Agronegócio
Evento da ‘Comissão Famato Mulher’ reúne produtoras rurais em Barra do Garças

Foto: Assessoria
O Tatersal do Parque de Exposições Agropecuárias Elizário José de Farias, em Barra do Garças, sediou o 7º encontro do projeto “Famato Mulher – Fortalecendo a Presença da Família junto ao Sistema Sindical Rural”. A iniciativa, promovida pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), reuniu mais de cem mulheres de diversas regiões, incluindo representantes de Barra do Garças, Novo São Joaquim, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste, Pontal do Araguaia, Santo Antônio do Leste e Torixoréu.
O evento foi conduzido por Luciana Tomain, presidente da Comissão Famato Mulher, que, além de produtora rural, é formada em gastronomia, casada e mãe de duas filhas, Lorena e Gabriela Tomain.
Durante a abertura do encontro, o anfitrião Luiz Júnior Penteado, presidente do Sindicato Rural de Barra do Garças, destacou a relevância do papel da família no meio rural. “Estou feliz com o trabalho que a Famato tem desenvolvido. Por acreditar e apoiar essa iniciativa. Não basta somente o produtor, a produtora; tem que estar a família envolvida”, afirmou Luiz.
Carlos Royttmen, presidente do Sindicato Rural de Novo São Joaquim, também elogiou a Federação e a Comissão por levarem esse incentivo a todo o estado. “Parabéns à Famato e à Comissão por acreditarem na força da mulher do agro e por fortalecerem o sistema sindical em Mato Grosso”, disse.
Durante sua apresentação, Luciana Tomain compartilhou sua trajetória de vida, desde a infância até o envolvimento com a fazenda, passando pelo casamento e pela criação das filhas. Ela também narrou a origem da Comissão Famato Mulher, surgida em uma conversa informal com suas filhas à mesa do café. “A responsabilidade de estar à frente da Comissão é imensa, mas também é uma honra. Nosso desafio é despertar outras mulheres para o protagonismo no agro e, assim, fortalecer o sistema sindical rural através da união familiar”, declarou Luciana.
Além de seu testemunho pessoal, Luciana detalhou o funcionamento da Famato e das entidades que compõem o Sistema Famato – incluindo o Senar-MT, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), AgriHub e Sindicatos Rurais. Ela destacou a missão, visão e valores da Famato Mulher, reforçando o compromisso da comissão em empoderar as mulheres do campo.
O evento também contou com a palestra “Conexão Mulheres do Agro”, oferecida pela Bayer, que discutiu a importância da conexão entre as mulheres no setor agropecuário.
No encontro, foi transmitido um vídeo institucional que apresentou o Instituto Farmun. O vídeo destacou a atuação do instituto como uma organização comprometida com o desenvolvimento sustentável e a inovação no agronegócio. O Instituto Farmun promove práticas agrícolas eficientes e ambientalmente responsáveis, oferece capacitação para jovens e mulheres, e incentiva a cooperação entre produtores e pesquisadores.
Entre as participantes, estavam a defensora pública Lindalva Ramos e as primeiras-damas Adriana Lima da Silva (Pontal do Araguaia) e Leila Batista (Barra do Garças), reforçando a diversidade e o alcance do encontro.
Redação/AguaBoaNews
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

Divulgação
Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.
O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.
Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.
Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.
Redação RDM Online
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.
O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.
O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

foto: arquivo/assessoria
A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.
Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.
O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra
Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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