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Agronegócio

Retomada parcial do comércio de mariscos e ostras no litoral paulista

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Foto: Pixabay

 

O Governo do Estado de São Paulo, por meio de um grupo intersecretarial formado pelas secretarias de Agricultura e Abastecimento, Saúde, Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, anunciou na segunda-feira (19) a liberação da retirada de moluscos bivalves, como mariscos, mexilhões e ostras, provenientes de cultivos nas regiões de Cigarras em São Sebastião, Itapema em Ilhabela, e Itapitangui e Porto Cubatão em Cananéia, no litoral paulista. As informações da informações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo.

De acordo com a secrertaria, a decisão foi tomada após a análise dos resultados das coletas realizadas nos dias 13 e 14 de agosto pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), através da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). Com essa medida, foi revertida a suspensão do consumo e comércio de moluscos bivalves provenientes dessas áreas monitoradas. No entanto, a suspensão da retirada de moluscos permanece em outras regiões, incluindo Toque Toque em São Sebastião, áreas de Ubatuba, Cocanha em Caraguatatuba, e Mandira em Cananéia, onde não foram realizadas coletas recentes.

A suspensão inicial do consumo e venda de moluscos bivalves em todo o estado ocorreu após relatórios de ensaio de amostras de água, coletadas entre 28 de julho e 5 de agosto pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) e pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária, detectarem a presença de biotoxinas produzidas por microalgas marinhas acima dos níveis permitidos.

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Desde 2021, o Governo de São Paulo implementou um Plano de Contingência para a Gestão Integrada de Riscos Associados a Florações de Microalgas Tóxicas em Águas do Litoral Paulista, através da Resolução Conjunta SES/SIMA/SAA 001. Esse plano foi acionado novamente diante da detecção das microalgas tóxicas, levando à interdição cautelar do comércio de moluscos bivalves, como mariscos e ostras, disponíveis nos estabelecimentos comerciais do estado.

Novas coletas serão realizadas para monitorar todas as áreas de cultivo do litoral paulista. Condições climáticas adversas e dificuldades de acesso impediram a coleta e análise em todas as áreas monitoradas, o que reforça a necessidade de continuidade no acompanhamento rigoroso da situação.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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em

colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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