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Polícia Civil prende criminosos de alta periculosidade envolvidos com tráfico de drogas e tentativa de latrocínio em Juína

Publicado

em

PJC-MT

 

Três criminosos de alta periculosidade, investigados por envolvimento em uma tentativa de latrocínio no início da semana, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de sexta-feira (04.4), em investigações conduzidas pela Delegacia de Juína. A ação resultou na apreensão de duas armas de fogo, além de diversas porções de entorpecentes e apetrechos relacionados ao tráfico.

Os suspeitos, com diversas passagens criminais, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa, posse ilegal de arma de fogo e organização criminosa.

Um dos presos é foragido da Penitenciária Central do Estado (PCE) e também estava com mandado de prisão em aberto por triplo homicídio em Água Boa. Na delegacia, ele tentou se passar por outra pessoa e também foi autuado em flagrante por identidade falsa.

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A ação que resultou na prisão dos criminosos integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para combater a atuação de facções criminosas, por meio da Operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

A tentativa de latrocínio ocorreu na última segunda-feira (31.3), quando a vítima chegava a sua residência no bairro módulo 05 e avistou um homem em atitude suspeita. Ela rapidamente fechou o portão, mas foi surpreendida por disparos de arma de fogo. Os tiros transfixaram o portão de ferro e a vítima foi atingida no braço e na orelha direita.

Assim que tomaram conhecimento dos fatos, os policiais da Delegacia de Juína iniciaram as diligências para identificar e prender os autores do crime tentativa de latrocínio, conseguindo levantar informações de que os dois dos envolvidos estariam em uma quitinete no bairro Módulo 04.

Os dois criminosos, um deles responsável por pilotar a motocicleta no dia da tentativa de latrocínio e o outro identificado como foragido da Penitenciária Central do Estado (PCE), foram localizados no endereço. Em buscas no local, os policiais encontraram uma mochila com duas armas de fogo, sendo uma pistola .40 com 13 munições e um revólver calibre 32 com cinco munições.

Também foram apreendidas 72 porções de maconha e três de pasta base de cocaína, todas já embaladas para venda e uma balança de precisão.

Com a prisão dos dois suspeitos, os policiais conseguiram chegar ao terceiro envolvido, localizado em um hotel da cidade. Ao avistar os policiais, o criminoso tentou fugir, porém foi detido. Em buscas no quarto do investigado, foram apreendidas 49 porções de crack e 32 de maconha, também já preparadas para venda.

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Todo material ilícito foi apreendido e os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Juína. Durante a sua qualificação, o suspeito foragido da PCE tentou se apresentar com nome falso, porém foi identificado por meio do sistema de reconhecimento facial da Polícia Civil.

No interrogatório, ele confessou ser integrante de uma facção criminosa e também admitiu ser o dono das drogas e das armas de fogo apreendidas, além de revelar a participação na tentativa de latrocínio. O outro preso também confessou a participação no crime, confirmando ser o responsável por pilotar a motocicleta utilizada no crime. O terceiro conduzido optou por permanecer em silêncio.

Segundo os relatos, o crime foi praticado com a intenção de roubar a caminhonete da vítima.

Diante dos fatos, o delegado Ronaldo Binoti Filho lavrou o flagrante contra os suspeitos que foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, além de responderão em inquérito policial pelo crime de tentativa de latrocínio.

Fonte: Da Assessoria PJC-MT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Polícia Civil mira servidor suspeito de emitir documentos falsos para facção criminosa

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a segunda fase da Operação Hidra para cumprir ordens judiciais contra um servidor público da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), envolvido em um esquema de falsificação de identidades.

A Politec colaborou com as investigações, e a Corregedoria do órgão acompanhou a Polícia Civil no cumprimento das ordens judiciais nesta quarta-feira.

Na operação, são cumpridos mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Criminal de Várzea Grande, com base em investigações da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

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O servidor atua como papiloscopista na Politec, profissional responsável pela emissão de documentos, além da identificação de vítimas e suspeitos em crimes e acidentes. As ordens judiciais foram cumpridas na residência do servidor, em Várzea Grande, e também em seu local de trabalho, no interior do Instituto Médico Legal (IML), em Cuiabá.

Além das buscas, a decisão judicial impôs medidas cautelares diversas da prisão ao servidor público e demais investigados, incluindo a proibição de manter contato entre si e de ausentar-se da comarca sem prévia autorização judicial.

Durante o cumprimento da ordem judicial na residência do investigado, foram apreendidas canetas emagracedoras contrabadeadas e anabolizantes.

Investigações

A investigação iniciou em julho de 2025, após a prisão de um homem de 44 anos, conhecido como “Perfume” ou “Kaiak”, apontado como membro de uma facção criminosa paulista, que se encontrava foragido há pelo menos 12 anos em Mato Grosso.

Na ocasião, foi descoberto que ele, sua companheira, de 32 anos, e seus dois filhos, de 12 e 15 anos, utilizavam documentação falsa. Além disso, foi apreendida, com o suspeito, uma pistola com a numeração raspada.

1ª fase da operação

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Com o aprofundamento das investigações, em agosto de 2025, foi deflagrada a primeira fase da operação, quando foi identificado um homem de 66 anos como o suposto intermediário do esquema.

Com a análise de dados extraídos na primeira fase, foi possível identificar a proximidade e as tratativas entre o suspeito que agia como intermediário, que possuía múltiplos documentos de identidade falsos com nomes distintos, e o papiloscopista alvo da investigação, que atuava na facilitação da confecção de identidades falsas.

A delegada Eliane da Silva Moraes, titular da Delegacia de Estelionato, ressalta que a operação é fundamental para garantir a integridade dos sistemas de identificação do Estado e combater a infiltração de grupos criminosos em órgãos públicos.

“O trabalho dos diversos setores da Delegacia de Estelionato de Cuiabá e a integração com a Politec foram fundamentais para o êxito da operação, que desarticulou um forte esquema de falsificação de documentos ligados a outros crimes”, disse a delegada.

Hidra de Lerna

O nome da operação faz alusão à Hidra de Lerna, criatura mitológica de várias cabeças, representando a multiplicidade de personalidades utilizadas pelos investigados para despistar a Justiça.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Sinop: homem é preso suspeito de comércio ilegal de armas

Publicado

em

foto: Só Notícias/Fabiano Marques

O homem de 34 anos foi preso, ontem à noite, suspeito de comercializar armas de fogo de forma ilegal, no bairro Jardim Botânico. A ação ocorreu após denúncias anônimas que apontavam não apenas a venda clandestina, mas também o armazenamento de armamento no próprio estabelecimento do suspeito.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, em uma das situações mais recentes, o suspeito teria se envolvido em uma discussão com a esposa, durante a qual foram ouvidos disparos de arma de fogo. Testemunhas teriam relatado aos policiais que o comportamento seria frequente, com o suspeito circulando armado nas proximidades e efetuando tiros.

Diante das informações, a equipe policial se deslocou até o endereço e realizou a abordagem. Com o suspeito, foi encontrado um revólver calibre .38, além de uma pequena porção de maconha. Questionado sobre a existência de outras armas, ele admitiu que havia mais armamento no interior do imóvel e indicou onde estavam guardados.

Durante a vistoria, os policiais localizaram uma espingarda calibre 12, sem numeração aparente, uma espingarda adaptada para calibre .22, além de 22 munições de ambos os calibres, incluindo cartuchos intactos e deflagrados. O homem foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil, para investigações.

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Só Notícias/Wellinton Cunha

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Operação Roleta Russa mira grupo que movimentou mais de R$ 20 milhões em MT

Publicado

em

foto: assessoria

A Polícia Civil deflagrou, hoje, a Operação Roleta Russa para cumprir dois mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de um veículo e do bloqueio de valores no limite de R$ 10 milhões nas contas de integrantes de uma organização criminosa envolvidos com tráfico de drogas, extorsão e outros crimes em Cuiabá. A investigação da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado tem como alvo principal uma liderança de uma organização criminosa, que atualmente se encontra preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Segundo a polícia, ele cumpre pena em regime fechado, e atingiu os requisitos para progressão ao regime semiaberto no último dia 1º de maio. O novo mandado de prisão tem como objetivo impedir a progressão de regime e mantê-lo custodiado. O segundo alvo dos mandados de prisão é o primo do investigado, que está em liberdade e é apontado como braço direito no cometimento dos crimes e na tentativa de domínio de territórios.

“As investigações apontaram que o suspeito, mesmo preso, utilizava sua posição hierárquica na facção para controlar atividades criminosas e tentar exercer domínio em bairros na capital, como o Planalto e o Altos da Serra. De dentro da unidade prisional, ele emanava ordens buscando a liderança do tráfico de drogas, das extorsões e de outras atividades criminosas em áreas designadas, em benefício próprio e da facção. Também atuava na negociação do tráfico de drogas com emissários da Bolívia e no controle dos lucros obtidos com as vendas em Cuiabá. O primo executava esses comandos de fora da cadeia”, detalhou a assessoria da Polícia Civil.

As investigações apontam que os alvos movimentaram mais de R$ 20 milhões em três anos, em favor da facção criminosa e dos familiares do conselheiro, sendo ele também o responsável por liderar a lavagem de dinheiro e a ocultação de patrimônio adquirido com os crimes praticados, com o auxílio da esposa e de um primo. A esposa, apesar de não possuir profissão ou renda fixa, mantinha uma vida confortável, com casa própria, bens de alto valor e um veículo de luxo, que será objeto de sequestro. A polícia informou ainda que entre as contas bloqueadas está a de uma advogada que já foi alvo da Operação Apito Final, também deflagrada pela GCCO.

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Redação Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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