Mato Grosso
Grupo Mônaco investe R$ 60 milhões em concessionárias na região do Vale do Araguaia

Foto: Assessoria
Água Boa e Barra do Garças, cidades conhecidas pelo desenvolvimento da agropecuária na região do Vale do Araguaia, receberam investimento de R$ 60 milhões do Grupo Mônaco, com a abertura de duas concessionárias Fiat e de outras duas concessionárias das marcas Jeep e RAM. A expectativa é movimentar a economia local, além da geração de empregos diretos e indiretos.
“Nas nossas análises de mercado em Mato Grosso já havíamos enxergado a pujança do Vale do Araguaia, região em franco desenvolvimento, onde já atuamos com caminhões e ônibus VWCO, GID Locações, Consórcio BrQualy e Banco Luso Brasileiro”, afirma o CEO do Grupo Mônaco, Rui Denardin.
Formado por 25 municípios, o Vale do Araguaia tem um Produto Interno Bruto (PIB) de mais de R$ 22 bilhões, valor acima de estados como Amapá (R$ 18 milhões), Roraima (R$ 16 bilhões) e Acre (R$ 16 bilhões). Os dados mais recentes do Instituto Mato-grossense de Agropecuária (Imea) mostram que a região tem 3,5 milhões de hectares plantados por ano entre soja e milho, além de 5 milhões de hectares destinados à pecuária.Se o Vale do Araguaia fosse um país, teria o maior crescimento econômico do mundo em 2022.
Em Água Boa, município que está entre as 100 cidades mais ricas do agronegócio e que possui um Valor Adicionado Bruto (VAR) de R$ 6,4 bilhões apenas com o agronegócio, será instalada uma concessionária Fiat. Já Barra do Garças, município polo da região que tem PIB de R$ 2,5 bilhões, passará a ter três unidades do Grupo Mônaco: Jeep, RAM e Fiat.
“Estamos investindo cerca de R$ 60 milhões nessas cidades, completando o nosso ecossistema com mais quatro concessionárias, sendo duas no segmento premium, que têm muita sinergia com os clientes de caminhões e ônibus, GID Locações,Consórcio BrQualy e Banco Luso Brasileiro. Buscamos sempre agregar o crescimento do Grupo Mônaco com o desenvolvimento das regiões em que nos instalamos, uma característica que mantemos desde a inauguração da nossa primeira concessionária, em 1977”, enfatiza Denardin.
Grupo Mônaco
Com 46 anos de atuação no segmento automotivo, o Grupo Mônaco é composto pelas empresas: Mônaco Diesel – VWCO Caminhões e Ônibus; Mônaco Veículos – Fiat; Mônaco Motocenter – motocicletas Honda; Mônaco Seminovos; Consórcio BrQualy; GID Locação de Veículos Pesados e Banco Luso Brasileiro.
As concessionárias operam em sete Estados brasileiros: Pará, Amapá, Maranhão, Rondônia, Piauí, Mato Grosso e Goiás e contam com escritório em São Paulo. Com cobertura nacional, o Grupo tem ainda a GID Locações, BrQualy e Banco Luso Brasileiro.
Redação/AguaBoaNews
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Começa vacinação contra brucelose em MT; Indea estima 4 milhões de bezerras

foto: assessoria
Está em vigor em Mato Grosso a primeira etapa da vacinação contra a brucelose, doença infecciosa que provoca abortos em vacas e inflamação nos testículos dos machos. Obrigatoriamente são imunizadas bezerras bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses de idade, e a aplicação do imunizante precisa ser feita por um médico veterinário cadastrado no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea), ou vacinador sob sua responsabilidade.
A primeira etapa segue até dia 30 de junho, e o pecuarista que não vacinar as fêmeas na idade estabelecida fica sujeito a multa de 01 Unidade Padrão Fiscal (UPF) por animal, no valor de R$ 254,36. Além de ficar impedido de emitir Guia de Transporte de Animal (GTA).
Após a vacinação, o médico veterinário tem até 30 dias para emitir o atestado de vacinação que é comunicado automaticamente ao Indea, que fará a avaliação. Ao final da etapa, este prazo não pode ultrapassar o dia 2 de julho.
Mato Grosso possui 31,6 milhões de bovinos e, segundo dados do Indea, aproximadamente 4 milhões desse total são bezerras na idade determinada para a vacinação contra a brucelose.
A brucelose ainda tem alta ocorrência no Estado, e além de causar prejuízos ao produtor pelas perdas reprodutivas, representa risco para a saúde pública. Nos humanos, se uma pessoa tomar leite (cru) de vaca com brucelose ela pode adoecer, e quem manipula a vacina ou lida diariamente com o animal está mais exposto à doença pelo contato com secreções e restos de parto e aborto de vaca doente, que têm grande quantidade de bactéria da brucelose.
Como forma de controle da doença, além da vacinação obrigatória das fêmeas entre 3 a 8 meses, o Indea orienta os pecuaristas a realizarem regularmente o exame e eliminação de fêmeas e machos doentes e a revacinação de novilhas antes de entrar em reprodução com RB51.
Redação Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Brasil deve fechar safra de 2025 com recorde de 346 milhões de toneladas, prevê IBGE

foto: Só Notícias/Lucas Torres
O Brasil deverá fechar 2025 com safra recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O resultado representa um aumento de 18,2% em relação a 2024 (292,7 milhões de toneladas). Os dados são da estimativa calculada em dezembro passado, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A previsão é de que, neste ano, a produção seja menor. Segundo estimativas do IBGE, a safra brasileira em 2026 deve somar 339,8 milhões de toneladas, declínio de 1,8% em relação a 2025 ou 6,3 milhões de toneladas.
Para a safra 2026, o IBGE informou que está incluindo a canola e o gergelim, produtos que vêm ganhando importância na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos últimos anos, muito embora ainda tenham seu cultivo limitado a poucas unidades da federação.
Para o ano passado, o IBGE prevê recorde da série histórica. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo que, somados, representaram 92,7% da estimativa da produção e respondem por 87,9% da área a ser colhida.
Para a soja, a estimativa de produção foi de 166,1 milhões de toneladas, novo recorde da série histórica, que representa alta de 14,6% em relação a 2024. Para o milho, a estimativa também foi recorde,141,7 milhões de toneladas (crescimento de 23,6%).
Outro recorde se refere à produção do algodão herbáceo em caroço, que chegou a 9,9 milhões de toneladas, um acréscimo de 11,4% em relação a 2024.
Já a produção do arroz em casca foi estimada em 12,7 milhões de toneladas (alta de 19,4%); a do trigo, em 7,8 milhões de toneladas (3,7% a mais que em 2024), e a do sorgo foi de 5,4 milhões de toneladas (35,5% a mais).
O prognóstico para 2026, divulgado nesta quinta, foi o terceiro. Apesar de estimar uma produção em 2026 menor que em 2025, a previsão foi maior do que a do último prognóstico, divulgado em dezembro de 2024, pelo IBGE. Em relação ao segundo prognóstico, houve crescimento de 4,2 milhões de toneladas – alta de 1,2% na previsão para este ano.
De acordo com o IBGE, o declínio da produção de 2026 em relação à safra 2025 deve-se, principalmente, à menor estimativa para o milho (-6% ou -8,5 milhões de toneladas), para o sorgo (-13% ou -700,2 mil toneladas), para o arroz (-8% ou -1 milhão de toneladas), para o algodão herbáceo em caroço (-10,5% ou -632,7 mil toneladas) e para o trigo (-1,6% ou -128,4 mil toneladas).
Já para a soja, o IBGE estima um crescimento de 2,5% ou 4,2 milhões de toneladas. A produção do feijão também deve crescer 3,1% na primeira safra, chegando a 30,1 mil toneladas.
Agência Brasil
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mato Grosso tem aumento de 1,4% no volume de gado abatido em frigorífico e novo recorde

foto: Só Notícias
Mato Grosso enviou para abate 607,93 mil cabeças de gado em dezembro, consolidando 2025 com recorde no volume abatido. Durante todo o ano foram 7,46 milhões de cabeças, superando em 1,44% o consolidado de 2024, sendo o maior volume já abatido, segundo dados do INDEA (Instituto de Defesa Agropecuária).
Essa alta nos abates no período foi ocasionada pela maior oferta de animais terminados, principalmente pelos sistemas de intensificação (confinamento, semi-confinamento e TIP) e a alta da demanda externa pela proteína bovina. Um ponto de destaque foi o aumento no volume de animais jovens (machos e fêmeas até 24 meses) enviados para as indústrias, que foi de 3,22 milhões de cabeças, alta de 17,55% em comparação com 2024, sendo considerado também o maior volume enviado para abate pelo Estado.
A participação de bovinos jovens abatidos em relação aos abates totais em 2025 foi de 43,24%, incremento de 5,93 pontos percentuais no mesmo comparativo.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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