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Mato Grosso

61 municípios cadastraram áreas para construção de casas pelo Programa SER Família Habitação

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Casas do programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada, entregues em Várzea Grande – Crédito – Marcos Aurélio Guimarães / MT Par

Sessenta e um municípios de Mato Grosso cadastraram áreas públicas para integrar o Programa SER Família Habitação. Toda a documentação encaminhada pelas prefeituras ao Governo do Estado segue agora para análise da Caixa Econômica Federal (CEF), parceira no programa, que avaliará a viabilidade da construção conforme as exigências do agente financiador.

Idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o Programa SER Família já investiu R$ 173 milhões em subsídios para moradores de Mato Grosso, valor que beneficiou mais de 10 mil pessoas, das quais 58% delas possuem renda familiar de até dois salários mínimos.

As prefeituras que atenderam ao chamamento público feito pela MT Par, empresa pública responsável por operacionalizar o processo de cadastro, podem ser as próximas contempladas com investimentos estaduais em Habitação. A expectativa é que mais de 6 mil unidades habitacionais possam ser viabilizadas, considerando o total das áreas apresentadas. Contudo, vale ressaltar que o número exato será definido depois da aprovação do terreno e realização do projeto.

Segundo o presidente da MT Par, Wener Santos, o interesse das prefeituras demonstra que os gestores têm a habitação popular como uma das metas prioritárias e reconhecem que a falta de moradias impacta diretamente a atração de mão de obra e o desenvolvimento das cidades.

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“É uma oportunidade para os prefeitos garantirem investimentos do Governo de Mato Grosso em seus municípios. Além disso, o modelo de estruturação do programa, pensado pelo governador Mauro Mendes, já tem resultados eficientes, integra os setores público e privado, bem como atende o objetivo de levar casa para a população”, explica Wener Santos.

Santos destaca que alguns municípios que não participaram deste chamamento já possuem parceria ativa com o Programa SER Família Habitação e, em muitos casos, estão com empreendimentos em construção, como é o caso de Água Boa, Aripuanã, Conquista D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Nova Olímpia, União do Sul, Campos de Júlio, Juara, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Primavera do Leste, Rondonópolis, Santa Carmem, Sinop e Nova Canaã do Norte.

“O Programa SER Família Habitação está consolidado e, desde que começou a operar, ofereceu mais de 10 mil subsídios para aquisição de moradias em suas diversas modalidades. Estamos falando de 10 mil famílias que estão realizando o sonho da casa própria”, relembra o presidente da MT Par.

Atualmente, o programa atua em três frentes: Faixa Zero, voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade social; Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), para famílias com renda de até dois salários mínimos e inscritas no CadÚnico; e Entrada Facilitada, na qual o Governo de Mato Grosso concede até R$ 20 mil de subsídio para ser utilizado na entrada do imóvel.

Além do subsídio estadual, os beneficiários da Entrada Facilitada podem somar as vantagens do programa federal Minha Casa, Minha Vida, bem como utilizar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme critérios definidos pela CEF.

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SER Família Habitação

O programa já conta com 69.408 unidades habitacionais em processo de contratação e construção. A maioria, 52.700 unidades, pertence à modalidade Entrada Facilitada. As demais 16.708 unidades estão nas modalidades FAR e Faixa Zero.

Municípios que apresentaram áreas

Os municípios que apresentaram áreas para construção de casas populares durante o chamamento foram: Alta Floresta, Alto Taquari, Araputanga, Arenápolis, Barra do Garças, Brasnorte, Cáceres, Campinápolis, Campo Novo do Parecis, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Castanheira, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Comodoro, Confresa, Cotriguaçu, Cuiabá, Denise, Diamantino, Dom Aquino, Feliz Natal, Figueirópolis D’Oeste, Gaúcha do Norte, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itiquira, Juína, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nobres, Nortelândia, Nova Lacerda, Nova Marilândia, Nova Nazaré, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Novo São Joaquim, Paranatinga, Pedra Preta, Pontes e Lacerda, Porto dos Gaúchos, Querência, Ribeirão Cascalheira, Santa Rita do Trivelato, Santa Terezinha, Santo Afonso, São Félix do Araguaia, São José dos Quatro Marcos, Sapezal, Serra Nova Dourada, Sorriso, Tangará da Serra, Tapurah, Várzea Grande, Vera e Vila Rica.

Caroline Rodrigues | MT Par

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Agrishow Labs traz soluções de gestão de dados, automação e monitoramento para o produtor rural

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Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro se destaca em todo o mundo pelo avanço tecnológico, que é responsável por tornar a agricultura mais rentável, produtiva e sustentável. Parte dessa evolução se dá pelo crescimento no número de startups, que apresentam cada vez mais soluções inovadoras. Segundo o Radar Agtech Brasil 2025, o país reúne mais de duas mil startups do agronegócio distribuídas em centenas de municípios, refletindo a expansão desse mercado.

Na Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, o Agrishow Labs, espaço voltado à conexão com produtores e à geração de negócios, reúne startups e hubs de inovação. Na Arena de Tecnologia e Inovação são apresentadas soluções aplicadas ao campo, com foco em gestão de dados, automação e monitoramento. Entre os hubs participantes estão PwC AgTech Innovation, Supera Parque e Sebrae for Startups.

“A inovação no agronegócio deixou de ser um movimento pontual e passou a integrar a base da competitividade do setor. Hoje, o produtor rural tem acesso a soluções que conectam dados, automação e inteligência aplicada ao campo, o que muda a forma de produzir e de tomar decisões. A Agrishow cumpre o papel de aproximar essas tecnologias da realidade das propriedades, criando um espaço onde startups, empresas e produtores podem se encontrar, testar soluções e acelerar a adoção de ferramentas que aumentam eficiência e produtividade”, afirma João Marchesan, presidente da Agrishow.

Confira os destaques do Agrishow Labs nesta 31ª edição da Agrishow

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A Move Agro trouxe para a Agrishow o Opere+, um aplicativo mobile para gestão de operações com máquinas agrícolas, voltado ao monitoramento e à análise da eficiência operacional no campo. Com o recurso, pequenos e médios produtores podem acompanhar as operações diretamente do celular.
A Sell Agro traz para a feira suas tecnologias de aplicação agrícola e suporte técnico ao produtor para atendê-lo em todas as etapas do manejo.
A Inarix apresenta ferramentas com inteligência artificial embarcada para ampliar a visão computacional para digitalização e qualificação de processos em tempo real na produção de grãos.
Já a Hural desenvolveu o Hural Rover,

Agrolink & Assessoria

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Governador defende redistribuição dos royalties do petróleo no STF

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Secom-MT

O governador Otaviano Pivetta se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, para tratar da redistribuição dos royalties do petróleo entre os estados brasileiros.

A reunião foi realizada nesta terça-feira (28.4), em Brasília (DF), com os governadores de Goiás, Daniel Vilela e de Roraima, Edilson Damião Lima, além de representantes de outros Estados. O procurador-geral do Estado, Francisco Lopes, também acompanhou a agenda.

Os royalties são valores pagos pela exploração de petróleo e gás natural e hoje são concentrados principalmente em estados produtores.

De acordo com o governador, a proposta busca corrigir a forma como esses recursos são distribuídos, garantindo mais equilíbrio entre os estados.

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“Mato Grosso tem direito sobre o petróleo, que é patrimônio da União e que hoje é distribuído de forma desigual para os estados brasileiros. Somos 19 estados que, desde 2012, recebem apenas uma pequena parte do que temos direito”, afirmou Otaviano Pivetta.

O governador destacou que o Estado está atuando diretamente para garantir esse direito. “Estamos aqui com a nossa procuradoria para garantir esse direito de Mato Grosso. É uma questão de justiça na distribuição desses recursos e acreditamos que vamos avançar nesse pleito”, disse.

O tema está em análise no Supremo Tribunal Federal e deve ser julgado nos próximos meses.

Amanda Monteiro | Secom-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Max Russi articula votação urgente de projeto que reduz quase R$ 500 milhões em impostos em MT

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Créditos: Gil Gomes

 

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu, nesta terça-feira (28), um pacote de medidas do governo do estado focado na redução da governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao presidente da Casa, deputado Max Russi (Podemos), soma um impacto de quase meio bilhão de reais em economia direta para a população e setores produtivos apenas este ano.

O pacote é uma resposta estratégica à volatilidade de preços causada pelo cenário geopolítico mundial. “Estamos falando de uma redução de impostos de mais ou menos meio bilhão esse ano”, destacou o governador Otaviano durante a entrega da proposta.

O deputado Max Russi garantiu que a Assembleia dará prioridade total à matéria devido à sua relevância social. A expectativa é que o projeto seja lido em plenário já nesta quarta-feira (29) e votado em regime de urgência.

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“O governador está com dois projetos muito bons para Mato Grosso, focados na redução de impostos. A Assembleia trabalhará com agilidade para que esses benefícios cheguem o quanto antes ao cidadão. Nossa meta é concluir a votação, no máximo, até a próxima semana”, afirmou Max Russi.

Proposta

• Subsídio ao Óleo Diesel: O Estado investirá cerca de R$ 122,4 milhões para reduzir o custo do combustível. A medida faz parte de uma adesão ao regime emergencial do Governo Federal, ajudando a conter o preço do diesel que impacta diretamente no valor dos fretes e, consequentemente, dos alimentos no supermercado.

• Congelamento do Fethab: O governo propõe o congelamento do valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF/MT) até 31 de dezembro de 2026 para fins de recolhimento ao Fethab. Essa medida representa uma economia de aproximadamente R$ 350 milhões, evitando o aumento automático de taxas incidentes sobre as cadeias produtivas.

Anny Gondim – Assessoria de Imprensa

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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