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Agronegócio

Agroquímicos – Sipcam Nichino lança inseticida-acaricida de ponta para algodão e amplia portfólio de soluções voltado à pluma

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Fotos: Divulgação

 

 

Com investimentos visando a ampliar o portfólio de tecnologias para o algodão brasileiro, a Sipcam Nichino anuncia o lançamento do inseticida-acaricida Ommi® EC. Trata-se de uma solução ‘multialvos’, que conta com recomendações para controle das pragas de alta complexidade como ácaro-rajado, ácaro-branco e pulgão do algodoeiro, informa a companhia.

De acordo com a fabricante, o novo produto paralisa imediatamente a alimentação das pragas-alvos, evitando assim prejuízos à cultura. Ommi® EC, acrescenta a companhia, apresenta também ação ‘adulticida’, ‘ninficida’ e ‘ovicida’, além de ser seletivo a inimigos naturais de pragas.

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“É uma tecnologia ‘premium’, que chega para fortalecer o portfólio para essa cultura estratégica ao nosso negócio”, ressalta Carulina Oliveira, gerente de marketing da Sipcam Nichino. Segundo ela, o comprometimento da companhia com a produção da pluma tem se intensificado por meio da oferta de outras soluções de ponta, entre estas mais dois lançamentos: o herbicida desfolhante ET-Part e o acaricida Fujimite® 50 SC. “O portfólio abrange ainda as soluções inseticida Takumi® e fungicida Fezan® Gold, altamente relevantes na cultura.”

Conforme o engenheiro agrônomo Eric Ono, da área de pesquisas da Sipcam Nichino, no caso do ácaro-rajado (Tetranychus urticae) a companhia recomenda iniciar aplicações de Ommi® EC quando houver o início da infestação da praga no cultivo, “uma vez que o ácaro-rajado detém elevado potencial de reprodução e causa danos de monta às plantas de algodão”.

Já em relação ao pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii), especificamente, observa Ono, as aplicações devem começar em conformidade com as variedades cultivadas, suscetíveis e tolerantes a viroses transmitidas pela praga, ante índices de infestação de 5% e 30%. “O produtor não deve subestimar a praga, pois em alta infestação ela pode levar à formação da ‘fumagina’, deixando as plumas manchadas e depreciando a fibra do algodão.”

Conforme Ono, o produtor deve manter o monitoramento de lavouras durante todo o período crítico de ataques dessas pragas, além de fazer a aplicação do inseticida-acaricida da companhia no momento certo, para, com isso, controlar vários alvos de uma só vez, extraindo o melhor da tecnologia.

Produção recorde

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Para Carulina Oliveira, gerente de marketing, o atual estágio evolutivo do algodão brasileiro e as perspectivas da pluma nos mercados interno e externo demandarão novas estratégias da Sipcam Nichino na cultura. Números recém-divulgados, por sinal, apontam que a colheita da safra 2023-24, em andamento, deverá atingir a marca recorde de 3,67 milhões de toneladas, dado que colocou o país na posição de maior exportador mundial de algodão. Projeções para o ciclo 2024-25, segundo especialistas, tendem a confirmar esse avanço global.

“Trata-se de um cultivo cada vez mais aberto a oportunidades de expansão e acesso a mercado”, destaca Oliveira. “A expectativa é introduzir soluções inovadoras para o algodão de agora aos próximos anos”, finaliza a executiva.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos. De acordo com a direção da companhia, mais de 20 produtos da marca serão introduzidos no mercado brasileiro até 2025.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mato Grosso lucra com venda de pênis bovino para Ásia

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Além dos cortes nobres, Mato Grosso tem ampliado a exportação de subprodutos bovinos, como o pênis do boi, conhecido como vergalho, para o mercado asiático. O produto é valorizado na culinária de países como Hong Kong, onde a tonelada pode chegar a US$ 6 mil, muito acima do preço médio de R$ 21 o quilo praticado no mercado interno.

O vergalho é exportado in natura, seguindo protocolos sanitários rigorosos. Segundo Alan Gutierrez, gerente de marketing da SulBeef, a indústria mato-grossense envia em média quatro a cinco toneladas por mês, mostrando a consolidação desse mercado.

Na Ásia, o vergalho é utilizado em pratos cozidos e ensopados, valorizado pela textura e pela capacidade de absorver temperos. A tradição cultural de aproveitar integralmente o animal garante uma demanda estável para partes menos convencionais, como miúdos e subprodutos.

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Para Bruno Andrade, diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), o comércio de subprodutos reforça a competitividade da pecuária local. “Ampliar o portfólio e atender diferentes mercados fortalece a economia e aumenta a competitividade da carne mato-grossense no cenário global”, afirma.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Soja disponível em Mato Grosso tem leve alta; colheita avança

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colheita-de-soja-2024/25-esta-praticamente-concluida-no-brasil,-segundo-a-conab

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

A cotação da soja disponível no Estado teve valorização de 0,20% semana passada, em relação a anterior, e fechou, na última sexta-feira, cotada a R$ 103,64/saca. A informação foi divulgada, há pouco, pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), no boletim semanal.

O indicador Prêmio Santos (SP) apresentou alta de 26,98% no comparativo semanal, fechando em ¢US$ 80,00/bu.

O IMEA informou ainda que a redução no volume de chuvas na última semana permitiu um avanço de 4,71 pontos percentuais na colheita da safra 25/26, que fechou em 6,69%, estando acima da média histórica.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Plantio de algodão em Mato Grosso está adiantado

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precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

foto: arquivo/assessoria

A semeadura do algodão da safra 25/26 avançou 20,96 pontos percentuais na última semana, alcançando 29,04% da área projetada até o último dia 16, no mais recente levantamento divulgado pelo IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). O período foi marcado pela intensificação dos trabalhos nas áreas de segunda safra, em meio ao avanço da colheita da soja, enquanto a semeadura das áreas de primeira safra se aproxima do final.

Apesar do início mais lento em relação aos anos anteriores, o ritmo das atividades se intensificou nos últimos dias, superando o que havia sido observado na safra passada. Dessa maneira, o percentual atingido se encontra 9,70 pontos percentuais adiantado no comparativo com a safra 24/25, e 4,84 pontos percentuais à frente da média das últimas cinco safras. Até o momento, a região Sudeste é a mais avançada, com 45,84% da semeadura concluída, enquanto a Oeste é a mais atrasada no ciclo, com 22,36%.

O IMEA acrescenta que a expectativa para as próximas semanas depende das condições climáticas, que tendem à normalidade segundo o NOAA, e do ritmo da colheita da soja, fatores que definirão o avanço da semeadura da segunda safra

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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