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Mato Grosso

Botelho segue crescendo em Cuiabá e chega a 38% das intenções de votos

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Assessoria

 

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), lidera a pesquisa realizada pelo instituto MT Dados. O parlamentar aparece com 38% na estimulada, seguido do deputado federal Abilio Brunini (PL) com 24%, enquanto Lúdio Cabral (PT) tem 13%. O levantamento aponta ainda o deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) com 2% e o empresário Reginaldo Teixeira (Novo) aparece em último com 1%.

Os votos nulos e brancos são de 7%, enquanto 15% das pessoas não sabem ou não responderam à pesquisa.

Botelho também lidera na modalidade espontânea, que é quando não é dada nenhuma alternativa para resposta. O chefe do Legislativo aparece com 25%, enquanto Abilio tem 17% da intenção de votos e o petista é citado por 8% dos entrevistados. Juca do Guaraná surge com 1% e Reginaldo tem 0%

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O levantamento aponta ainda que 6% dos entrevistados votam branco ou nulo, enquanto 43% não sabem ou não responderam na espontânea.

A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de maio, com 1.060 entrevistas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é MT-01200/2024.

Assessoria

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Wilson Santos prestigia evento e defende cacau como alternativa de renda na Baixada Cuiabana

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Fotos: Divulgação

 

Como alternativa de fortalecimento da produção agrícola na Baixada Cuiabana, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou, na manhã de sábado (21), do Dia de Campo sobre Plantio de Mudas de Cacau Clonadas, realizado na Gleba Resistência, em Santo Antônio de Leverger. O evento foi promovido pela Federação do Agro Familiar (FEDAF), presidida por Mário Benevides, e contou com a presença do técnico Cacildo Viana da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Durante o encontro, o parlamentar destacou a importância da iniciativa para ampliar e diversificar a produção agrícola no estado, especialmente na agricultura familiar. “Eu vim aqui colocar a minha impressão digital no projeto. Sou ligado à agricultura familiar e não abro mão. Essa é uma oportunidade de diversificar a produção. O cacau surge como uma alternativa viável para geração de renda e segurança econômica aos pequenos produtores”, afirmou.

O Dia de Campo reuniu agricultores e lideranças rurais, oferecendo orientações técnicas sobre escolha das mudas clonadas, preparo do solo, controle de pragas e demais práticas necessárias para garantir produtividade e qualidade na lavoura. “Estamos trazendo uma nova cultura para cá, sendo que temos uma grande produção na região noroeste. Fizemos várias oitivas na Bahia, pegando conhecimento. E hoje, vimos que realmente o nosso vale do Rio Cuiabá tem condições de tocar um projeto dessa envergadura do cacau”, explica o presidente da FEDAF.

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Mário Benevides acrescenta que o cacau é produzido em um período de um ano e oito meses. “O cacau tem várias vantagens. Você tira o mel, a manteiga, faz o chocolate. Então, para a agricultura familiar é um benefício gigantesco e ainda o cacau pode ser consorciado com várias outras culturas. O cacau vem para poder fazer um complemento na agricultura familiar, para o pequeno poder também ter uma fonte de renda garantida”, explica.

Também participaram representantes da União das Associações Rurais da Agricultura Familiar de Leverger, da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Grãos Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Fotos Divulgação

 

Assessoria

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

 

 

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Mato Grosso

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O milho é um dos principais produtos exportados de Mato Grosso ao país africano – Foto por: Christiano Antonucci/Secom

 

O Egito protagonizou a maior escalada recente entre os destinos das exportações de Mato Grosso e, em apenas dois anos, saiu da 22ª posição no ranking de compradores do estado para o 2º lugar em 2025, atrás apenas da China. Os dados são do Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e revelam uma mudança significativa no mapa comercial mato-grossense.

Em 2023, o país africano ocupava a 22ª colocação, com US$ 329,1 milhões em compras e 16 produtos na pauta. O milho liderava com US$ 180,6 milhões, seguido pelas carnes bovinas congeladas (US$ 102,3 milhões) e resíduos da indústria de cereais e leguminosas (US$ 12,1 milhões). Naquele ano, os principais destinos eram China, Tailândia e Vietnã.

O avanço começou a se consolidar em 2024, quando o Egito saltou para a 6ª posição, com US$ 1,07 bilhão em aquisições. O milho respondeu por US$ 851,8 milhões, as carnes bovinas congeladas por US$ 107,8 milhões e a soja passou a integrar a pauta com US$ 47,2 milhões. Já em 2025, o país alcançou a vice-liderança, com US$ 1,347 bilhão importados e 11 produtos negociados. O milho manteve-se como carro-chefe, com US$ 1,073 bilhão, seguido pelo algodão (US$ 110,1 milhões) e pelas carnes bovinas congeladas (US$ 104,3 milhões).

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A evolução representa mais do que um crescimento pontual. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, o movimento demonstra que o estado está consolidando novas frentes estratégicas no comércio exterior.

“A ascensão do Egito reflete a competitividade do agro mato-grossense e a capacidade do estado de atender mercados estruturais, especialmente aqueles com forte demanda por segurança alimentar. O crescimento das exportações indica uma relação comercial mais sólida e menos circunstancial, baseada em fornecimento regular de grãos e proteínas”.

Miranda também destaca que o fortalecimento do Egito como segundo maior parceiro comercial ajuda a diversificar o destino das exportações estaduais, reduzindo a concentração excessiva em poucos mercados e ampliando a presença de Mato Grosso no eixo Norte da África e Oriente Médio. Para ele, esse reposicionamento amplia oportunidades para novos acordos comerciais e abre portas para outros países da região.

“A consolidação do milho como principal produto exportado, aliada ao avanço do algodão e à manutenção da carne bovina na pauta, sinaliza ainda potencial para ampliação do mix exportador. A estratégia é fortalecer a infraestrutura logística, garantir previsibilidade nos embarques e trabalhar a ampliação de mercados para produtos com maior valor agregado”.

O salto do Egito no ranking evidencia uma mudança estrutural na balança comercial de Mato Grosso. Em dois anos, as compras quadruplicaram e passaram a representar um dos principais pilares das exportações estaduais, consolidando o estado como fornecedor global estratégico de alimentos e fibras.

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Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]  
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Mato Grosso

Mato Grosso bate recorde e tem melhor janeiro da história nas exportações de carne bovina

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Fotos: Divulgação

 

Mato Grosso começou 2026 quebrando mais um recorde nas exportações de carne bovina. Em janeiro, o estado embarcou 83,06 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), o maior volume já registrado para um mês de janeiro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O resultado representa um avanço de 53,18% em relação a janeiro de 2025.

A receita gerada com os embarques alcançou US$ 356,45 milhões, crescimento de 68,02% na comparação com o mesmo mês em 2025. O desempenho foi sustentado tanto pelo aumento expressivo do volume exportado quanto pela valorização do preço médio da carne bovina, que subiu 9,69%, atingindo US$ 4.291,52 por TEC.

Para o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o resultado reflete a evolução da pecuária no estado.

“Esse novo recorde mostra que Mato Grosso vem fazendo a lição de casa, com ganhos consistentes de produtividade, qualidade e competitividade. É um marco que reforça a posição do estado como um dos principais fornecedores globais de carne bovina”.

No mercado externo, a China manteve a liderança como principal destino da carne bovina mato-grossense, concentrando 57,5% do total exportado em janeiro. O volume embarcado para o país asiático cresceu 89,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, evidenciando a força da demanda internacional no início de 2026.

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O desempenho recorde de janeiro dá sequência a um ciclo positivo já observado em 2025, quando Mato Grosso exportou 978,4 mil toneladas de carne bovina, o maior volume de sua história. Ao longo do ano passado, a proteína mato-grossense chegou a mais de 90 mercados, com uma receita de mais de US$ 4 bilhões, consolidando o estado como o maior exportador de proteína bovina do país.

“A demanda externa segue firme, especialmente nos mercados asiáticos, e Mato Grosso reúne condições estratégicas para ampliar ainda mais sua participação no comércio internacional, com oferta regular, escala produtiva e avanços importantes em sustentabilidade”,destaca o diretor de Projetos do Imac.

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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