Agronegócio
Expointer: agricultura familiar vende R$ 5,1 milhões nos primeiros cinco dias

Foto: Governo do Estado do RS
O 26º Pavilhão da Agricultura Familiar (PAF) da Expointer foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira (29), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A solenidade teve a presença do governador Eduardo Leite, do secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, e do ministro-chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. Compareceram também representantes das entidades que organizam o pavilhão e deputados federais e estaduais.
Com foco na recuperação do setor agropecuário e na retomada da economia, o pavilhão conta com o maior número de expositores da história: são 413 empreendimentos no local. Até quarta-feira (28), quinto dia da Expointer, foram comercializados R$ 5,1 milhões no PAF – um aumento de 20,38% em relação ao ano passado.
Durante a solenidade, Leite destacou a importância do evento e o impacto positivo das políticas públicas voltadas para o fortalecimento da agroindústria familiar no Estado. “O Pavilhão da Agricultura Familiar é um orgulho para todos nós. Além de celebrarmos sucessivas quebras de recordes na comercialização dos produtos, estamos vendo um número maior de expositores, com grande participação das mulheres e dos jovens”, disse. “O governo estimula a agroindústria familiar por meio de diversas políticas públicas e investe na produção por ter convicção de que esse é um caminho importante para o nosso desenvolvimento.”
Covatti celebrou os resultados alcançados pelo PAF nos primeiros dias de feira, ressaltando a resiliência dos agricultores familiares diante dos desafios climáticos enfrentados pelo Rio Grande do Sul. “Essa é a Expointer da esperança. A prova disso está nos dados diários de vendas do Pavilhão da Agricultura Familiar. Não poderíamos estar mais felizes e honrados com os resultados. Diante de todos os desafios impostos ao nosso Estado pelas recentes calamidades meteorológicas, a resiliência do nosso povo é o que temos de mais caro”, afirmou.
“A agricultura do Rio Grande do Sul é aquela que ensina ao Brasil, com o modo cooperativado e associado de produzir. Devemos celebrar a agricultura familiar, que nesta Expointer mostra sua resiliência, potência e força”, disse Teixeira.
O coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (Fetraf-RS), Douglas Cenci, ressaltou a superação após as enchentes. “Muitos agricultores familiares perderam tudo: casa, produção, estrutura. Mesmo assim, estão oferecendo o que há de melhor da agricultura familiar”, salientou. “Temos orgulho de construir as condições para que estivessem aqui, não só no ponto de vista da comercialização da feira, mas do conjunto de políticas públicas que fazem com que o agricultor possa permanecer no campo e construir a valorização da agricultura familiar.”
“Quando se investe no agricultor familiar, ele responde. Só precisa da ajuda dos governos para ter tranquilidade, porque o resto ele faz acontecer. Assim, podem seguir firmes e fortes nesta vitrine que é a Expointer”, frisou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva.
A Expointer segue até o próximo domingo dia (1), com horário de funcionamento das 8h às 20h. Na sexta-feira (30), ocorrerá a abertura oficial da feira, que será realizada na pista central do parque.
EXPOINTER
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

Divulgação
Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.
O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.
Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.
Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.
O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.
O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

foto: arquivo/assessoria
A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.
Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.
O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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