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Ager-MT aplica multa de R$ 4 milhões à Usina Hidrelétrica Colíder

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Foto: Assessoria

 

 

A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) aplicou R$ 4,7 milhões em multas na Usina Hidrelétrica (UHE) Colíder. A penalidade é decorrente de fiscalização realizada pela Superintendência Reguladora de Energia (SRE) da Agência.

Nas instalações da usina foram identificadas irregularidades relativas ao Plano de Ação e Emergência (PAE), documento que estabelece orientações técnicas e administrativas para atuação rápida e de maneira ordenada em incidentes.

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Na avaliação da equipe de fiscalização, o PAE estava em desacordo com a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). A multa foi aplicada em abril e a decisão por mantê-la, após julgado o recurso, foi ratificada pela Diretoria Executiva Colegiada da Ager-MT no dia 12 de setembro.

A atuação da Agência decorre de convênio de descentralização firmado junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que delegou à autarquia as atividades de fiscalização e ouvidoria dos serviços de energia elétrica no Estado de Mato Grosso.

Ainda cabe recurso contra a decisão da Ager-MT, a ser apreciado pela diretoria da ANEEL.

Canal de Ouvidoria

A Ager-MT atende denúncias, sugestões e elogios da população sobre a prestação de serviços públicos de energia elétrica, rodovias, balsas, ferrovia, transporte intermunicipal de passageiros, gás natural canalizado e saneamento básico pela Ouvidoria, nos telefones 0800 647 6464, (65) 9 9675-8719 (WhatsApp) e 0800 727 0167 (específico energia elétrica), e pelo e-mail [email protected]

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Fotos: Divulgação

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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