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Mato Grosso

Botelho homenageia integrantes do projeto Feira Popular na Praça

Publicado

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]Nesta terça-feira (28), às 15 horas, no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, ocorre a sessão especial alusiva aos 18 anos de criação do Projeto Feira Popular na Praça.

A iniciativa do deputado Eduardo Botelho, presidente da ALMT, destaca a importância do projeto que apresenta o melhor da arte e cultura de Mato Grosso, com a exposição de produtos da terra, como por exemplo, as comidas típicas e artesanatos.

“Durante a Sessão Especial vamos homenagear os profissionais, entidades e empresas, que atuam no brilhante projeto Feira Popular na Praça. Eles levam para o público consumidor o melhor da gastronomia e da arte mato-grossenses”, destaca Botelho.

Ter o trabalho reconhecido pela Casa de Leis tem um impacto significativo na vida dos artesãos e de vários cozinheiros talentosos. “É uma honra receber essa homenagem, que valoriza o nosso trabalho”, afirma o jornalista Vital Siqueira, que dá vida a personagem Comadre Pitú. Ele é responsável pela divulgação das feiras nas praças de Cuiabá.

Lista dos homenageados com Moção de Aplausos:

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1 .Águas Cuiabá

2. Aircione do Carmo M. Tatsuno

3. Alayde Abes Botelho Taveira

4. Alessandra Maria Menezes S. Black

5. Altamira Martins Brandão

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6. Ana Brígida Domingos

7. Ana Cristina Lana Teixeira – Águas Cuiabá

8. Ana Maria Almeida da Silva

9. Ana Maria Fernandes

10. Arilce Maria Sigarini

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11. Arlete Vanni Oliveira Silva

12.vanira de Jesus Costa

13. Beatriz Amaro de Jesus – “Bia Boréu”

14.Caçula do Pandeiro

15. CDL]

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16. Célio Fernandes – CDL

17. Claudia Fioravante Matteussi

18. Creuza Saturnina da Silva

19. Cristiana de V. Lopes

20.Cristovão Luiz Gonçalves da Silva

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21. Daniel de Jesus Rodrigues – “Bolacha”

22.Daniele Pereira Valim

23. Daniella Paula Oliveira

24. Danielle Rossi – Pantanal Shopping

25.Daurisson de Souza Santos – SENAI

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26.Deise Fátima Pedroso Martins

27.Denner Oliveira

28.Desembargadora Maria Erotides Knaip

29. Diva da C. e Silva Hermes

30.Dr.ª Amini Haddad Campos

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31.Dr.ª Rosana Leite Antunes de Barros

32.Edilson Proença

33.Edinéia Carvalho Saboia

34.Edinho Cuiabano – in memoriam

35.Edivane Inês Noschang

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36.Eliete Maria da Conceição

37.Fabiana de Araújo

38.Fecomércio

39. Fernanda C. de Oliveira

40.Fernanda Costa de Oliveira

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41.Flavinho Assis

42.Flor Morena

43.Francisca Ferreira da Silva

44.Francyswana do Carmo Akerley da Costa

45.Genis Maria de França

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46.Givanessa Oliveira Pereira Vieira

47.Grupo Flor do Campo

48.Grupo Siriri Elétrico

49.Helen Silva Santos

50.Helena Bastos

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51.Hilda Costa França

52.Ieda Alves Lopes

53.Iracilda Botelho54.Isabela Falconi

55.Ivanice Pereira da Silva

56.Izabel Cristina Oliveira Hanage

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57.Jacy Proença

58. Jamaica Kamawwe

59.Jeferson da Silva Arruda

60.Jefferson Miongo

61.Jefferson Talles

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62.Jocineide de Jesus

63.Joelma de Jesus Pereira

64.José Wenceslau Souza Júnior – Fecomércio

65.Josimauro Marcelo da Silva

66. Justino Astrevo

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67.Kati Jaize de Souza

68.Kátia Arruda

69.Laura Jesus – Pantanal Shopping

70.Lediany Santiago – SENAI

71.Leiliane Silva da Cruz

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72.Luanda Catarina de Jesus

73.Lúcia Ferreira

74.Luciana Bueno

75.Lucylene Alves da Cunha

76.Luiz Eduardo Proença

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77.Luiz Gonçalves Ferreira

78.Luiz Marchetti

79.Luzinete Gomes Rodrigues

80.Maíra Fernanda M. Calcanhoto

81.Malu Jara

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82.Manoel “Manezinho”

83.Maria de Lourdes Lopes

84.Maria de Lurde Arruda

85.Marizeti Pereira dos Santos

86.Maura da Silva Souza

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87.Meridiane P. Campos de Paula

88.Mildes Galvão Pinheiro

89.Nazário Miranda Martínez

90.Nilce Maria Paes Barreto Francia

91.Noeide Rodrigues de Moura

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92.Odalir Paula da Costa

93.Orides Borges

94.Padre Felisberto Samoel da Cruz

95.Pantanal Shopping

96.Professora Mariza Beatriz de Souza

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97.Roberto Botelho Guimarães

98. Roberto França – Resumo do Dia

99.Rosely Santos da Rocha

100.Rosineide Moraes Cruz

101.Salustiana Almeida da Silva

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102.Sara dos Santos Lima Wurfel

103. Sebastião Rosa Maia

104. Semites Marques

105.SENAI

106.Sophie Campos

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107.Suzana Araújo de Almeida

108. Suzy Heidy Janete Miranda Còrdova

109. Tereza Kostrowski

110. Thaís Costa Serra

111.Vera Lúcia Saturnino da Silva

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112.Vera Marques de Figueiredo

113.Vital Siqueira – Comadre Pitu

114.Viviane Souza dos Santos – Espaço Afro

115.Weber Luiz Fraga da Silva – Comadre Sebastiana

SERVIÇOS:

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O QUE? Presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho realiza Sessão Especial para homenagear integrantes do projeto Feira Popular na Praça

LOCAL? Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na ALMT

Data e horário: 28/5, às 15h

ITIMARA FIGUEIREDO

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Governo de MT deflagra 291 operações e aplica R$ 2,7 bilhões em multas contra crimes ambientais

Publicado

em

Crédito – Karla Silva Sema-MT

 

O Governo de Mato Grosso aplicou R$ 2,7 bilhões em multas contra desmatamento ilegal e crimes ambientais em 2025. Deste montante, 21,2% foram aplicadas de forma remota e 78,8% in loco durante operações.

A maior parte das multas foi emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), somando mais de R$ 1,3 bilhão. O Batalhão e as Companhias Independentes de Polícia Militar de Proteção Ambiental foram responsáveis por R$ 1,1 bilhão. O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), do Corpo de Bombeiros, também aplicou R$ 312 milhões em multas.

Neste período, a Sema deflagrou 291 operações contra desmatamento ilegal e atendeu a 3.749 alertas de desmatamento. A maior parte das operações foi deflagrada pela Coordenadoria de Fiscalização de Fauna.

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“Somos reconhecidos pelo MapBiomas e pelo programa Brasil Mais, do Ministério da Justiça, como o estado brasileiro com melhor performance no combate ao desmatamento ilegal. Investimos fortemente em tecnologia. Nosso monitoramento por satélite é diário, e nossas equipes atuam com planejamento. Essas estratégias, somadas a um licenciamento mais eficiente, têm mudado nossa trajetória”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

A área autuada foi de 197 mil hectares, sendo 79 mil hectares por desmate ilegal, 72 mil hectares por descumprimento de embargo, 35,7 mil hectares por exploração ilegal, 10,3 mil hectares por uso ilegal de fogo e 1 mil hectares por exploração ilegal de minério.

Foram emitidos 3.682 autos de infração, 2.300 notificações, 2.379 termos de embargo, 5.723 autos de inspeção, 916 termos de apreensão e 516 termos de depósito.

“Mato Grosso continua em uma redução de desmatamento significativa, quando comparado com a média histórica. Em 2025, foi registrada uma redução de 8% na média dos últimos 10 anos. Com relação ao pico do desmatamento, em 2004, essa redução é de mais de 86%”, afirmou o secretário executivo de Meio Ambiente, Alex Marega.

Planejamento das operações

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As fiscalizações da Operação Amazônia são planejadas a partir do monitoramento constante das alterações na cobertura da vegetação nativa do Estado de Mato Grosso. A Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento, da Sema, planeja a ação remota ou em campo depois de receber os dados, traçar as prioridades, analisar os alertas e identificar as regiões de maior pressão de desmatamento para direcionar as equipes de campo.

O monitoramento é realizado com o uso da plataforma de imagens Planet e do sistema automatizado de geração de alertas de desmatamento, que é atualizado e disponibilizado semanalmente. Com esses avisos, as equipes entram em contato, por meio de e-mail**,** com o proprietário da área para que cesse imediatamente o desmatamento, uma vez que ele pode ser responsabilizado de forma administrativa, civil e criminal pelo dano.

A plataforma permite celeridade de resposta, facilita a responsabilização e possibilita o embargo da área de forma imediata. As máquinas de porte médio e pesado, além de outros acessórios rurais flagrados na prática de crimes ambientais, são removidos do local, efetivando a responsabilização, já que a apreensão de bens promove a descapitalização do infrator.

As operações de combate a crimes contra a flora ocorrem com equipes formadas por servidores da Superintendência de Fiscalização da Sema ou das Diretorias de Unidades Desconcentradas (DUDs), com apoio da Segurança Pública, especialmente da Polícia Militar (PM) e do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA).

Denúncia

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Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelos números 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp), pelo e-mail [email protected]
, pelo aplicativo MT Cidadão ou Fale Cidadão da CGE, ou em uma das regionais da Sema.

Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.

Renata Prata | Sema-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Brasil atinge menor taxa de desemprego da história e renda do trabalhador do campo aumenta

Publicado

em

Foto: Divulgação

Os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registraram o maior crescimento do rendimento médio mensal real entre os grupamentos de atividade, com alta de 7,3% (o equivalente a mais de R$ 157) na comparação com o mesmo trimestre de 2024. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o impulso do setor, o rendimento real habitual de todos os trabalhos ( R$ 3.574 ) foi recorde, com altas de 1,8% no trimestre e de 4,5% no ano. Recorde também na massa de rendimento real habitual (R$ 363,7 bilhões), com alta de 2,5% (mais R$ 9,0 bilhões) no trimestre e de 5,8% (mais R$ 19,9 bilhões) no ano.

A pesquisa também mostrou que a taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,2% da força de trabalho, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012. No período de setembro a novembro, a PNAD Contínua identificou 5,644 milhões de pessoas em busca de trabalho.

Ao longo da série histórica, o maior contingente de desocupados foi registrado no trimestre encerrado em março de 2021, durante o auge da pandemia de covid-19, quando o número chegou a 14,979 milhões de pessoas.

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Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os resultados refletem a força do setor agropecuário e o impacto positivo das políticas públicas adotadas pelo Governo do Brasil.

“Encerramos o ano com mais uma conquista significativa: mais brasileiros e brasileiras empregados, mais renda chegando às famílias do campo e da cidade e mais dignidade para quem vive da agricultura. Esse resultado é fruto do trabalho do Governo do Brasil, da retomada de políticas públicas responsáveis, que valorizam, respeitam e cuidam da nossa gente”, destacou o ministro.

MAPA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

AGU pede que STF prorrogue suspensão de lei do MT sobre Moratória da Soja

Publicado

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abiove-consegue-liminar-para-barrar-suspensao-da-moratoria-da-soja

Plantação de soja em Mato Grosso – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja prorrogada, por mais 120 dias, a suspensão da lei do Estado de Mato Grosso que proíbe a concessão de benefícios fiscais e de terrenos públicos a empresas que aderiram a acordos comerciais para a limitação da expansão agropecuária, como no caso da Moratória da Soja.

A Moratória da Soja é um acordo voluntário entre empresas do setor para não adquirir soja produzida em áreas da Amazônia desmatadas após julho de 2008. O objetivo é combater o avanço do desmatamento para a produção do grão no bioma amazônico.

A petição da AGU foi apresentada ao ministro Flávio Dino, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, na última terça-feira (30/12).

A decisão do ministro, referendada pelo plenário do STF, determinou que a Lei nº 12.709/2024, do Estado de Mato Grosso, volte a ter vigência a partir de 1º de janeiro de 2026.

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Na manifestação, a AGU argumenta que a retirada de incentivos fiscais poderá levar empresas do setor a abandonar o acordo ambiental. Segundo a AGU, de acordo com nota técnica do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o esvaziamento da Moratória da Soja sem que, em paralelo, haja um desenho institucional adequado e ecologicamente responsável em sua substituição, poderá resultar em prejuízos imediatos ao meio-ambiente e ao desenvolvimento sustentável das regiões produtoras de soja e de óleo vegetal, em especial no bioma Amazônia.

A AGU defende ainda a instauração de fórum de discussão consensual entre empresas e setor público perante a Câmara de Promoção da Segurança Jurídica no Ambiente de Negócios da Advocacia-Geral da União (SEJAN/AGU). O pedido para a abertura do debate na Sejan foi formulado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

“Do ponto de vista técnico-institucional identificou-se a necessidade de as instituições públicas trabalharem a temática numa perspectiva ampla, não restrita a um acordo específico, mas sim num modelo geral vocacionado a guiar a forma e o modo de participação e acompanhamento pelo estado brasileiro de acordos privados voluntários que fixam parâmetros de sustentabilidade”, diz trecho da petição entregue ao STF.

Sobre a Sejan

A Sejan é um colegiado, criado pela AGU, para identificar situações de incerteza jurídica e propor soluções que incentivem os investimentos no país. O colegiado da Sejan conta com dois comitês temáticos, um para discutir assuntos tributários e outro para debater aspectos regulatórios. As instâncias contam com representantes da Advocacia-Geral da União, de entidades representativas de segmentos empresariais, dos trabalhadores, da sociedade civil, da Ordem dos Advogados do Brasil, das procuradorias estaduais e municipais, além de conselhos profissionais.

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Além de identificar situações de incerteza jurídica e apontar soluções que estimulem o ambiente de negócios no país, a Câmara tem como atribuição promover um diálogo técnico sobre temas jurídicos relevantes para o ambiente de negócios brasileiro, bem como prevenir e reduzir a litigiosidade por meio do fomento à adoção de soluções autocompositivas e facilitar a articulação entre órgãos e entidades da administração pública federal e os setores econômicos.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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