Meio Ambiente
Mudanças climáticas exigem maior cuidado com preparo do solo

O inverno começou na semana passada, mas a expectativa para este ano é que as temperaturas fiquem até 3 graus Celsius acima da média. Divulgação
A chegada do inverno deveria trazer temperaturas mais amenas, mas com as mudanças climáticas a situação deve ser diferente este ano. Meteorologistas prevêem que as médias ficarão até 3 graus Celsius acima e o El Niño, fenômeno que aquece as águas do Pacífico e influencia o clima global, também deve contribuir para um inverno mais quente.
Nesse momento é importante dar atenção ao preparo do solo e a nutrição da cultura. “A aplicação dos chamados produtos ferticorretivos é fundamental para proteger o solo destas variações climáticas e reduzir o impacto na produtividade das culturas”, disse Eduardo Dahmer, agrônomo da Fertimacro, indústria de fertilizantes à base de óxidos do grupo Caltec. Segundo ele, os óxidos da Fertimacro são uma ótima opção, pois atendem a necessidade de liberação imediata do Cálcio (Ca) e do Magnésio (Mg), balanceando o tempo de reação do carbonato, que é mais lento.
“No caso de culturas ainda mais sensíveis, como os hortifruti, a correção do solo é ainda mais importante, pois o cultivo sofre mais ainda com as altas temperaturas fora de época”, disse Caroline Santiago, técnica agrícola da Agrolitá. Ela explica que os produtos Agrolitá foram desenvolvidos exclusivamente para hortaliças, principalmente para ajudar no desenvolvimento das raízes e manter folhas verdes por mais tempo. “Com raízes mais desenvolvidas a hortaliça melhora a absorção de água e nutrientes necessários para atingir seu máximo potencial produtivo”
Sobre a Agrolitá
A Agrolitá é uma divisão agrícola da Caltec Química Industrial, responsável pelo desenvolvimento e comercialização de uma a linha de fertilizantes [CR5] voltados ao hortifruti. Criada para atender ao setor de HF, um público exigente que precisa de resposta rápida em suas culturas, oferece produtos de fácil aplicação, alto escoamento e resultados imediatos. Com mais de 75 anos de história, a Caltec possui Certificação ISO 9001 e é premiada pela FINEP em Inovação Tecnológica e pela CNI em Qualidade e Produtividade. Mais informações em http://agrolita.com.br/
Saiba mais sobre a Fertimacro
A Fertimacro é uma das divisões agrícolas da Caltec, empresa focada na produção e no desenvolvimento de fertilizantes a base de óxidos, que melhoram o solo e a produtividade da lavoura. Mais informações em www.fertimacro.com.br
Saiba mais sobre a Caltec
A Caltec atua no fornecimento de insumos e serviços para diversos setores da indústria de base, como termelétricas, usinas de cana, indústrias de fertilizantes, indústrias cerâmicas, siderúrgicas e agronegócio. A linha de produtos Caltec é reconhecida nacionalmente pela qualidade, inovação tecnológica e pelos atributos exclusivos que possui. As marcas da Caltec têm alta qualidade e atendem a todos os parâmetros da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e também da Associação Mercosul de Normalização (AMN).
Com reservas minerais de mais de 500 milhões de toneladas, com características únicas, a Caltec possui um parque industrial que movimenta mais de 1,5 milhão de toneladas anuais entre matérias-primas e produtos. Adequada às atuais exigências de sustentabilidade, utiliza fontes renováveis e conquistou a autossuficiência energética. Mais informações em https://caltec.com.br/
EGOM PR AGENCY
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Previsão de chuva para esta semana. Veja onde!

Imagem: Magnific
Onde mais vai ter chuva no Brasil nesta semana? Conforme a análise da MetSul, com base em modelos numéricos, a chuva terá maiores volumes nesta semana no Sul e no Norte do Brasil, embora chova com acumulados muito acima da média de junho em pontos entre o Centro-Oeste e o Sudeste.
O mapa acima mostra a projeção de chuva para esta semana do modelo meteorológico Icon, do Deutscher Wetterdienst, o serviço meteorológico da Alemanha, e que pode ser consultado pelo nosso assinante na seção de mapas.
Na Região Norte, onde gradualmente chega ao fim o inverno amazônico e a temporada chuvosa na região, os maiores volumes devem se dar no Amazonas e Roraima, mas com volumes localmente altos no Norte do Pará e no Amapá. No Tocantins, a chuva será escassa com tempo seco.
Na Região Nordeste, a precipitação deve ser escassa na maior parte da região e em grande número de cidades não chove nesta semana. Onde deve chover é em pontos da costa, inclusive forte em diferentes pontos.
No Centro-Oeste, a chuva será escassa parte da região nesta semana com dias em que o tempo seco e firme vai predominar. No entanto, áreas de baixa pressão que atuam no Sul do Brasil devem levar chuva ao Mato Grosso do Sul e até ao Centro-Sul de Goiás em plena estação seca do Planalto Central.
Já na Região Sudeste, também haverá instabilidade na segunda metade da semana. Os volumes de chuva podem ser altos para esta época do ano no interior de São Paulo. A chuva afetará ainda o Rio de Janeiro e o Oeste (Triângulo), Sul e o Centro de Minas Gerais.
No Sul do Brasil, a semana será de maior instabilidade com áreas de baixa pressão que vão formar dois ciclones na costa, um nesta terça e outro na sexta. A maioria dos dias da semana terá chuva na Região Sul. Instabilidade mais forte ocorre entre quinta e sexta pela segunda área de baixa pressão com risco de chuva forte e temporais.
Com METSUL
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Virada no tempo confirmada: formação de ciclone traz mudanças

Imagem: Magnific
Após vários dias de frio persistente em grande parte do país, uma nova mudança no tempo está prestes a ocorrer. Modelos de previsão indicam a formação de um sistema de baixa pressão sobre a Região Sul, que vai se aprofundar e se transformar em um ciclone.
O sistema impulsionará uma frente fria em direção ao país e deve provocar um aumento da nebulosidade, chuva e ventos intensos. Inicialmente, o sistema atuará sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, posteriormente avançando para outras regiões do país.
Formação de ciclone aumenta instabilidades no Sul
Durante o sábado (6), uma área de baixa pressão atmosférica começará a se aprofundar e, até a segunda-feira (8), o sistema ganhará força e se transformará em um ciclone, ocasionando a formação de pancadas de chuva sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Já na terça-feira (9), a sua frente fria associada avançará em direção ao Sudeste, provocando pancadas de chuva em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Ao total, os maiores acumulados previstos podem chegar perto dos 100 mm totais ao longo da semana que vem, especialmente no Paraná, Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo, como é possível observar na imagem abaixo. Rio Grande do Sul e Santa Catarina também registrarão acumulados significativos de chuva.
Embora não haja previsão de eventos extremos, as tempestades (que se formam especialmente durante a tarde e a noite) ainda podem causar transtornos pontuais para a população, como alagamentos, queda de galhos de árvores e cortes no fornecimento de energia elétrica.
Massa de ar polar derruba as temperaturas
Além da chuva, o sistema será acompanhado por uma intensa massa de ar polar que avançará pelo centro-sul do Brasil a partir da segunda-feira (8). O ar frio ganhará força ao longo da semana e provocará uma queda expressiva das temperaturas em grande parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Até quinta-feira (11), as temperaturas mínimas poderão ficar abaixo dos 10°C em diversas áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, sul de Minas Gerais e sul do Mato Grosso do Sul. Em regiões de maior altitude, como a serra gaúcha e catarinense, as condições poderão favorecer a formação de geadas isoladas, especialmente durante a madrugada e o início da manhã.
As condições de frio mais intenso serão observadas na quarta-feira (10) e na quinta-feira (11), e além dos estados mencionados, esse resfriamento também será sentido em áreas do Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Espírito Santo, podendo alcançar até mesmo partes da Bahia nos últimos dias da semana.
Com o avanço da massa de ar polar, a tendência será de uma semana mais fria do que o normal em grande parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul devem registrar temperaturas persistentemente abaixo da média para o período, como podemos observar na imagem abaixo.
Diante da previsão de frio intenso, geadas e mudanças significativas no tempo, é recomendável acompanhar as atualizações e se preparar para a queda das temperaturas nos próximos dias. Não deixe de conferir as previsões de chuva e temperatura mínima específicas para a sua cidade, que estão disponíveis aqui no portal.
Com Meteored Brasil
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Junho terá frio e mais chuva no Paraná

Foto: Pixabay
O mês de junho, que marca a chegada do inverno, deve ser caracterizado por temperaturas abaixo da média histórica e volumes de chuva acima do normal em parte do Paraná. A previsão é do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), que aponta condições típicas da nova estação já nas primeiras semanas do mês.
Segundo o Simepar, os maiores desvios positivos de precipitação devem ocorrer nas regiões Norte e Leste do estado. O inverno astronômico começa oficialmente às 5h24 do dia 21 de junho, com o solstício de inverno.
Historicamente, junho é um dos meses mais secos do ano no Paraná. Nas regiões de Jacarezinho, Cambará e Dr. Ulisses, os acumulados médios de chuva variam entre 50 e 75 milímetros ao longo do mês. Já áreas do Noroeste, extremo Norte e parte dos Campos Gerais costumam registrar volumes entre 75 e 100 milímetros.
Os maiores índices pluviométricos são observados tradicionalmente na região Sudoeste, onde os acumulados podem alcançar 175 milímetros. No Centro-Sul, Sul e em parte da região Oeste, os volumes médios ficam entre 125 e 150 milímetros.
Em relação às temperaturas, o levantamento histórico mostra que as menores mínimas costumam ocorrer nas regiões Centro-Sul e Sul do estado, além de áreas da Região Metropolitana de Curitiba. Nessas localidades, os termômetros normalmente variam entre 8°C e 10°C durante as madrugadas de junho.
Nas áreas mais frias do Paraná, como Palmas e General Carneiro, as temperaturas médias mensais historicamente permanecem abaixo dos 12°C. Já as regiões do extremo Noroeste apresentam as maiores médias, variando entre 18°C e 20°C.
As máximas também tendem a ser mais baixas nesta época do ano. No Sul do estado, os valores médios ficam entre 18°C e 20°C, enquanto no Litoral, Norte e Oeste as máximas costumam variar entre 22°C e 24°C.
Para junho de 2026, a previsão do Simepar indica temperaturas abaixo da média climatológica em grande parte do território paranaense. O cenário reforça a expectativa de um início de inverno com características mais próximas do padrão histórico da estação, marcado por dias mais frios e aumento da frequência de sistemas meteorológicos capazes de provocar chuva em diferentes regiões do estado.
Agrolink – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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