Agronegócio
Fávaro leva Energia Solar para comunidades rurais de MT

Fávaro leva Energia Solar para comunidades rurais de MT – Fatos de Hoje
O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, tem se destacado por sua visão inovadora e compromisso com o desenvolvimento sustentável no Brasil. Um exemplo marcante de sua atuação é o projeto de energia solar que visa fornecer energia fotovoltaica para dez municípios do estado de Mato Grosso, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé e Rosário Oeste.
O projeto realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), conta com a parceria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Mato Grosso (Fetagri), por meio de um Termo de Fomento.
Em cada uma dessas cidades, 12 pequenos produtores de assentamentos rurais serão contemplados com kits compostos por placas solares equipadas com sistemas de microinversores, que possuem garantias de 25 e 15 anos, respectivamente. Cada sistema instalado em uma propriedade rural terá capacidade de gerar 300 kW mês.
Na tarde deste sábado (10/08), na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Cuiabá, representantes dessa entidade, do MAPA e da empresa W3 Solar Engenharia se reuniram antes de seguirem para a comunidade Carioca, localizada na zona rural de Cuiabá.
Segundo Fávaro, a iniciativa pretende entregar energia solar acessível e de qualidade às famílias do campo, de forma sustentável e em condições favoráveis. Ele destacou que este é um projeto pioneiro no país, sendo o primeiro do Brasil nesse formato.
“A iniciativa tem como objetivo não apenas levar energia elétrica para essas comunidades, mas também promover o uso de energia limpa e renovável, contribuindo significativamente para a sustentabilidade no campo. A energia solar, além de ser uma fonte inesgotável, traz economia e reduz os custos de produção para os pequenos produtores rurais, oferecendo-lhes uma alternativa econômica e ambientalmente correta”, destacou Carlos Fávaro.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Cuiabá, Ademir Moura da Silva, expressou sua satisfação com o projeto. “Com essa energia solar, agora temos mais condições de melhorar nossa produção e, consequentemente, a qualidade de vida das famílias atendidas. Esse projeto, muito importante, veio fortalecer o movimento sindical. Agradecemos ao ministro Carlos Fávaro por esse olhar ao homem do campo”, relatou.
Já o trabalhador rural Edivaldo José da Silva observou que é a concretização de várias promessas. “Com a efetivação da energia solar temos a possibilidade de termos equipamentos eletrônicos para serem utilizados na produção ou no conforto da família sem se preocupar com alto valor do consumo de energia. Nada funciona sem eletricidade e essa é uma energia que vem da natureza “, destacou Edivaldo.
Para o engenheiro eletricista Wellington Simões, da empresa W3 Solar Energia, responsável pela instalação do sistema, o projeto de energia solar nos assentamentos rurais é mais um passo importante para a inclusão e o desenvolvimento das comunidades agrícolas do país, reforçando a importância da sustentabilidade e da inovação no campo. (Fatos de Hoje)
Redação/VGN
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

Divulgação
Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.
O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.
Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.
Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.
O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.
O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

foto: arquivo/assessoria
A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.
Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.
O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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