.500 km, menos do que foi construído pelo Governo de Mato Grosso.

Em linha reta, 6.200 km é a distância entre Cuiabá e a Cidade do México, ou entre Santa Terezinha, um dos municípios mais distantes da capital e o Marrocos.

Seriam necessárias 1.386 voltas ao redor do autódromo do Parque Novo Mato Grosso para percorrer essa distância.

“O asfalto leva desenvolvimento. Ele melhora o escoamento da produção, reduz custos logísticos, fortalece o agronegócio e atrai novos investimentos para todas as regiões do Estado. Mas, principalmente, ele tira municípios do isolamento e conecta a população a serviços essenciais”, destacou o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

Além do asfalto novo, o Governo de Mato Grosso também investiu na infraestrutura com a construção de 267 pontes de concreto, restauração de 3.778 km de rodovias e mais de 4 mil km de asfalto executados nos 142 municípios do Estado.

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Guilherme Blatt | Sinfra-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Mato Grosso

1º de maio de 2026: o agronegócio brasileiro ganha acesso a um mercado de R$ 130 trilhões

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em

Imagem: Magnific

 

Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor de forma provisória nesta sexta-feira (1º), conectando o agronegócio brasileiro a um mercado estimado em mais de R$ 130 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB) e cerca de 700 milhões de consumidores. Na prática, o tratado inaugura uma nova etapa de inserção internacional do agro, com redução de tarifas, padronização de regras e maior previsibilidade para exportadores.

O impacto potencial é direto: mais de 80% das exportações brasileiras para o bloco europeu passam a contar com tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria. Com a entrada em vigor do acordo, a fatia das importações globais cobertas por acordos comerciais do Brasil pode saltar de cerca de 9% para mais de 37%, ampliando significativamente o alcance dos produtos nacionais.

No campo, o efeito é duplo. De um lado, a redução de custos de entrada tende a aumentar a competitividade do produto brasileiro, especialmente em cadeias com forte presença no comércio exterior, como café, suco de laranja, frutas, celulose e proteínas animais. De outro, a harmonização de regras técnicas e sanitárias reduz incertezas e facilita contratos de longo prazo, elemento crítico para investimentos e planejamento produtivo.

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Produtos agrícolas já competitivos ganham tração adicional. O café — principal item da pauta brasileira — mantém acesso livre de tarifas, enquanto derivados, como o café solúvel e torrado, passam a entrar com custo reduzido. No segmento de frutas, a abertura é ainda mais relevante: itens como uva têm tarifa zerada imediatamente, enquanto abacate, limão, melão, melancia e maçã entram em cronogramas de desgravação que variam de quatro a dez anos. A janela comercial é favorecida pela complementaridade entre as safras — o Brasil exporta, em grande medida, na entressafra europeia.

O acordo também elimina tarifas para mais de 5 mil produtos do Mercosul, incluindo sucos, pescados, óleos vegetais e parte relevante dos produtos industrializados de base agropecuária. No conjunto, cerca de 77% dos itens agrícolas exportados ao bloco europeu terão tarifa zerada ao longo do período de transição.

Há, contudo, limites relevantes. Cadeias consideradas sensíveis pela Europa — como carne bovina, frango e suínos — permanecem sujeitas a cotas tarifárias. Isso significa que a redução de impostos está condicionada a volumes pré-definidos, refletindo a pressão de produtores europeus, que veem o avanço do agro sul-americano como concorrência direta.

Mesmo com resistências políticas e questionamentos ambientais que ainda tramitam em instâncias europeias, a aplicação provisória já permite a ativação dos principais mecanismos comerciais. Para o Brasil, o movimento representa mais do que ganho tarifário imediato: sinaliza abertura de um dos mercados mais exigentes do mundo, com potencial de elevar padrões, atrair investimentos e consolidar cadeias de valor.

No curto prazo, o desafio será operacional. A ampliação do acesso exige adequação a requisitos técnicos, rastreabilidade e logística eficiente — fatores que, na prática, definem a capacidade de capturar esse novo mercado. No médio prazo, o acordo reposiciona o agro brasileiro em uma geografia comercial mais ampla, menos dependente de poucos destinos e com maior previsibilidade regulatória.

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Em síntese, a entrada em vigor do tratado não altera apenas tarifas. Ela redesenha o ambiente de negócios do agro, ao inserir o Brasil de forma mais competitiva em um dos maiores e mais sofisticados mercados consumidores do planeta.

Com Pensar Agro

Fernanda Toigo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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