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Farelo de Amendoim: Uma Inovação na Nutrição Animal em Destaque na Fenagra 2024

Reprodução
A Fenagra 2024 está se aproximando, e entre os destaques do evento deste ano está a nutrição animal, que promete trazer diversas novidades e inovações para o setor. Uma das empresas que chamará atenção é a CRAS Brasil, líder na exportação de óleo de amendoim, que apresentará o Farelo de Amendoim, um produto proveniente do esmagamento do grão, como principal destaque em seu estande.
Benefícios Nutricionais e Econômicos
O Farelo de Amendoim tem conquistado espaço no mercado devido aos seus inúmeros benefícios na nutrição animal. Com alto teor de proteínas e minerais, é uma alternativa eficaz para a complementação da dieta de ruminantes, aves, suínos e peixes. Além disso, nos últimos anos, a CRAS Brasil aumentou significativamente a comercialização do produto, alcançando um aumento de quase 80% em cinco anos.
Rodrigo Chitarelli, CEO da CRAS Brasil, destaca as vantagens do Farelo de Amendoim, ressaltando sua disponibilidade ao longo do ano devido ao aumento da colheita de amendoim. Ele também enfatiza a redução de custos em comparação com outras opções, como o farelo de soja, tornando-o até 25% mais acessível.
Valor Nutricional e Qualidade
O Farelo de Amendoim se destaca pelo seu valor nutricional superior, sendo equiparado ao farelo de soja e superior ao farelo de algodão. Com alto teor de proteína bruta e uma variedade de minerais e vitaminas essenciais, contribui para a saúde e o desempenho dos animais. A qualidade do processo de produção, livre de contaminantes e micotoxinas, é um diferencial importante, assegura Ilton Nomura, diretor industrial da CRAS Agro.
Oportunidade na Fenagra 2024
A participação na Fenagra 2024 será uma oportunidade para os produtores conhecerem de perto os benefícios do Farelo de Amendoim e seu potencial para otimizar a nutrição animal de forma eficaz, segura e econômica. A CRAS Brasil espera mostrar como esse produto pode ser uma alternativa valiosa para a indústria agrícola e pecuária, proporcionando uma dieta balanceada e de qualidade para os animais.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Com investimento de R$ 6 milhões, FIT Pantanal reforça Mato Grosso como potência no turismo

A abertura oficial da FIT Pantanal 2026, realizada na noite desta quarta-feira (3.6), no Centro de Eventos do Pantanal, marcou o início da maior feira de turismo das regiões Centro-Oeste e Norte do país, com números recordes e uma meta ambiciosa: alcançar 100 mil visitantes até o encerramento da programação.
O evento, que recebeu investimento de cerca de R$ 6 milhões do Governo de Mato Grosso, reúne representantes de 44 municípios, cerca de 100 artesãos, 130 expositores da agricultura familiar e empresários do setor turístico de diversas regiões do Estado. A feira segue até domingo (7), das 17h às 22 horas.
A expectativa representa um salto significativo em relação às edições anteriores. Em 2023, a feira recebeu cerca de 45 mil visitantes. Em 2024, o público subiu para 60 mil pessoas. Já em 2025, a FIT bateu recorde ao alcançar 70 mil visitantes. Agora, a organização aposta em um crescimento de mais de 40% para consolidar ainda mais o evento como principal vitrine do turismo mato-grossense.
Além da promoção de destinos turísticos, a feira se transformou em um espaço estratégico para geração de negócios, valorização cultural e fortalecimento das cadeias produtivas ligadas ao turismo. A programação reúne municípios, empreendedores, operadores turísticos, representantes da gastronomia regional, artesanato e agricultura familiar em um mesmo ambiente de exposição e comercialização.
“O turismo é uma das vocações importantes que Mato Grosso tem. Desde que chegamos ao governo estamos procurando estimular o turismo e investir na infraestrutura. A FIT Pantanal é uma demonstração da potencialidade e da força desse mercado, que considero uma das principais fontes de renda para o Estado e que ainda tem muito espaço para crescer”, afirmou.
O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Júnior, lembrou a trajetória de crescimento da feira desde que a entidade assumiu sua organização, em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Segundo ele, a FIT se consolidou como um movimento permanente em favor do turismo e do desenvolvimento econômico.
“Quando assumimos a Fecomércio, entendemos que o turismo precisava ocupar o espaço que merece dentro da economia mato-grossense. Hoje a FIT Pantanal é reconhecida como a maior feira de turismo e negócios do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Os números mostram essa evolução e demonstram que estamos no caminho certo”, disse.
De acordo com a secretária, Mato Grosso recebeu mais de 1,5 milhão de turistas em 2025, além de mais de 45 mil visitantes estrangeiros. Ela também ressaltou que o Estado trabalha para ampliar a conectividade aérea e viabilizar voos internacionais, medida considerada estratégica para impulsionar ainda mais o setor.
“O turismo é uma indústria limpa, que gera retorno econômico rápido e movimenta várias cadeias produtivas. Temos investido em infraestrutura, capacitação e promoção dos destinos. O potencial de crescimento é enorme e os resultados tendem a aumentar ainda mais com a ampliação da malha aérea e novas conexões”, afirmou.
A FIT Pantanal segue até domingo com exposições, rodadas de negócios, apresentações culturais, experiências gastronômicas e atividades voltadas à promoção dos destinos turísticos mato-grossenses. A expectativa da organização é que a edição de 2026 seja a maior já realizada desde a criação do evento em 1994.
A FIT Pantanal 2026 é uma realização do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), por meio do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-MT, e Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). Tem parceria da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), da Empaer-MT, do Invest MT e do Sebrae. E, ainda, apoio das entidades: Sindieventos-MT, SHRBS-MT, Singtur-MT, Sesata-MT, Abrasel-MT, ABIH-MT, ABLA-MT, ABAV-MT, ABBTUR, ASTUR e da Azul Linhas Aéreas.
Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Maçã no Brasil – Especialistas debatem cenário da safra e desafios da cultura

Fotos: Divulgação
Gramado (RS) – Grupo Técnico criado pela Sipcam Nichino Brasil para desenvolver soluções frente a desafios fitossanitários da pomicultura, o ‘Eloos Maçã’ realizou, nos dias 20 e 21 de maio de 2026, sua quinta reunião anual, na gaúcha Gramado. “Eloos Maçã tem por objetivo central conectar entes de todos os segmentos da cadeia produtiva da fruta, visando a fomentar avanços no manejo fitossanitário e fisiológico do cultivo”, resume José de Freitas, engenheiro agrônomo da área de desenvolvimento de mercado.
Durante o encontro, convidados fizeram um balanço da safra da fruta, encerrada recentemente, e mapearam os principais desafios atuais e futuros de manejo, entre estes a previsão de um “El Niño” possivelmente forte durante o próximo ciclo da cultura. Debateram ainda temas relevantes associados às principais pragas e doenças da maçã, entre estas grafolita, mosca das frutas, mancha da gala, sarna da macieira e cancro europeu.
Entre os convidados, destaque para os consultores Fernando Figueredo, André Werner, os pesquisadores Dr. Adalécio Kovaleski (On-line, da Embrapa Vacaria – RS), Dr. Felipe Ferreira (Epagri-SC), Me. José Itamar Boneti (Fito Consultoria) e Dr. Everlan Fagundes (Scienfruti). Marcaram presença ainda representantes das áreas técnica, de Marketing e Comercial da Sipcam Nichino.
Os executivos ressaltaram que a Sipcam Nichino tem na pomicultura um cultivo estratégico ao desenvolvimento de seus negócios.
Segundo eles, a companhia investe no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a macieira e distribui um portfólio robusto de tecnologias, principalmente os fungicidas Dodex® 450 SC, Echo® 720 SC, Metiltiofan® e o inseticida Trebon® 100 SC, além de bioestimulantes como o extrato de algas Abyss® e o complexo de aminoácidos Stilo® Verde.
Casos de sucesso atrelados ao portfólio da Sipcam Nichino, incluindo o fungicida Dodex® e o inseticida Trebon®, foram apresentados pelos especialistas presentes. A programação trouxe à luz, também, resultados de pesquisas sobre a prática da bioestimulação dos pomares de maçã.
“A Sipcam Nichino tem investido fortemente no desenvolvimento da Plataforma de Bioestimulantes para a pomicultura, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, nas áreas de maçã do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina”, reforça Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e gerente de marketing de especialidades da companhia.
Segundo ele, os bioestimulantes agregam produtividade e qualidade ao cultivo da maçã. “Destacamos o desenvolvimento vegetativo superior de plantas, maior padronização de plantas ‘em formação’, aumento da capacidade fotossintética da cultura e fixação de frutos”, conclui Palazim.
Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.
Fernanda Campos
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Vozes da Pecuária inicia ação territorial com foco em subsidiar políticas públicas com as demandas do pecuarista

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O Vozes da Pecuária, projeto do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima, inicia uma nova etapa, agora adentrando pelo Brasil nas regiões específicas da pecuária. O objetivo é construir, com base na experiência dos pecuaristas e suas demandas, agendas territoriais para subsidiar os candidatos sobre necessidades do setor para as eleições de 2026.
Trata-se de um processo de escuta estruturada e participativa com base na realidade, nos desafios e nas prioridades de quem vive e faz a pecuária no território para identificar e sugerir quais políticas públicas e ações de mercado são estruturantes para a evolução da pecuária e para ampliar sua contribuição ambiental, econômica, social e cultural.
“Além de dar voz aos produtores, o objetivo será organizar demandas locais, fortalecer lideranças regionais e transformar esse conteúdo em um pacto territorial com a finalidade de subsidiar as políticas públicas, investimentos e decisões estratégicas ligadas à pecuária”, analisa o pecuarista Raul Moraes, Diretor do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima.
Nesta fase, a escuta das Vozes da Pecuária acontece em sete territórios prioritários, distribuídos nos três principais biomas da pecuária brasileira: Cerrado, Pantanal e Amazônia, lembrando que a metade dos bois abatidos no Brasil é proveniente desses biomas. Diretamente, o projeto envolve 15 municípios em quatro estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. Somados, os territórios do projeto reúnem um rebanho superior a 10,8 milhões de bovinos.
Algo especial e diferenciado é a divisão e nomenclatura dos territórios que não se limita à questão político-geográfica, mas à vocação e às características peculiares de cada região. Esse diferencial motivou nomes especiais que passaram a batizar os territórios.
“Os territórios passam a ter uma identidade construída a partir da sua vocação produtiva, da história local e da forma como a pecuária se organiza em cada região”, explica Amanda Purger, coordenadora dos embaixadores territoriais. Ela afirma que o projeto “nasce também da compreensão de que não existe uma única pecuária brasileira, mas diferentes pecuárias, marcadas por realidades territoriais muito distintas”.
Por fim, ressalta que muitas vezes, esse universo é traduzido por atores externos à atividade, porém, “o Vozes da Pecuária busca fortalecer a voz dos próprios produtores e transformar essa experiência territorial em contribuição concreta para o futuro do setor”, avalia.
Territórios e embaixadores
A atuação acontece nos meses de maio a novembro e está conectando produtores, entidades setoriais, lideranças regionais e nacionais, além do mercado e do poder público, com foco na construção de propostas para a pecuária brasileira.
A ação territorial territorial será conduzida por embaixadores locais, responsáveis por articular produtores específicos, estimulará diagnósticos, envolverá atores regionais e contribuirá para a construção de agendas e pactos territoriais. O resultado desse processo deve compor um documento a ser apresentado ao poder público e candidatos às eleições de 2026. Os territórios definidos são:
● Amazônia Oriental Paraense – Paragominas e Marabá;
● Planície Pantaneira Norte – Rio Verde e Coxim;
● Alto-Médio Araguaia/MT – Barra do Garças, Pontal do Araguaia, Nova Xavantina e Torixoréu;
● Vale do Araguaia – Cocalinho, Jussara e Aruanã;
● Planície Pantaneira Sul – Corumbá, Aquidauana e Miranda;
● São Luiz e Trindade do Mato Grosso – Cáceres e Vila Bela
Histórico
O Vozes da Pecuária nasceu em setembro de 2025, com uma primeira etapa nacional realizada em Brasília. Na ocasião, pecuaristas reivindicaram seu legado e suas demandas a legisladores e formadores de opinião, apresentando uma carta aberta que consolidou, de forma ampla, as diretrizes do setor.
A nova fase territorial amplia esse trabalho para levar a escuta para as regiões dos três biomas estratégicos da pecuária brasileira.
A proposta é fazer com que as prioridades tenham origem em quem realmente vive e faz a pecuária nos territórios, pois cada território possui características produtivas, ambientais, culturais e econômicas diferentes”, explica Raul Moraes do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima.
O movimento conta com o apoio da organização Terra Adorada (ex-Morada Comum), parte da Rede Global “Our Common Home”, que busca promover o bem comum pela natureza. A iniciativa conta também com a parceria da Unapec – União Nacional da Pecuária.
Serviço:
O projeto Vozes da Pecuária Territórios é uma iniciativa do Instituto Pecuária Tropical pelo Clima voltada para a escuta e organização das demandas da pecuária brasileira a partir dos territórios. Em 2026, a ação terá abrangência em sete territórios, três biomas, 15 municípios e quatro estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. O projeto envolve pecuaristas, lideranças regionais, entidades setoriais, mercado e poder público, com o objetivo de gerar subsídios para políticas públicas, investimentos e decisões estratégicas para o futuro da pecuária e sua contribuição para a agenda climática.
Instituto Pecuária Tropical pelo Clima
A Pecuária Tropical pelo Clima se formaliza como uma organização criada para posicionar a pecuária brasileira como parte da solução climática, valorizando sua capacidade produtiva, organização setorial e práticas sustentáveis. Liderada por pecuaristas, a iniciativa representa a evolução de um movimento que integra diferentes regiões, biomas e realidades da pecuária no Brasil, colocando o produtor no centro da discussão sobre produção de alimentos, conservação e desenvolvimento econômico. O movimento conta com o apoio da organização Terra Adorada (ex-Morada Comum), parte da Rede Global “Our Common Home”. A iniciativa conta também com a parceria da Unapec – União Nacional da Pecuária.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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