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Agricultura

Cana-de-açúcar – Bioestímulo, broca-da-cana e maturador em foco na 20ª edição do encontro de agronegócios da Copercana

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Inseticida ancorado em molécula de última geração, bioestimulante de ponta e regulador de crescimento serão destacados em Sertãozinho-SP – Divulgação

Ocorre entre os dias 24 e 28 deste mês, na paulista Sertãozinho, o 20º Agronegócios Copercana, evento anual que reúne expositores dos setores de máquinas, agroquímicos e insumos para o setor sucroenergético. No centro de eventos Manoel Carlos de Azevedo Ortolan, a equipe técnica da Sipcam Nichino Brasil destacará resultados recentes associados às tecnologias de última geração do bioestimulante Blackjack®, do inseticida Takumi® e do maturador Sprint® 50 WG.

Conforme o engenheiro agrônomo Gabriel Villela, da área de desenvolvimento de mercado, dados recentes demonstram ser compensador o investimento do produtor no manejo nutricional da cana-de-açúcar, por meio do bioestimulante Blackjak®. “Ensaios realizados em cidades paulistas revelam, na média, a entrega de 19 a 20,43 perfilhos de cana por metro, em decorrência da tecnologia. Os dados estão bem acima daqueles do tratamento padrão”, afirma.

Segundo o executivo, a correta aplicação de Blackjak® trouxe também maior volume de raízes, um diferencial impulsionador da longevidade do canavial. “Houve mais desenvolvimento superior da parte área das plantas, rápido fechamento de ruas e menor incidência de luz. Nas áreas avaliadas,

verificou-se ainda baixo desenvolvimento de plantas daninhas”, continua ele.

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Broca-da-cana

Já o inseticida Takumi®, lançado no Brasil há cerca de três anos, se consolidou entre as tecnologias mais eficazes do país para controlar à broca-da-cana (Diatraea saccharalis), segundo ressalta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim. Avaliações dos últimos meses, ele acrescenta, registraram alto desempenho de Takumi® na redução de ‘colmos brocados’.

Conforme o executivo, os principais estudos, feitos em parcerias com pesquisadores do IAC – Instituto Agronômico – e da UFSCar – Universidade Federal de São Carlos –, concluíram que o uso correto de Takumi® chega a reduzir a infestação nos colmos da cana-de-açúcar de 10% para 1%.

Para o agrônomo, os diferenciais do inseticida Takumi® estão atrelados à alta tecnologia da formulação SC e da molécula flubendiamida 222, patente da Nichino no Japão. “Uma vez aplicado Takumi®, a broca-da-cana para de se alimentar e morre antes de entrar nos colmos e causar prejuízos. Importante lembrar ainda da alta seletividade desse inseticida aos inimigos naturais da broca-da-cana, e, portanto, de sua plena adequação à prática do MIP ou manejo integrado de pragas”, finaliza.

Qualidade da matéria-prima

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A companhia apresenta ainda resultados de seis áreas de cana-de-açúcar que apontaram ganhos associados ao manejo da cultura com o regulador de crescimento Sprint® 50 WG, coordenados pelo consultor Edison Baldan Jr. Na média geral dos ensaios, a tecnologia, avaliada em períodos de sete dias após aplicado (7 DAA), 14 DAA, 22 DAA, 28 DAA e 35 DAA, respondeu pela obtenção de 130 kg a 145 kg de ATR, em diferentes condições de campo.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fernanda Campos 

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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