Transporte
Polícia Civil incinera quase 150 quilos de cloridrato de cocaína em Barra do Garças

PC-MT
Quase 150 quilos de cloridrato de cocaína foram incinerados pela Polícia Civil, na sexta-feira (28.06), em Barra do Garças (507 km a leste de Cuiabá).
O carregamento foi apreendido na Operação “Carga Pesada”, deflagrada pela instituição no dia anterior, quinta-feira (27).
O ato de destruição foi realizado pela 1ª Delegacia de Barra do Garças, e contou com a presença de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Vigilância Sanitária Municipal.
A Operação “Carga Pesada” visou desarticular uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Após a apreensão da expressiva quantidade de droga, a Polícia Civil representou pelo pedido de incineração, deferido pela Justiça.
A queima do entorpecentes foi realizada conforme procedimentos legais, assegurando a autenticidade e a integridade da ação.
O delegado da 1ª Delegacia de Barra do Garças, Pablo Borges Rigo, destacou a importância da incineração como um passo crucial no combate ao crime organizado.
“A destruição dessa quantidade significativa de cocaína representa um duro golpe para o tráfico instalado na região. A Polícia Civil continuará investigando incansavelmente esses criminosos para garantir a segurança e bem-estar da população”, disse o delegado.
O cidadão pode colaborar com informações que possam auxiliar nas investigações, através dos canais de denúncia, disque 197 e 180.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação mira facção por lavar R$ 3 milhões em Mato Grosso

PJC
Uma facção suspeita de lavar mais de R$ 3 milhões provenientes do tráfico de drogas foi alvo da Operação Mosaico, deflagrada na manhã desta quarta-feira (11), em quatro cidades de Mato Grosso. Ao todo, a Polícia Civil cumpre 17 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva, buscas domiciliares e quebras de sigilo bancário.
As medidas são executadas em Cuiabá, Barra do Garças, Rondonópolis e Água Boa. Segundo a investigação, o grupo teria movimentado os valores em pouco mais de um ano, utilizando mecanismos para ocultar a origem ilícita do dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, as apurações identificaram uma sequência de transações bancárias consideradas atípicas e incompatíveis com as rendas oficialmente declaradas pelos investigados. A movimentação financeira levantou suspeitas e levou ao aprofundamento das diligências, que culminaram na operação desta quarta-feira.
Conforme os investigadores, a organização atuava de forma estruturada, com divisão clara de funções entre os integrantes. Havia centralização dos recursos obtidos com o tráfico, seguida da distribuição dos valores entre membros do grupo. Parte das movimentações, ainda segundo a polícia, teria sido realizada por meio de contas bancárias em nome de terceiros, os chamados “laranjas”, estratégia usada para dissimular a origem do dinheiro.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos dinheiro em espécie e um cofre. Todo o material recolhido passará por perícia e análise detalhada, etapa considerada essencial para rastrear o fluxo financeiro e reforçar as provas já reunidas. A expectativa é que o conteúdo encontrado ajude a esclarecer como os recursos eram internalizados e redistribuídos pelo grupo.
As investigações são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e representam desdobramento de inquéritos anteriores. Esses procedimentos já haviam apontado a existência de um núcleo específico responsável pela movimentação e ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas.
A apuração segue em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e delimitar a responsabilidade individual de cada investigado. Conforme informações da Polícia Civil, novas medidas podem ser adotadas a partir da análise do material apreendido e dos dados bancários obtidos com autorização judicial.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Quatro suspeitos morrem em confronto com a PM em Rondonópolis, MT

PMMT
Quatro suspeitos morreram na terça-feira (10) durante confronto com a Polícia Militar dentro de uma casa no Jardim Eldorado, em Rondonópolis, a 216 quilômetros de Cuiabá. De acordo com a corporação, os policiais foram recebidos a tiros ao chegarem ao imóvel e revidaram. Ao final da ocorrência, seis armas de fogo e 200 munições foram apreendidas.
O endereço era apontado pelos militares como um suposto “escritório do crime”. A ação teve início após a agência de inteligência da PM repassar informações sobre movimentação suspeita na residência. A equipe foi até o local para averiguar a denúncia, mas, segundo relato oficial, houve reação armada por parte dos ocupantes da casa.
No interior do imóvel, os policiais recolheram dois fuzis, três revólveres e uma pistola, além de aproximadamente 200 munições. O volume e o tipo de armamento chamaram a atenção da equipe que atendeu a ocorrência. Todo o material foi encaminhado para os procedimentos legais.
Conforme informações da Polícia Militar, os quatro mortos possuíam passagens criminais. Um deles já tinha antecedente por homicídio. A corporação também apontou a suspeita de ligação do grupo com organização criminosa atuante na região.
A dinâmica do confronto e as circunstâncias da atuação policial serão analisadas pela Polícia Civil, que abriu investigação para apurar o caso. O inquérito deve reunir laudos periciais, oitivas de policiais envolvidos e demais elementos colhidos no local.
Casos envolvendo confronto armado exigem apuração técnica para esclarecer a legalidade da ação e a origem das armas apreendidas. Em Mato Grosso, ocorrências desse tipo são encaminhadas para investigação formal, com análise do material recolhido e dos antecedentes dos envolvidos.
Até a conclusão das diligências, a Polícia Civil não divulgou a identificação dos suspeitos. A apuração deve indicar se o imóvel era utilizado de forma estruturada para atividades criminosas e qual seria o papel de cada um dos mortos dentro do grupo, segundo informou a própria polícia.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Braço direito de líder de facção é preso pela Polícia Civil no Rio de Janeiro

PJC
O braço direito do principal alvo da Operação Imperium, o faccionado A.A.S.N. foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, após ser localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ação resultou ainda na apreensão dois veículos, uma BMW ligada ao grupo criminoso e uma caminhonete Chevrolet S-10, que era utilizada pelo faccionado no estado fluminense.
Deflagrada na terça-feira (10.2), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a operação tem como foco a asfixia financeira de um dos núcleos da facção criminosa atuante na região sul de Mato Grosso. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria firmada entre as instituições, que já resultou em diversas prisões
O preso, apontado como principal executor das tarefas determinadas pelo líder da facção, G.R.S., o “Vovozona”, foi localizado e preso, em um momento de lazer, enquanto desfrutava o dia e consumia produtos em uma conveniência em frente a praia do Recreio. Com ele, foi apreendida a caminhonete S-10, adquirida por meio da atividade criminosa.
Dentre suas funções na estrutura criminosa, o faccionado era o responsável por repassar para os valores entre a “ponta” da facção e a liderança, atuando como uma espécie de contador e prestador de contas do grupo ligado diretamente ao líder.
Outro trabalho executado pelo investigado, era o de adquirir e levar veículos de luxo, de alto valor, para o Rio de Janeiro, onde seriam utilizados pelo líder da facção criminosa. Durante os levantamentos, foi possível identificar registros do veículo BMW, rodando na cidade do Rio de Janeiro.
As investigações identificaram que a BMW, estava registrada em nome de uma empresa cuja sócia-proprietária é apontada como operadora financeira da facção, que também foi alvo da operação, presa no estado do Paraná.
Além de ser apontado como braço direito de Vovozona, A.A.S.N. possui condenação por tráfico de drogas e possui uma empresa registrada em Lucas do Rio Verde, inexistente fisicamente.
Para o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os elementos apurados evidenciam a prática de crimes de uso de documentos falsos e de lavagem de dinheiro, realizada pela facção criminosa de forma estruturada, estável e permanente.
“A prisão do braço direito do líder e a apreensão de bens atende diretamente o foco da operação, que é atacar o poder financeiro do grupo criminoso, seja assegurando o bem para evitar perecimento e dilapidação, seja bloqueando valores em contas, enfraquecendo a sua atuação”, disse o delegado.
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