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Agronegócio

Exposição em Fortaleza traz história da cotonicultura no Brasil

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Sócios empreendedores do Antares e a equipe de vendas que participou da Ficomex 2024

 

 

O público presente no 14º Congresso Brasileiro de Algodão pode conhecer nesta quarta-feira, 4 de setembro, uma exposição que traça a história da cotonicultura no Brasil. Apresentada pelo Centro de Memória Bunge em parceria com a ORÍGEO, a mostra traz documento datado de 1987, que faz parte do álbum de fotografias da Brasital – Fábrica de Fiação e Tecidos de Algodão José Weissohn & Cia, além de imagens do processamento de algodão nos anos 1940, equipamentos de tecelagem e processamento de óleo de algodão dos anos 1940 a 1970 e materiais gráficos históricos, como cartões postais e anúncios da década de 1980.

Gerente de segurança aeroportuária do Antares, João Marcos, durantes palestra na Ficomex 2024
Anderson Cost

 

Realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o 14º Congresso Brasileiro de Algodão (CBA) é considerado o principal ponto de encontro da cadeia produtiva. “A exposição é uma oportunidade para conectar passado e futuro, reunindo a cadeia produtiva do algodão em um espaço de troca de conhecimentos, inovações e parcerias. Com uma programação científica de alta qualidade e debates sobre as novas tendências do setor, o Congresso Brasileiro de Algodão reafirma seu papel de vanguarda, assim como o Centro de Memória Bunge, que celebra a história para moldar o futuro”, afirma Viviane Morais, historiadora do Centro de Memória, mantido pela Fundação Bunge.

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Estande do Antares Polo Aeronáutico na Ficomex, feira de comércio exterior realizada no Centro de Convecções de Goiânia Anderson Costa

 

Com 30 anos de atuação, o Centro de Memória Bunge (CMB) traz preservada e acessível ao grande público a história de mais de 100 anos da Bunge no Brasil, na forma de mais de 1,6 milhão de documentos cartográficos, iconográficos, filmográficos e textuais, entre outros. Pioneiro na preservação da memória empresarial no país, o CMB narra não apenas a trajetória da Bunge, mas também a evolução dos valores, costumes e modos de organização da própria sociedade brasileira.

 

Antares foi apresentado a uma plateia de empresários e representantes de embaixadas, durante a Ficomex 2024
Anderson Costa

Sobre a Fundação Bunge

A Fundação Bunge, entidade social da Bunge no Brasil, há mais de 60 anos atua para gerar impactos positivos na sociedade em territórios e setores estratégicos para a Bunge, fomentando a diversidade com promoção dos direitos humanos por meio da inclusão produtiva e do estímulo à economia de baixo carbono, estimulando a ciência e a preservação da memória. A Fundação é o pilar social da Bunge, líder mundial no processamento de sementes oleaginosas e na produção e fornecimento de óleos e gorduras vegetais especiais, que tem como propósito conectar agricultores a consumidores para fornecer alimentos, nutrição animal e combustíveis essenciais para o mundo. Valorizamos nossas parcerias com os agricultores para melhorar a produtividade e a eficiência ambiental da agricultura em nossas cadeias de valor e para levar produtos de qualidade de onde eles crescem para onde são consumidos. Ao mesmo tempo, colaboramos com nossos clientes para pensar e criar o futuro dos alimentos, desenvolvendo soluções personalizadas e inovadoras para atender às necessidades e tendências alimentares em evolução em todas as partes do mundo.

Visitantes conferem detalhes do projeto do Antares em maquete que foi levada para o estande na Ficomex 2024
Anderson Costa

Site Fundação Bunge: Link

Assessoria de Imprensa – Fundação Bunge

GBR Comunicação

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Fernanda Domiciano – [email protected] – (19) 99269-9138
Hélio Filho – [email protected] – (11) 98554-7484
Vagner Magalhães – [email protected] – (11) 9 9196-1716

Fernanda Domiciano

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Divulgação

 

Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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