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Polícia Militar apreende quase 70 kg de drogas na região de fronteira

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PM/RO

 

Em uma operação significativa de combate ao tráfico de drogas, a Polícia Militar apreendeu aproximadamente 70 kg de entorpecentes na madrugada desta quarta-feira (31), em Nova Mamoré, na região de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ação ocorreu durante um patrulhamento da Operação Guardiões das Fronteiras e Divisas, quando os policiais avistaram um veículo modelo Saveiro na BR-425, próximo ao distrito de Araras. Ao dar ordem de parada, o motorista do veículo desceu rapidamente e fugiu para uma área de mata, conseguindo escapar dos agentes.

Na inspeção do veículo, os militares descobriram 60 kg de maconha e 8 kg de pasta base de cocaína escondidos na carroceria. Além das drogas, os policiais encontraram um aparelho celular iPhone, deixado para trás pelo traficante em fuga.

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A apreensão é parte dos esforços contínuos da Polícia Militar para coibir o tráfico de drogas na região de fronteira, onde a proximidade com a Bolívia facilita a entrada de entorpecentes no Brasil. As operações de patrulhamento e fiscalização são intensificadas regularmente para combater essas atividades ilícitas e garantir a segurança da população.

As autoridades continuam as buscas pelo traficante e trabalham para identificar possíveis envolvidos na operação de transporte das drogas. A Polícia Militar reforça a importância da colaboração da comunidade na denúncia de atividades suspeitas, destacando que informações anônimas podem ser essenciais para o sucesso dessas operações.

Com esta apreensão, a Polícia Militar de Rondônia reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas, buscando reduzir a criminalidade e garantir a segurança nas áreas de fronteira.

FONTE: RONDONIADINAMICA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil apreende menor apontado como segundo envolvido em morte de motorista de aplicativo em Rondonópolis

Publicado

em

PJC

 

Um adolescente que teve o envolvimento na morte do motorista de aplicativo, de 48 anos, em Rondonópolis, foi apreendido pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (19.2), com a deflagração da Operação Fim de Linha.

O menor de 16 anos estava com o mandado de busca e apreensão decretado pela Vara Especializada da Infância e Juventude de Rondonópolis com base nas investigações conduzidas pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município.

Ao perceber a chegada da equipe policial à residência, o adolescente tentou escapar pulando pela janela do segundo andar, obrigando os agentes a percorrer vários quarteirões até efetivar a sua captura.

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No momento em que foi apreendido, o menor não estava com o aparelho celular, que foi localizado posteriormente pelos policiais, jogado em cima de uma laje.

No quarto do adolescente foi encontrado um simulacro de arma de fogo, além das roupas utilizadas no crime. Após ter a ordem judicial cumprida, o menor foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.

Outro suspeito, de 27 anos, já havia sido preso pela Polícia Civil na semana passada. Ele confessou o envolvimento na morte do motorista de aplicativo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, João Paulo Praisner, embora o inquérito policial tenha sido inicialmente instaurado para apurar crime de homicídio, no decorrer das investigações ficou evidenciado tratar-se de crime patrimonial, configurando roubo seguido de morte (latrocínio), cuja pena prevista é de 20 a 30 anos de reclusão.

Crime e investigações

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As investigações iniciaram no dia 5 de fevereiro quando a Polícia Civil foi acionada sobre o desaparecimento da vítima, que trabalhava como motorista de aplicativo e não havia retornado para sua residência.

No dia seguinte, o veículo da vítima foi localizado abandonado nas proximidades do Bairro Celina Bezerra. Durante análise preliminar, foi constatado que os cintos de segurança do automóvel haviam sido cortados e os documentos da vítima queimados no interior do automóvel.

Em continuidade às diligências, o corpo foi localizado pouco depois em uma região de mata da cidade. Após trabalho investigativo, a equipe da DHPP Rondonópolis identificou um dos autores do crime, efetivando sua prisão no dia 11 de fevereiro.

Em interrogatório, o investigado confessou a participação no homicídio, alegando que ele e um outro suspeito de envolvimento no crime (o menor de idade) tinham intenção de praticar um roubo.

A dupla anunciou o assalto utilizando um simulacro de arma de fogo e uma faca, ocasião em que a vítima tentou reagir e acabou sofrendo um golpe no pescoço da (‘gravata’), levando-a perder a consciência.

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Homem é preso após agredir companheira e tomar chip do celular dela

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Mulher conseguiu escapar das agressões e foi encaminhada à rede de apoio; suspeito foi levado à delegacia – Reprodução

Um homem foi preso acusado de agredir a própria companheira, de 25 anos, e tomar o chip do celular dela para que não conseguisse pedir ajuda. A prisão ocorreu na tarde dessa quarta-feira (18), na cidade de Arenápolis (234 km de Cuiabá).

Conforme o registro da ocorrência, a agressão ocorreu na terça-feira (17). O homem deu um soco no rosto da vítima, causando sangramento e inchaço no nariz. Tremendo novas agressões, ela fugiu da casa e conseguiu pedir ajuda para a família por meio do recurso de troca de mensagens (Direct) da rede social Instagram.

Ela não conseguia fazer chamadas telefônicas convencionais porque o acusado tomou o chip do seu aparelho celular.

A mulher também fez uma postagem na mesma rede social denunciando a agressão, fazendo com o que o caso chegasse ao Serviço de Proteção à Mulher de Pernambuco, que foi quem entrou em contato com a polícia de Mato Grosso.

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A vítima foi localizada e encaminhada para a rede de apoio à mulher vítima de violência doméstica. O acusado foi encaminhado para a delegacia de polícia, onde foram adotadas as medidas cabíveis.

HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Transporte

Polícia Civil cumpre 20 ordens judiciais contra grupo de traficantes que atuava em Cuiabá e no Distrito Federal

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PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta quinta-feira (19.2) a Operação Hidra, para cumprir 20 ordens judiciais, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas com atuação interestadual.

São cumpridos 10 mandados de preventiva e 10 mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá, em desfavor de investigados que atuavam na comercialização e distribuição de entorpecentes nas cidades de Cuiabá e Brasília (DF).

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) ao longo dos últimos meses, identificaram uma rede estruturada de fornecedores de drogas, responsáveis pela comercialização de diversas substâncias ilícitas.

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Entre as substâncias estão maconha, drogas sintéticas e outros entorpecentes. O grupo utilizava meios tecnológicos e financeiros para viabilizar as transações ilícitas.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, a operação tem como objetivos principais cumprir as ordens judiciais de prisão e busca e apreensão e apreender drogas, valores, aparelhos celulares e outros elementos de prova.

“O trabalho busca interromper as atividades criminosas do grupo investigado e reunir novos elementos probatórios para o completo esclarecimento dos fatos. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas podem ultrapassar 15 anos de reclusão”, disse o delegado.

Nome da operação

Hidra faz referência à criatura mitológica de múltiplas cabeças, simbolizando a estrutura fragmentada e ramificada da organização criminosa, composta por diversos fornecedores interligados, cuja atuação conjunta garantia a continuidade do tráfico de drogas mesmo diante da repressão estatal.

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Operação Pharus – Farol da Justiça

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

O nome evoca a imagem de uma estrutura imponente que projeta luz constantemente, atravessando a escuridão e alertando sobre os perigos ocultos. A mensagem busca mostrar que o Estado é o ponto de referência seguro que orienta a sociedade e, ao mesmo tempo, expõe e sinaliza as ameaças criminosas, tornando-as visíveis e combatíveis.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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