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Agronegócio

Visita ao Canadá aproxima Reflorestar das novidades da Tigercat

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Para conhecer as tendências de máquinas da marca canadense, o diretor florestal da Reflorestar esteve nas fábricas da Tigercat e acompanhou de perto a linha de montagem da empresa – Assessoria

 

O setor florestal brasileiro tem se destacado mundialmente por sua produtividade e pela qualidade dos produtos ofertados no mercado. De acordo com o Relatório Anual Ibá 2023, divulgado neste ano, o segmento foi o quarto no ranking de exportação do agronegócio no país, em 2022. Por traz dos grandes players do mercado, estão as empresas prestadoras de serviços (EPS), responsáveis por atividades, como silvicultura, colheita e carregamento de madeira em áreas plantadas.

Para contribuir com o desenvolvimento pujante do setor, a Reflorestar Soluções Florestais, única empresa prestadora de serviços no país que oferece uma solução totalmente mecanizada em todas as etapas da cadeia de produção florestal, está de olho nas novidades que as indústrias de máquinas e implementos estão ofertando.

Por esta razão, o diretor florestal da Reflorestar, Igor Dutra de Souza, esteve na primeira quinzena de julho, na sede da Tigercat, em Toronto, no Canadá. A convite da Tracbel, representante da marca no Brasil, Souza conheceu as fábricas e acompanhou de perto a linha de montagem de skidders da série 600, além de feller bunchers série 800, mulchers e cabeçotes.

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“Visitas, como essas, são essenciais para o nosso processo decisório de quais máquinas e implementos vão ampliar o portfólio oferecido pela Reflorestar aos clientes. Ver de perto como ocorre a montagem aumenta a nossa confiabilidade e segurança na hora de escolher qual máquina comprar”, explica o diretor florestal da Reflorestar.

Produtividade

A visita foi acompanhada pelo diretor florestal Cairon Costa Faria e pelo diretor de vendas internacionais da Tigercat para o Hemisfério Sul, Gary Olsen. Eles apresentaram as estratégias adotadas pela marca para reduzir a dependência dos fornecedores externos, facilitando a produção das máquinas e respeitando a entrega final para o cliente. “A segurança, a qualidade e a produtividade são os pilares defendidos pela Tigercat, valores que foram percebidos, durante a nossa visita, em toda a linha de produção. Os equipamentos foram desenvolvidos para serem totalmente funcionais e eficientes, pontos que consideramos muito importantes para o nosso negócio”, comenta Souza.

A Reflorestar possui um skidder, da série 600, da Tigercat. A marca canadense de equipamentos florestais é líder de vendas desse modelo no Brasil. A Tracbel é a única distribuidora da marca no país. Com essa viagem, mais uma vez, a Reflorestar reforça sua postura proativa ao se aproximar do setor de produção de máquinas. “Tivemos oportunidade para discutir sugestões para que as máquinas e/ou implementos se adequem às necessidades florestais brasileiras. Também conhecemos alguns projetos estratégicos interessantes, que esperamos que, em breve, estejam disponíveis no Brasil”, conclui Souza.

Sobre a Reflorestar

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Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Em quase 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite: www.reflorestar.ind.br

Janaina Massote

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Venda de milho em Mato Grosso se aproxima de 50%, mas incerteza quanto ao El Ñino preocupa próxima safra, diz Imea

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Os produtores de Mato Grosso já negociaram 47,32% da produção estimada de milho da safra 2025/26 até o final de maio. O índice representa avanço de 1,02 ponto percentual (p.p) acima do registrado no mesmo período da safra passada. Os dados foram divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (8).

De acordo com o instituto, o desempenho reflete o avanço da colheita e a maior disponibilidade do cereal no mercado. Esses dois fatores têm levado os produtores a intensificar as vendas e, ao mesmo tempo, o aumento da oferta tem pressionado as cotações do milho no estado.

Em maio, o preço médio do grão foi de R$ 42,73 por saca em Mato Grosso. Segundo Milena Bezerra, analista de mercado do Imea, o ritmo de comercialização demonstra que os produtores estão ajustando suas estratégias diante da necessidade e cenário de oferta elevada.

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“Mato Grosso caminha para mais uma grande safra de milho, o que amplia a disponibilidade do produto tanto para o mercado interno quanto para as exportações”, destaca.

Apesar do avanço nas negociações da safra atual do milho, o cenário para os próximos meses ainda é marcado por incertezas. A comercialização antecipada da safra 2026/27 alcançou 4,77% da produção estimada até maio, crescimento de 2,08 p.p. em relação ao mês anterior. Ainda assim, o percentual permanece 0,82 p.p abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

A cautela dos produtores está relacionada principalmente às dúvidas em torno do comportamento climático no segundo semestre deste ano. A possibilidade de ocorrência de um “super” El Niño tem gerado preocupação no setor, uma vez que o fenômeno pode alterar o regime de chuvas em importantes regiões produtoras e impactar o desenvolvimento da safra seguinte, tanto da soja quanto do milho.

“A previsão de um El Niño mais intenso neste ano pode impactar a soja e, consequentemente, afetar a janela do milho na próxima safraEsse cenário já se reflete nas negociações da safra 2026/27, que tem cerca de 5% da produção comercializada até o momento. Esse percentual é um pouco menor do que o registrado no mesmo período da safra atual, assim como os preços, que seguem mais pressionados”, afirma Milena.

Segundo o Imea, esse conjunto de fatores tem limitado um avanço mais acelerado da comercialização antecipada, mesmo com os preços apresentando relativa estabilidade. No mês de maio, a saca do milho para a safra futura foi negociada, em média, a R$ 45,39, praticamente estável em relação a abril.

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Exportação recorde em maio

Mato Grosso foi o principal responsável pelo avanço das exportações brasileiras de milho em maio. O estado embarcou 121,03 mil toneladas do grão, o equivalente a 48,55% de todo o volume exportado pelo Brasil durante o mês.

Conforme os dados divulgados pelo Imea, o resultado representa o 5° maior já registrado para maio e um aumento de 207,36% em relação ao período anterior. O estado já exportou 24,03 milhões de toneladas na safra 2024/25, volume que supera em 1,68% o total registrado em toda a safra passada.

Mesmo com o mês de junho ainda em andamento, o ciclo atual já figura como o terceiro maior da série histórica de exportações de milho do estado. (com Assessoria/Famato/IMEA)

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Copa 2026: Mato Grosso acelera biossegurança para faturar com explosão na demanda de carne

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Reprodução/ CenárioMT

 

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 está redesenhando as estratégias do agronegócio em Mato Grosso. De acordo com levantamentos técnicos da Scanntech, o consumo de carnes deve saltar mais de 10% durante os jogos, criando uma janela de oportunidade bilionária para o estado que detém o maior rebanho bovino do Brasil .

No entanto, o desafio para os produtores mato-grossenses vai além do volume de produção. O mercado internacional, especialmente os Estados Unidos — que importaram 775 mil toneladas de proteína no primeiro trimestre de 2026 —, elevou o rigor sanitário a patamares sem precedentes, exigindo que cada lote seja 100% rastreável e livre de riscos biológicos.

Para consolidar a imagem de Mato Grosso como fornecedor global de elite, o controle sanitário assumiu o papel de protagonista na cadeia logística. Do frigorífico ao porto, a vigilância deve ser ininterrupta, pois, como alerta Vinicius Dias, CEO do Grupo Setta, uma única falha pode fechar mercados por anos e comprometer contratos estratégicos.

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A “grande jogada” do agro brasileiro nesta Copa começa nos bastidores, com a implementação de protocolos auditáveis que garantem a transparência exigida por blocos econômicos europeus e americanos. O foco agora é mostrar ao mundo não apenas “quanto” se produz, mas “como” a carne é processada e transportada.

Tecnologia de ponta: o segredo da carne segura em MT

A automação surge como a resposta definitiva para a régua alta das exportações. Frigoríficos em polos como Sinop e Lucas do Rio Verde já começam a adotar soluções digitais que monitoram, em tempo real, a higienização de veículos e a circulação de pessoal, gerando dados auditáveis que servem como passaporte para o mercado externo.

Entre as inovações que surpreendem o setor está o TADD System, um equipamento patenteado que realiza a descontaminação de caminhões em apenas 48 minutos. A tecnologia utiliza ar aquecido em vez de agentes químicos, o que reduz o impacto ambiental e os custos operacionais, dois critérios de peso nas auditorias internacionais de 2026.

O uso dessa tecnologia de descontaminação térmica permite que a frota seja liberada com agilidade durante os picos de movimentação previstos para o período do torneio. Para o exportador de Mato Grosso, isso representa um ganho duplo: eficiência logística e segurança biológica absoluta, sem resíduos químicos no produto final.

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Biossegurança como ativo de reputação nacional

Com o apetite dos importadores em alta — as compras dos EUA subiram 15% em relação ao ano passado —, a biossegurança deixou de ser uma barreira técnica para se tornar um diferencial competitivo. Mato Grosso, ao liderar a adoção de tecnologias sustentáveis e seguras, posiciona a proteína brasileira no topo da preferência global.

O sucesso nesta Copa de 2026 dependerá da capacidade do setor em manter o ritmo do consumo sem abrir mão da rigidez sanitária. Ao transformar dados brutos em transparência para o consumidor, o agro de Mato Grosso garante que a vitória brasileira aconteça muito antes do apito inicial nos estádios norte-americanos.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Brasil vira 3ª maior potência global em carne suína; entenda

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Reprodução/ CenárioMT

 

O Brasil superou o Canadá e assumiu o posto de 3º maior exportador mundial de carne suína no início de 2026, com recorde de 1,51 milhão de toneladas enviadas ao exterior.

O feito redefine o peso da suinocultura nacional no mercado global, deixando para trás o Canadá, que fechou o ano passado com 1,45 milhão de toneladas embarcadas.

Mato Grosso, com sua vocação para a produção de grãos, desempenha papel vital nessa engrenagem, garantindo a ração que sustenta esse crescimento acelerado do setor.

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O crescimento de 11,6% nas exportações não ocorreu por acaso, sendo fruto de uma estratégia de diversificação de mercados e controle sanitário rigoroso.

O Brasil agora faz parte do pódio mundial, posicionado atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos, consolidando sua marca como fornecedor confiável.

A capilaridade na Ásia foi o grande motor das vendas externas, permitindo ao país conquistar destinos que antes eram dominados por concorrentes tradicionais do setor.

O que muda na mesa do mato-grossense?

Da porteira para dentro, a realidade também mudou drasticamente. A carne suína deixou de ser uma opção ocasional para se tornar uma proteína essencial no prato do brasileiro.

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Dados da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) mostram que o consumo per capita no país atingiu o marco histórico de 20 kg por habitante em 2025.

Essa força do mercado interno é o que garante a sustentabilidade da cadeia produtiva, protegendo os suinocultores contra as oscilações bruscas que podem ocorrer no comércio internacional.

Por que essa conquista fortalece o campo?

O sucesso do setor é resultado de investimentos constantes em tecnologia, genética avançada e bem-estar animal, pilares que garantem a qualidade do produto final.

Para o produtor em cidades como Lucas do Rio Verde ou Sinop, o crescimento da suinocultura representa uma nova fronteira para agregar valor ao milho produzido no estado.

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Inteligência Produtiva: Uso de genética de ponta para aumentar a produtividade.

Sustentabilidade: Manejo que atende aos padrões de sanidade exigidos globalmente.

Segurança: Equilíbrio entre vendas para o exterior e o consumo doméstico.

O CenárioMT continua acompanhando os números da suinocultura e os impactos desta nova liderança global para os produtores mato-grossenses. Veja aqui como o agronegócio de Mato Grosso segue se reinventando em 2026.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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