Destaque
Mecanização transforma a silvicultura e amplia espaço para mulheres no setor florestal
Aline Reis Claro, de 39 anos, sempre sonhou em trabalhar com maquinário
O avanço da mecanização nas operações florestais tem contribuído para ampliar o espaço das mulheres no setor. A presença feminina na atividade vem crescendo de forma consistente, com profissionais ocupando funções operacionais, técnicas e administrativas em uma área historicamente marcada pela predominância masculina. Hoje, elas estão no campo, nas cabines das máquinas e nas rotinas que sustentam a operação, como segurança do trabalho, manutenção e controle de processos.
De acordo com o mais recente Panorama de Gênero do Setor Florestal, levantamento realizado pela Rede Mulher Florestal, a participação feminina passou de 12% em 2020 para 18% em 2023, refletindo um movimento gradual de transformação impulsionado, entre outros fatores, pela modernização das operações florestais.
Na Reflorestar Soluções Florestais, especializada em soluções 100% mecanizadas em silvicultura, colheita e carregamento de madeira, essa mudança também é perceptível. Atualmente, a empresa conta com 54 mulheres em seu quadro de colaboradores, das quais 30 atuam diretamente no campo, em atividades como operação de máquinas, segurança do trabalho e suporte operacional.
Em duas unidades operacionais da empresa, a presença feminina é ainda mais expressiva. Em Lençóis Paulista (SP), as mulheres representam cerca de 21% dos colaboradores, enquanto em Água Clara (MS) essa participação chega a 34%.
Para Igor Souza, diretor florestal da Reflorestar, a evolução da mecanização tem contribuído diretamente para ampliar as possibilidades de atuação no setor. “A mecanização abriu novas oportunidades dentro da atividade florestal. Hoje vemos cada vez mais mulheres assumindo funções importantes na operação, na segurança e no suporte às equipes de campo. Para nós, diversidade significa ampliar talentos e fortalecer o desempenho das operações.”
Do sonho à cabine
Em Lençóis Paulista (SP), Aline Reis Claro, de 39 anos, sempre sonhou em trabalhar com maquinário. Antes de ingressar na Reflorestar, foi caixa de supermercado e trabalhou em um viveiro de mudas. Quando viu uma vaga divulgada nas redes sociais da empresa, enxergou ali uma oportunidade importante. Já possuía habilitação categoria D e desejava trabalhar como tratorista ou motorista de caminhão.
A porta de entrada dela foi o cargo de auxiliar de serviços florestais, com treinamento e perspectiva de crescimento. “Aceitei prontamente, pois entendi que seria uma chance de ser treinada para, no futuro, alcançar meu objetivo de conduzir máquinas”, conta.
Hoje, Aline trabalha na cabine da plantadora PlantMax X3 e é responsável pelo controle do braço mecânico que realiza o plantio, enquanto um colega conduz o forwarder que puxa o equipamento. “Fico sozinha na cabine cuidando do braço que realiza o plantio. Daqui a alguns anos, me imagino operando máquinas grandes ou caminhões, evoluindo dentro da minha profissão”, afirma.
Sobre o ambiente de trabalho, ela relata que foi bem recebida pela equipe. “Algo que me chama atenção é que a empresa contratou muitas mulheres, e os colegas apoiam nossa presença. Acredito que a mulher deve ir para onde tiver vontade. Tem espaço para todos.” Em casa, Aline diz incentivar a irmã e a filha mais velha, de 18 anos, a seguirem o mesmo caminho.
Cuidar das pessoas como realização profissional
Na unidade operacional da Reflorestar em Três Lagoas (MS), Camila Matias dos Santos, de 29 anos, atua como técnica em Segurança do Trabalho e descreve a escolha pela profissão como uma decisão ligada ao cuidado com as pessoas.
Ela chegou à área por meio de uma bolsa de estudos oferecida pelo governo na região. Demorou a conseguir a primeira oportunidade, mas, quando entrou na área, decidiu seguir carreira. “Eu gosto muito do que faço. Ir para o campo, às vezes pernoitar fora de casa, não é um peso. É uma extensão da minha vida, do que eu escolhi para mim.”
Entre suas principais funções estão orientar as equipes, conduzir conversas de alinhamento, entregar EPIs e organizar treinamentos e registros exigidos por normas trabalhistas. “Nosso maior foco é não ter ocorrência na operação. Queremos que todos voltem para casa da mesma maneira que saíram.”
Para o futuro, Camila conta que está finalizando o curso de Engenharia e planeja atuar como engenheira de segurança, mantendo forte conexão com a rotina de campo. “Para criar procedimentos, precisamos entender a realidade da operação”, afirma.
Movida pela vontade de crescer
No Sul da Bahia, Viviane Modesto, de 42 anos, mora em Posto da Mata (BA) e entrou na Reflorestar em julho de 2024 para atuar como auxiliar administrativa, após indicação de um amigo. “Para mim, essa oportunidade foi uma verdadeira resposta de oração. Foi uma chance de recomeçar”, relata.
Sua rotina começa cedo, com a participação no DDS (Diálogo Diário de Segurança), e segue com atividades administrativas e apoio às áreas operacionais. Viviane atua de forma integrada com diferentes áreas da operação, contribuindo para a manutenção, o controle de estoque e a segurança. Sempre que necessário, também realiza visitas ao campo, fortalecendo a conexão entre as equipes administrativas e operacionais.
Casada e mãe de um adolescente, ela planeja seguir crescendo dentro da empresa. “Olhando para o futuro, me vejo crescendo dentro da área de manutenção. Gosto de resolver dificuldades e organizar processos, e quero adquirir cada vez mais conhecimento. Estou em uma empresa que valoriza o trabalho e oferece oportunidades para quem demonstra vontade de aprender.”
Histórias como as de Aline, Camila e Viviane mostram como a presença feminina vem ganhando espaço em diferentes áreas da atividade florestal. Aliado à mecanização e à evolução tecnológica das operações, esse movimento contribui para tornar o setor cada vez mais diverso, qualificado e alinhado às transformações da silvicultura moderna.
Sobre a Reflorestar
Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.
Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar .
Mais informações:
Érica Vaz
[email protected] – (31) 99647-1485
Erica da Silva Vaz Souza
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
Investimentos do governo de RO em infraestrutura fortalecem escoamento da produção na Zona da Mata

Ao todo, 161 quilômetros já foram concluídos, garantindo melhores condições de trafegabilidade na região – Fotos: George Henrique
O governo de Rondônia segue avançando com importantes obras de infraestrutura viária na região da Zona da Mata. Um dos destaques é a manutenção asfáltica realizada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO) na RO-010, no trecho que liga o município de Pimenta Bueno até Nova Brasilândia d’Oeste. Ao todo, 161 quilômetros já foram concluídos, garantindo melhores condições de trafegabilidade, mais segurança aos usuários e fortalecimento da logística regional, especialmente para o escoamento da produção agrícola.”
Além disso, as equipes do DER-RO também atuam na RO-481, no trecho do perímetro urbano de Nova Brasilândia até o município de São Miguel do Guaporé. São 52 quilômetros em execução, ampliando os investimentos em mobilidade e desenvolvimento para a região. A ação conjunta das usinas de asfalto de Rolim de Moura e Cacoal, são fundamentais para garantir agilidade e qualidade na execução dos serviços.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, salientou a importância das obras para o desenvolvimento do estado. “Estamos investindo na recuperação e manutenção das rodovias, porque sabemos que estradas com qualidade significam mais desenvolvimento, mais segurança e mais oportunidades para a população.”
São 52 quilômetros em execução, ampliando os investimentos em mobilidade
De acordo com o diretor-geral do DER-RO, Eder Fernandes, o trabalho vem sendo executado com equipes próprias e planejamento contínuo, garantindo o acompanhamento de todas as etapas, desde a produção do asfalto até a aplicação, com foco na durabilidade da pavimentação e na melhoria das condições de tráfego nas rodovias.
O gerente da Usina de Asfalto de Cacoal, Sebastião Cardoso, ressaltou que a atuação das usinas é essencial para manter o ritmo das frentes de trabalho. “A produção de massa asfáltica precisa acompanhar a demanda das equipes em campo, e esse alinhamento tem permitido mais rapidez na execução dos serviços e melhores resultados nas rodovias atendidas.”
O responsável pela Coordenadoria de Usinas de Asfalto (Cousa), Lucas Albuquerque, evidenciou o papel das usinas no andamento das obras. “A Usina de Asfalto de Cacoal tem sido essencial para dar suporte às equipes em campo, garantindo material de qualidade e contribuindo para que os serviços avancem com mais eficiência e dentro do cronograma.”
Secom – Governo de Rondônia
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
Susto no Campo: Enxame de abelhas surpreende trabalhadores

Imagem: reprodução
Um dia de trabalho rotineiro na zona rural de Luiziana, município localizado a cerca de 33 km de Campo Mourão, transformou-se em momentos de tensão e raciocínio rápido para um grupo de agricultores nesta semana. O que parecia ser apenas o barulho de uma máquina revelou-se um grande enxame de abelhas em deslocamento, cercando a equipe que operava no plantio.
O Momento do Ataque:
Diferente de acidentes com desfechos trágicos, o episódio em Luiziana terminou sem ferimentos graças à experiência e à calma dos trabalhadores. Ao perceberem a aproximação sonora das abelhas — o que indicava um enxame de passagem ou em busca de um novo local para a colmeia — a ordem de deitar no chão foi imediata: “A gente escutou o barulho e eu falei: ‘deita’, porque geralmente essas abelhas são de passagem. Achamos que elas iam embora, mas elas acabaram ficando na nossa plantadeira”, relatou um dos trabalhadores.
Menor oferta segue sustentando cotações de feijão
Estratégia e Alívio
Os agricultores permaneceram imóveis por cerca de 15 minutos, deitados contra o solo, enquanto o enxame se concentrava no maquinário agrícola. A situação exigiu paciência até que uma brecha permitisse a saída segura.
Um dos integrantes do grupo conseguiu se arrastar silenciosamente até uma caminhonete próxima. Com o veículo, ele deu a volta, acessou a cabine do trator e conseguiu afastar o maquinário em direção a uma área de mata, dispersando o perigo. Apesar do susto e do “desespero” inicial, ninguém sofreu picadas.
Por que deitar no chão funciona?
Especialistas e o próprio relato dos trabalhadores confirmam que manter a calma é a melhor defesa. Ao deitarem e evitarem movimentos bruscos ou manuseio de ferramentas que emitam vibrações intensas, os agricultores deixaram de ser vistos como uma ameaça pelas abelhas. “Graças a Deus, pensamos rápido. Deu tudo certo”, finalizou o agricultor, aliviado por voltar para casa ileso.
Com Redação
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Fotos: Divulgação
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Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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