Mato Grosso
Marcos Rogério destina R$ 46,5 milhões em emendas para saúde e infraestrutura em Rondônia

da Assessoria
Em um cenário marcado pela cobrança por renovação política e maior eficiência no uso do dinheiro público, o senador Marcos Rogério voltou a associar seu mandato à pauta da mudança administrativa ao garantir R$ 46,5 milhões em emendas para ações de saúde e infraestrutura em Rondônia. Os recursos, pagos ao longo de maio, alcançam ao menos 35 municípios e reforçam a presença do senador em diferentes regiões do estado.
Do total, R$ 29,5 milhões foram destinados à saúde e R$ 16,9 milhões a obras e melhorias urbanas. Os valores incluem custeio de serviços, manutenção de atendimentos, reforma e construção de unidades de saúde, além de pavimentação, calçamento, bloquetes, recapeamento, micro revestimento urbano e construção de ponte.
Aliados do senador avaliam que os repasses reforçam a imagem de um modelo político voltado à presença nos municípios e à execução prática de investimentos, contrapondo antigas críticas sobre concentração de recursos e lentidão administrativa em setores essenciais. A estratégia também fortalece o discurso de Marcos Rogério de que Rondônia precisa de uma gestão mais eficiente, municipalista e conectada às demandas reais da população.
A saúde concentrou a maior parte dos repasses efetuados no período. Entre os investimentos, Machadinho d’Oeste recebeu R$ 212.714,88, valor correspondente à 12a parcela da construção do Hospital Regional. Rolim de Moura também foi contemplado com R$ 3 milhões para a reforma do hospital.
Além dos investimentos em estrutura hospitalar, os repasses incluíram recursos para custeio de serviços em municípios como Seringueiras, Cujubim, Alvorada do Oeste, Cacaulândia, São Miguel do Guaporé, Primavera de Rondônia, Corumbiara, Rio Crespo e Campo Novo de Rondônia. Os valores reforçam o atendimento da rede municipal de saúde e ajudam a manter os serviços prestados à população.
Na infraestrutura, os repasses somaram R$ 16.978.093 e alcançaram diversas frentes de investimento. Ji-Paraná recebeu R$ 995 mil para calçamento. Alta Floresta d’Oeste teve R$ 995 mil destinados a micro revestimento urbano. Alto Paraíso recebeu R$ 1.492.500 para obra de bloquete no bairro Rota do Sol II, setor 9. Castanheiras recebeu R$ 796 mil para a construção de ponte na linha 176 Sul.
Também houve liberação de recursos para obras em Colorado do Oeste, Presidente Médici, Primavera de Rondônia e Rio Crespo, dentro da linha de transferências especiais voltadas a melhorias urbanas e de mobilidade. Os repasses foram efetuados ao longo de maio e totalizaram R$ 46.510.735,31 no período.
Marcos Rogério afirmou que os recursos reforçam setores essenciais e ampliam a capacidade de resposta das prefeituras. “Recurso público precisa chegar de fato à cidade e se converter em atendimento. Com o pagamento efetivado, a gestão municipal ganha condições de sustentar serviços, qualificar estrutura e enfrentar limitações históricas na saúde e na infraestrutura”, declarou.
Nos bastidores políticos, o volume de recursos destinados aos municípios também é interpretado como mais um movimento de consolidação do senador no discurso de mudança para Rondônia. Em um estado cansado de promessas que evaporam no calor do palanque, obra entregue e recurso pago acabam falando mais alto que slogan.
Rondoniagora
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Postos em Cuiabá venderão gasolina a R$ 2,25 nesta quinta

Divulgação
Lojas de diversos segmentos varejistas e postos de combustíveis da capital mato-grossense participam, nesta quinta-feira (28.05), do Dia Livre de Imposto (DLI), organizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá).
O movimento completa 23 anos no Brasil e é coordenado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para conscientizar a sociedade sobre a alta carga tributária e provocar uma reflexão sobre o baixo retorno desses valores em serviços públicos essenciais.
Entre as empresas participantes da ação em Cuiabá estão lojas em diferentes regiões da cidade, inclusive nos shoppings centers, nos segmentos de moda masculina, feminina e infantil; postos de combustíveis;
concessionárias de veículos; móveis e eletrodomésticos; colchões, cama, mesa e banho; decoração e utilidades domésticas; calçados e acessórios; óticas; informática e telefonia; materiais de construção, aviamentos; farmácias de manipulação, empório e papelaria. Confira as lojas participantes.
As empresas que aderem ao DLI escolhem um ou mais produtos e os colocam à venda pelo valor real, subtraindo integralmente a carga tributária.
“O Dia Livre de Impostos mostra, na hora do consumo, o peso real dos tributos sobre cada produto. É um convite à reflexão: será que estamos recebendo de volta, em saúde, segurança, mobilidade e educação, tudo o que pagamos de impostos?”, observou o presidente da CDL Cuiabá, Júnior Macagnam.
Veículos e TVs – Um veículo e uma motocicleta, além de dois televidores, serão colocados à venda no DLI com ospreços livre de impostos. Os consumidores interessados deverão se inscrever no site da CDL Cuiabá informando o produto que desejam adquirir, sendo que para cada produto será necessária uma inscrição.
Confira como fazer a inscrição:
Veículo Renault Kwid Zen
Motocicleta Yamaha
Televisores
Serão comercializados um Renault Kwid Zen zero km e uma motocicleta Yamaha. Os tributos serão absorvidos pelas empresas organizadoras.
Os televidores de 55 e 65 polegadas serão comercializados pela Lojas Martinello.
Combustíveis – Quatro postos localizados em diferentes regiões de Cuiabá vão comercializar, na quinta-feira, 1.500 litros de gasolina cada um livre de imposto. O abastecimento será limitado a 20 litros por veículo e cinco litros por motocicleta e enquanto durar o estoque nos postos participantes.
Conforme o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) em Mato Grosso, o preço médio de venda da gasolina comum é de R$ 6,44. Desse valor, o consumidor paga R$ 2,25 em impostos, que inclui tributos federais, como a Cide, o PIS e a Cofins; e o ICMS, que é estadual.
Veja os enddereços dos postos participantes em Cuiabá:
• Posto Camisa 10 –Av. Historiador Rubens de Mendonça, 1578 – Bosque da Saúde
• Auto Posto América – Av. Brasília, 1.275 – Jardim das Américas (ao lado da academia Blue Fit)
• Auto Posto Digoreste – Avenida Fernando Corrêa da Costa, 4355 – Coxipó
• Posto Nossa Sra. da Conceição – Av. Beira Rio, 2933 – sentido Unic (esquina antes da universidade)
Folha Max
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Caiado defende agronegócio e critica narrativa contra produtores rurais no Fórum LIDE Agro

Divulgação
O Fórum LIDE Agro abriu oficialmente a programação da GreenFarm 2026 na noite desta quarta-feira (27), no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá, com lideranças políticas, empresários, produtores rurais e especialistas para discutir os desafios e oportunidades do agronegócio brasileiro. Entre os destaques da abertura estiveram o pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado, o governador Otaviano Pivetta, o ex-ministro Ricardo Salles, e o ex-procurador da República e ex-deputado federal, Deltan Dallagnol.
Durante a abertura, Ronaldo Caiado defendeu medidas voltadas ao combate do endividamento rural, o fortalecimento da produção nacional de fertilizantes e o aproveitamento estratégico das terras raras brasileiras. O político também relembrou sua atuação histórica em defesa do agronegócio no Congresso Nacional.
“Quando iniciamos a defesa do produtor rural, não era top nem tec. Era o patinho feio, que realmente ninguém queria defendê-lo. Era demonizado, não tinha solidariedade. Nós tivemos a coragem de desbravar um momento em que o Brasil queria socializar as terras”, afirmou.
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, dedicou sua fala a mostrar que o estado avançou em infraestrutura, saúde e educação após o reequilíbrio financeiro da gestão pública. Ele também defendeu a livre iniciativa como motor do desenvolvimento econômico e do agronegócio.
“O Estado não produz nada. O Estado pode fazer investimentos estratégicos para induzir o desenvolvimento. É nisso que acreditamos. Liberdade econômica, livre iniciativa, emancipar as pessoas e gerar desenvolvimento”, declarou.
Presidente do LIDE Mato Grosso, Igor Taques, destacou o protagonismo do estado na produção agropecuária nacional e a importância de ampliar o debate sobre os rumos do setor. “Este é o sétimo evento realizado pelo LIDE Mato Grosso neste ano e, desta vez, dedicamos integralmente o fórum ao agronegócio mato-grossense, um setor estratégico que movimenta a economia brasileira e posiciona Mato Grosso como protagonista no cenário nacional”, afirmou.
Idealizadora e organizadora da GreenFarm, Randala Lopes destacou a importância da parceria com o LIDE Mato Grosso para trazer ao estado nomes influentes do cenário político e econômico nacional. “A parceria com o LIDE foi incrível. Conseguimos trazer os principais atores do cenário político nacional, que influenciam diretamente a vida do produtor rural. Mato Grosso é o estado que mais produz no Brasil e essas discussões precisam passar por Cuiabá”, destacou.
Randala também aponta o crescimento da feira e a dimensão internacional conquistada pelo evento. “A GreenFarm nasceu com o propósito de mostrar para o Brasil e para o mundo a força do agro de Mato Grosso, a grandeza do agronegócio brasileiro e a força do nosso povo. Começamos com 40 expositores e hoje reunimos 180 parceiros. São 15 países participando com representantes e câmaras de comércio, além de mais de 80 expositores da agricultura familiar em parceria com a Seaf”.
No painel da noite sobre “Os Desafios do Brasil Produtivo: Liberdade Econômica, Desburocratização e Segurança Jurídica”, o ex-ministro do Meio Ambiente e deputado federal Ricardo Salles criticou o excesso de burocracia e comentou os impactos econômicos da proposta de fim da escala 6×1 em discussão no Congresso Nacional. “O que o governo pode fazer de bom para o setor privado é não atrapalhar”, afirmou.
Ricardo Salles também criticou a aplicação de multas ambientais em áreas abertas durante programas de expansão incentivados pelo próprio governo federal em décadas anteriores.“Um estado como Mato Grosso, que tem uma das agriculturas mais modernas do planeta, foi aberto por brasileiros corajosos incentivados pelo governo. Depois essas pessoas são multadas por fazer aquilo que o próprio governo incentivou”, disse.
Ex-deputado federal, escritor e agrônomo, Xico Graziano abordou os desafios da comunicação do agronegócio com a sociedade e defendeu maior aproximação do setor com a população e opinião pública.
“Há um problema de imagem abatendo o agro. Temos o desafio de sermos respeitados pela sociedade. Nem sempre os agricultores e produtores rurais sentem isso em muitos locais, seja por desconhecimento, razões políticas ou até por falta de capacidade nossa de nos comunicarmos”, afirmou.
O ex-procurador da República e ex-deputado federal, Deltan Dallagnol, apontou que o agronegócio brasileiro enfrenta dificuldades econômicas e também uma disputa de narrativa perante a sociedade. Dallagnol também defendeu a realização de eventos voltados ao fortalecimento da imagem do agro e à valorização dos produtores rurais.
“O agro hoje no Brasil é injustiçado. Não recebe as políticas públicas necessárias, sofre com taxas de juros altíssimas e com o endividamento. Além disso, é tratado por muitas narrativas como fascista e desmatador, inclusive em livros didáticos. Quando olhamos para os fatos, a realidade é exatamente o contrário. O agro alimenta o Brasil, garante segurança alimentar, ajuda a alimentar 10% do mundo, representa um quarto da riqueza produzida no país e responde por cerca de 50% da nossa balança comercial”, assevera.
Francisco Matturro, presidente da Rede ILPF e head do LIDE Agronegócio, palestrou sobre o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta e destacou a evolução tecnológica e produtiva do agro brasileiro.
Também participaram do evento o ex-senador e CEO do Grupo MC Empreendimentos, Cidinho Santos, o ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Neri Geller, o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, o economista Vivaldo Lopes, o diretor da ABFiagro, Rogério Boueri, e o diretor-executivo do Fórum Agro MT, Xisto Bueno e a comentarista da Jovem Pan News e presidente do IB Debates, Jess Peixoto.
GreenFarm
O evento segue até o dia 30 de maio com estandes para visitação no Pavilhão de Negócios, leilões de bovinos e cavalos de alta genética, exposição de animais, além da Energy Farm, o InovaFarm, o Summit Pensar Agro, Fazenda Rosa e mais de 80 expositores da agricultura familiar. (com Culture Comunicação | Assessoria LIDE MT)
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Setor produtivo cobra apoio do Ministério da Agricultura ao PL que trata do endividamento rural

Setor produtivo cobra apoio do Ministério da Agricultura ao PL que trata do endividamento rural. Foto: Assessoria – Aprosoja.
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), juntamente com a Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (AMPA) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), se reuniu nesta terça-feira (27) com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para solicitar apoio do Governo Federal ao Projeto de Lei nº 5.122/2023, que trata da renegociação do endividamento rural.
Durante o encontro, as entidades reforçaram a necessidade de que o Ministério da Agricultura atue de forma firme dentro do governo para garantir o avanço da proposta, considerada estratégica para assegurar segurança jurídica e preservar a atividade agropecuária no país.
O projeto, que teve relatório aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, deverá seguir para votação no plenário da Casa e, posteriormente, para análise da Câmara dos Deputados. O texto é visto pelo setor produtivo como uma medida emergencial para reorganizar dívidas rurais, recuperar a capacidade de pagamento dos produtores e evitar impactos na próxima safra.
Dados do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop/Bacen), com base no Sicor, apontam que o saldo de crédito rural problemático chegou a R$ 186,5 bilhões no Brasil em abril de 2026. Somente em Mato Grosso, o montante alcançou R$ 21,8 bilhões, representando cerca de 20,2% do saldo total do crédito rural no estado.
Segundo a Aprosoja MT, o cenário tende a se agravar devido à concentração de vencimentos registrados no fim de abril, aumentando a pressão financeira sobre os produtores rurais.
Em documento entregue ao ministro, a entidade defendeu que a regulamentação da futura lei seja construída com critérios técnicos e compatíveis com a realidade enfrentada no campo, sem burocracias ou exigências que possam dificultar o acesso dos produtores à renegociação.
O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destacou que a preocupação do setor é garantir que a política pública funcione efetivamente na prática.
“O produtor precisa de uma solução que funcione na prática. Não basta aprovar uma política pública se, depois, os critérios impedirem quem mais precisa de acessar a linha especial de financiamento”, afirmou.
As entidades também defenderam a manutenção dos critérios aprovados no relatório da CAE, como a inclusão de operações formalizadas até 31 de dezembro de 2025, a proibição de exigência de garantias adicionais, a suspensão de cobranças durante o pedido de renegociação e a garantia de acesso a novos financiamentos rurais.
Para o setor produtivo, a discussão vai além da renegociação de dívidas e envolve a continuidade da produção agropecuária, a manutenção da próxima safra e os reflexos econômicos em toda a cadeia ligada ao agronegócio.
A Aprosoja MT informou que continuará acompanhando a tramitação do PL 5.122/2023 no Congresso Nacional e atuando para evitar alterações que possam limitar o alcance da proposta ou excluir produtores impactados pela crise financeira no campo.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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