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Santa Rosa seleciona novos exemplares para a Morfologia da Expointer

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Destaque da seletiva passaporte ficou por conta de égua de criatório de Uruguaiana como Melhor Exemplar da Raça – Fotos: Felipe Ulbrich/Divulgação

Realizada durante os dias 21 e 22 de junho, a Exposição Morfológica Passaporte de Santa Rosa (RS), selecionou mais oito exemplares (quatro fêmeas e quatro machos), representantes do Noroeste gaúcho, para a grande final em Esteio, organizada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), no Parque de Exposições Assis Brasil, durante a Expointer.

O evento que contou com a supervisão técnica do inspetor credenciado à ABCCC, Thiago Andreolla Persici, teve como jurado Fernando Horst, que selecionou, entre os 85 animais que entraram em pista, os melhores exemplares para compor o seleto time dos que irão disputar os títulos da morfologia durante a Expointer deste ano. “Uma belissíma recepção, ótima pista e excelente estrutura proporcionada pelo núcleo.  No julgamento o destaque especial foi o nível das fêmeas. Meu agradecimento à ABCCC pela oportunidade de julgar mais uma exposição e selecionar mais oito animais para a final durante a Expointer”, comentou.

O título de Melhor Exemplar da Raça foi para a fêmea, Grande Campeã, Basca Imbuia. A égua é da criação de Mariana Franco Tellechea e Filhos, da Cabanha Basca, de Uruguaiana (RS). Já nos machos, o Grande Campeão da Exposição de Santa Rosa foi o cavalo Sargento da Taimã, de Taiane Letícia Zochetto, da Cabanha Taimã, de Santa Rosa (RS).

Confira o resultado

FÊMEAS

Grande Campeã e Melhor Exemplar da Raça

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BASCA IMBUIA
CRIADOR: MARIANA FRANCO TELLECHEA E FILHOS, EXPOSITOR: MARIANA FRANCO TELLECHEA E FILHOS, ESTABELECIMENTO: CABANHA BASCA, URUGUAIANA (RS)Reservada Grande Campeã
SERESTEIRA DA VENDRAMIN
CRIADOR: ALDO VENDRAMIN, EXPOSITOR: CARLOS EDUARDO DE SOUZA ALTENHOFEN, ESTABELECIMENTO: CABANHA LA PASSION, PALMEIRA (PR)Terceira Melhor Fêmea
GAP PUNHALADA
CRIADOR: PARCERIA GAP GENÉTICA, EXPOSITOR: PARCERIA GAP GENÉTICA, ESTABELECIMENTO: EST NCIA GAP SÃO PEDRO, URUGUAIANA (RS)Quarta Melhor Fêmea
AS MALKE JURA
CRIADOR: JOSÉ SCHUTZ SCHWANCK, EXPOSITOR: SUCESSÃO DE JOSÉ SCHWANCK, ESTABELECIMENTO: CABANHA MALKE, URUGUAIANA (RS)MACHOS

Grande Campeão
SARGENTO DA TAIMÃ
CRIADOR: TAIANE LETICIA ZOCCHETTO, EXPOSITOR: TAIANE LETICIA ZOCCHETTO, ESTABELECIMENTO: CABANHA TAIMÃ, SANTA ROSA (RS)Reservado Grande Campeão
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LENÇO COLORADO DO ITAÓ
CRIADOR: CÁSSIO SOUZA BONOTTO, EXPOSITOR: CÁSSIO SOUZA BONOTTO, ESTABELECIMENTO: CABANHA ITAÓ, SANTIAGO (RS)Terceiro Melhor Macho
BASCO INOCÊNCIO
CRIADOR: MARIANA FRANCO TELLECHEA E FILHOS, EXPOSITOR: RUBENS ELIAS ZOGBI, ESTABELECIMENTO: EST NCIA DA CARAPUÇA, CRISTAL (RS)Quarto Melhor Macho
TOPADOR DO CURUPÁ
CRIADOR: RICARDO DE FREITAS LABRÊA, EXPOSITOR: RICARDO DE FREITAS LABRÊA, ESTABELECIMENTO: CABANHA CURUPÁ, ALEGRETE (RS)
Texto: Redação ABCCC

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Reforma tributária amplia peso do enquadramento rural

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A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso – Foto: Pixabay

 

A Reforma Tributária prevista para 2026 impõe novos desafios ao produtor rural e amplia a importância das decisões ligadas ao enquadramento fiscal da atividade. Segundo a contadora Liciene França, a escolha entre atuar como pessoa física ou pessoa jurídica deixa de ser apenas uma definição operacional e passa a ter impacto direto na estratégia do negócio rural.

Com as mudanças no sistema de tributos, a tendência é de aumento na diferença de carga tributária entre os dois modelos, o que exige atenção redobrada por parte dos produtores. Um enquadramento inadequado pode resultar em perda de créditos tributários, elevação do custo fiscal e reflexos negativos no resultado financeiro da atividade, afetando desde o fluxo de caixa até a capacidade de investimento.

A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso em um cenário no qual o planejamento tributário se torna indispensável. A decisão incorreta pode comprometer a competitividade do produtor no mercado e gerar efeitos duradouros sobre o patrimônio construído ao longo dos anos. Por outro lado, uma escolha bem fundamentada permite maior previsibilidade dos custos e melhor aproveitamento das regras do novo sistema.

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A partir de 2026, o planejamento deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma necessidade para quem atua no campo. A definição do enquadramento mais adequado funciona como uma ferramenta de proteção do resultado econômico da produção rural, ajudando a reduzir riscos e a sustentar a atividade em um ambiente tributário mais complexo. A decisão entre pessoa física ou jurídica deve ser encarada como parte central da gestão do negócio, com foco na preservação do caixa, da competitividade e da segurança patrimonial do produtor.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Governo brasileiro acompanha salvaguarda da China sobre carne bovina e busca mitigar impactos ao setor

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Divulgação

 

O governo brasileiro informou que acompanha com atenção a decisão da China de aplicar medidas de salvaguarda às importações globais de carne bovina, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos. A medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, volume que poderá ser exportado sem sobretaxa. As vendas que ultrapassarem esse limite estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 55%.

Segundo o governo, a atuação tem ocorrido de forma coordenada com o setor privado, com diálogo permanente com frigoríficos, produtores e entidades representativas. A estratégia inclui negociações diretas com o governo chinês, no âmbito bilateral, e também ações no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o objetivo de reduzir os impactos da medida e defender os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores brasileiros.

As salvaguardas comerciais são instrumentos previstos nos acordos da OMC e costumam ser adotadas para lidar com surtos de importação, não tendo como foco o combate a práticas desleais de comércio. A aplicação, nesse caso, atinge importações de todas as origens, e não apenas o Brasil.

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A decisão ganha ainda mais relevância diante da forte dependência do setor em relação ao mercado chinês. Em 2024, a China respondeu por 52% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como o principal destino do produto. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa a posição de maior fornecedor da carne bovina importada pela China, relação construída ao longo dos últimos anos.

O governo brasileiro ressalta que a pecuária nacional tem contribuído de forma consistente para a segurança alimentar chinesa, com oferta de carne competitiva, sustentável e submetida a rigorosos controles sanitários, reconhecidos internacionalmente. Esse histórico, segundo a avaliação oficial, reforça a importância do diálogo técnico e diplomático para preservar a estabilidade do comércio bilateral.

O tema é acompanhado de perto pelo setor produtivo e por autoridades brasileiras, especialmente em um momento de virada de ciclo da pecuária, no qual decisões internacionais podem ter reflexos diretos sobre preços, exportações e renda do produtor rural.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Setor fecha 2025 com exportações recordes e custos sob controle

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Foto: Governo Federal

A suinocultura brasileira encerra 2025 com um dos balanços mais consistentes da última década. O setor deve fechar o ano com exportações acima de 1,37 milhão de toneladas, crescimento superior a 10% em relação a 2024, e receita cambial estimada em R$ 17,728 bilhões, avanço próximo de 20% na comparação anual.

O desempenho foi sustentado por custos de produção mais equilibrados, oferta ajustada e maior diversificação dos mercados compradores.

Terraço na produção de grãos diminui perda de água no solo

O controle dos custos foi decisivo para a manutenção das margens ao longo do ano. As boas safras de milho e soja reduziram a pressão sobre a alimentação animal — principal componente do custo da atividade — e melhoraram as relações de troca para o produtor.

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Com maior previsibilidade nos preços dos insumos, a suinocultura conseguiu atravessar 2025 sem picos de custo, mesmo em um cenário de preços internos mais estáveis.

Do lado da oferta, a produção cresceu de forma moderada e compatível com a capacidade de absorção do mercado.

A produção brasileira de carne suína deve alcançar cerca de 5,45 milhões de toneladas em 2025, volume suficiente para atender o consumo interno e sustentar o avanço das exportações, sem provocar excedentes que pressionassem os preços ao longo do ano.

(Com Pensar Agro)

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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