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Mato Grosso

Parcela do IPVA em atraso acarreta no cancelamento do parcelamento

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Secom MT

 

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) alerta os proprietários de veículos sobre a importância de quitar as parcelas do IPVA 2024 dentro do prazo de vencimento. O atraso no pagamento resulta no cancelamento do parcelamento atual e o contribuinte terá que fazer uma nova negociação, sujeita a acréscimos legais e penalidades.

Para os casos de atraso, o contribuinte poderá pagar o saldo devedor do IPVA à vista ou parcelado em até seis vezes. As parcelas serão consecutivas e calculadas mensalmente, considerando o valor mínimo de 25% de uma Unidade Padrão Fiscal (UPF-MT).

O contribuinte que está com o IPVA atrasado e deseja regularizar a situação deve acessar o site da Sefaz (www.sefaz.mt.gov.br), clicar no banner IPVA e informar o número da placa e o Renavam, que se encontram no documento do veículo, o CRLV (Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo). Ao acessar o sistema, o proprietário do veículo também poderá consultar informações como possíveis débitos pendentes e parcelamentos.

Os débitos relativos ao IPVA deverão ser pagos mediante a apresentação do documento de arrecadação em uma das seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil e correspondente bancário, SICREDI, BANCOOB, Bradesco e correspondente bancário, Itaú, PRIMACREDI e Santander.

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A Sefaz-MT reforça a importância de manter o pagamento do IPVA em dia para evitar complicações financeiras e legais. Débitos vencidos e não pagos são encaminhados para a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para inscrição em dívida ativa em até 180 dias após o vencimento. Mesmo após a inscrição, continuam sendo aplicados juros. Além disso, há a cobrança do FUNJUS e possíveis custas de cobrança extrajudicial, nos casos de protesto.

Além do aumento nas despesas, o não pagamento do IPVA impede o contribuinte de realizar o licenciamento do veículo.

IPVA 2024

Em 2024, o IPVA foi negociado em maio com duas opções de pagamento: à vista, com desconto de 10%, ou parcelado em até oito vezes, sem juros. As parcelas são mensais e sucessivas, devendo ser quitadas sempre no último dia útil de cada mês.

O valor do IPVA é calculado sobre os preços médios de mercado do automóvel usado (valor venal), multiplicado por sua alíquota. O valor de mercado é avaliado pela tabela da FIPE, contratada para apurar a base de cálculo do imposto. Para veículos novos, a base de cálculo é o valor total descrito na Nota Fiscal de aquisição.

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Lorrana Carvalho | Sefaz-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Começa vacinação contra brucelose em MT; Indea estima 4 milhões de bezerras

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foto: assessoria

Está em vigor em Mato Grosso a primeira etapa da vacinação contra a brucelose, doença infecciosa que provoca abortos em vacas e inflamação nos testículos dos machos. Obrigatoriamente são imunizadas bezerras bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses de idade, e a aplicação do imunizante precisa ser feita por um médico veterinário cadastrado no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea), ou vacinador sob sua responsabilidade.

A primeira etapa segue até dia 30 de junho, e o pecuarista que não vacinar as fêmeas na idade estabelecida fica sujeito a multa de 01 Unidade Padrão Fiscal (UPF) por animal, no valor de R$ 254,36. Além de ficar impedido de emitir Guia de Transporte de Animal (GTA).

Após a vacinação, o médico veterinário tem até 30 dias para emitir o atestado de vacinação que é comunicado automaticamente ao Indea, que fará a avaliação. Ao final da etapa, este prazo não pode ultrapassar o dia 2 de julho.

Mato Grosso possui 31,6 milhões de bovinos e, segundo dados do Indea, aproximadamente 4 milhões desse total são bezerras na idade determinada para a vacinação contra a brucelose.

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A brucelose ainda tem alta ocorrência no Estado, e além de causar prejuízos ao produtor pelas perdas reprodutivas, representa risco para a saúde pública. Nos humanos, se uma pessoa tomar leite (cru) de vaca com brucelose ela pode adoecer, e quem manipula a vacina ou lida diariamente com o animal está mais exposto à doença pelo contato com secreções e restos de parto e aborto de vaca doente, que têm grande quantidade de bactéria da brucelose.

Como forma de controle da doença, além da vacinação obrigatória das fêmeas entre 3 a 8 meses, o Indea orienta os pecuaristas a realizarem regularmente o exame e eliminação de fêmeas e machos doentes e a revacinação de novilhas antes de entrar em reprodução com RB51.

Redação Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Brasil deve fechar safra de 2025 com recorde de 346 milhões de toneladas, prevê IBGE

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foto: Só Notícias/Lucas Torres

O Brasil deverá fechar 2025 com safra recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O resultado representa um aumento de 18,2% em relação a 2024 (292,7 milhões de toneladas). Os dados são da estimativa calculada em dezembro passado, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A previsão é de que, neste ano, a produção seja menor. Segundo estimativas do IBGE, a safra brasileira em 2026 deve somar 339,8 milhões de toneladas, declínio de 1,8% em relação a 2025 ou 6,3 milhões de toneladas.

Para a safra 2026, o IBGE informou que está incluindo a canola e o gergelim, produtos que vêm ganhando importância na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos últimos anos, muito embora ainda tenham seu cultivo limitado a poucas unidades da federação.

Para o ano passado, o IBGE prevê recorde da série histórica. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo que, somados, representaram 92,7% da estimativa da produção e respondem por 87,9% da área a ser colhida.

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Para a soja, a estimativa de produção foi de 166,1 milhões de toneladas, novo recorde da série histórica, que representa alta de 14,6% em relação a 2024. Para o milho, a estimativa também foi recorde,141,7 milhões de toneladas (crescimento de 23,6%).

Outro recorde se refere à produção do algodão herbáceo em caroço, que chegou a 9,9 milhões de toneladas, um acréscimo de 11,4% em relação a 2024.

Já a produção do arroz em casca foi estimada em 12,7 milhões de toneladas (alta de 19,4%); a do trigo, em 7,8 milhões de toneladas (3,7% a mais que em 2024), e a do sorgo foi de 5,4 milhões de toneladas (35,5% a mais).

O prognóstico para 2026, divulgado nesta quinta, foi o terceiro. Apesar de estimar uma produção em 2026 menor que em 2025, a previsão foi maior do que a do último prognóstico, divulgado em dezembro de 2024, pelo IBGE. Em relação ao segundo prognóstico, houve crescimento de 4,2 milhões de toneladas – alta de 1,2% na previsão para este ano.

De acordo com o IBGE, o declínio da produção de 2026 em relação à safra 2025 deve-se, principalmente, à menor estimativa para o milho (-6% ou -8,5 milhões de toneladas), para o sorgo (-13% ou -700,2 mil toneladas), para o arroz (-8% ou -1 milhão de toneladas), para o algodão herbáceo em caroço (-10,5% ou -632,7 mil toneladas) e para o trigo (-1,6% ou -128,4 mil toneladas).

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Já para a soja, o IBGE estima um crescimento de 2,5% ou 4,2 milhões de toneladas. A produção do feijão também deve crescer 3,1% na primeira safra, chegando a 30,1 mil toneladas.

Agência Brasil

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Mato Grosso tem aumento de 1,4% no volume de gado abatido em frigorífico e novo recorde

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foto: Só Notícias

Mato Grosso enviou para abate 607,93 mil cabeças de gado em dezembro, consolidando 2025 com recorde no volume abatido. Durante todo o ano foram 7,46 milhões de cabeças, superando em 1,44% o consolidado de 2024, sendo o maior volume já abatido, segundo dados do INDEA (Instituto de Defesa Agropecuária).

Essa alta nos abates no período foi ocasionada pela maior oferta de animais terminados, principalmente pelos sistemas de intensificação (confinamento, semi-confinamento e TIP) e a alta da demanda externa pela proteína bovina. Um ponto de destaque foi o aumento no volume de animais jovens (machos e fêmeas até 24 meses) enviados para as indústrias, que foi de 3,22 milhões de cabeças, alta de 17,55% em comparação com 2024, sendo considerado também o maior volume enviado para abate pelo Estado.

A participação de bovinos jovens abatidos em relação aos abates totais em 2025 foi de 43,24%, incremento de 5,93 pontos percentuais no mesmo comparativo.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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