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Agronegócio

Oferta de mandioca segue limitada e preços permanecem firmes, aponta Cepea

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Reprodução/CenarioMT

A oferta de mandioca continuou restrita na última semana, influenciada pelo feriado de Tiradentes, na segunda-feira (21), e pelas chuvas mais frequentes em grande parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). De acordo com pesquisadores do Cepea, as precipitações intensas limitaram os trabalhos de campo, dificultando o avanço da colheita.

Nas áreas onde o volume de chuva foi menor, produtores priorizaram o preparo do solo para o plantio, o que também impactou na redução da oferta de matéria-prima. Com isso, os preços da raiz de mandioca seguiram firmes, conforme mostram os levantamentos do Cepea. Ainda assim, a demanda industrial mais estável conteve altas mais expressivas nas cotações.

Entre os dias 21 e 25 de abril, a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 560,49, equivalente a R$ 0,9748 por grama de amido, registrando um leve aumento de 0,4% em relação à semana anterior.

Fonte: CenarioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Preço do feijão carioca sobe em meio à troca de safra

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A transição entre a primeira e a segunda safra tem pressionado o mercado de feijão carioca, que registrou forte valorização na última semana, impulsionada pela combinação de oferta restrita e demanda aquecida. O cenário, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), revela um descompasso no curto prazo, especialmente para grãos de melhor qualidade, mais disputados pelos compradores.

De acordo com o Cepea, as cotações do feijão carioca avançaram de forma generalizada, com boa aceitação no mercado para lotes superiores. A limitação na oferta desses grãos tem sustentado o movimento de alta, indicando um mercado firme e com tendência de manutenção dos preços enquanto persistir o desequilíbrio entre oferta e demanda.

Já no caso do feijão preto, o comportamento é diferente. Apesar de momentos pontuais de menor oferta, a demanda irregular tem impedido uma reação mais consistente nos preços. O resultado é um mercado com menor dinamismo, sem força suficiente para sustentar valorizações mais amplas.

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VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Algodão atinge maior preço desde julho de 2025

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MaisSoja

Os preços do algodão em pluma seguem em alta no Brasil e já alcançam o maior patamar nominal desde o fim de julho de 2025, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (29.04) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O avanço é medido pelo Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em oito dias, e reflete um cenário de valorização sustentado por cotações internacionais mais firmes e pela postura cautelosa dos vendedores brasileiros durante o período de entressafra.

Além do mercado externo, outros fatores têm pressionado os preços, como os valores elevados do petróleo e as condições climáticas no Brasil e nos Estados Unidos, que aumentam a atenção de produtores e compradores sobre a oferta da fibra.

No mercado spot, a comercialização ocorre de forma pontual, voltada principalmente ao atendimento de necessidades imediatas e à reposição de estoques. Segundo pesquisadores do Cepea, um volume maior de negócios ainda é limitado pelo desencontro entre as expectativas de compradores e vendedores.

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Do lado da demanda, indústrias relatam dificuldade em repassar aos fios e demais manufaturados as recentes valorizações da matéria-prima e de outros insumos. Com as vendas no varejo enfraquecidas, as compras seguem cautelosas ao longo da cadeia produtiva.

Entre os fatores que restringem o consumo estão os juros elevados, o alto endividamento das famílias e a inflação, que reduzem o fôlego do varejo e pressionam a indústria têxtil.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Café tem ritmo lento, mas expectativa é de safra volumosa

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A colheita da safra 2026/27 de café arábica no Brasil ainda avança em ritmo lento na maior parte das regiões produtoras, mas o bom desenvolvimento das lavouras mantém a expectativa de uma temporada volumosa. Segundo levantamento do Cepea divulgado nesta quarta-feira (29.04), os trabalhos de campo começaram de forma mais efetiva apenas na Zona da Mata de Minas Gerais.

No Sul de Minas, uma das principais regiões produtoras do país, a maioria dos cafeicultores ainda não iniciou a colheita. A previsão é de que as atividades ganhem força somente a partir da segunda quinzena de maio.

No Cerrado mineiro, importante praça produtora de arábica, o início efetivo da colheita deve ocorrer apenas no fim de maio, comportamento considerado típico para a região, conforme pesquisadores do Cepea.

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Em São Paulo, parte dos produtores da região de Garça já começou os trabalhos, mas o volume colhido ainda é pequeno. Na Mogiana paulista, a expectativa é de que a colheita tenha início em aproximadamente duas semanas, entre meados e o fim de maio.

No Noroeste do Paraná, as atividades também estão começando, mas podem sofrer atraso por causa das chuvas recentes. A tendência, segundo agentes consultados pelo Cepea, é de normalização assim que o tempo firmar.

Apesar do ritmo inicial mais lento, o cenário das lavouras é considerado positivo. Produtores e agentes do setor relatam bom desenvolvimento tanto do café arábica quanto do robusta, o que reforça a perspectiva de uma colheita expressiva. A Conab projeta safra recorde para o Brasil nesta temporada.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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