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Ager-MT aplica multa de R$ 4 milhões à Usina Hidrelétrica Colíder

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Foto: Assessoria

 

 

A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) aplicou R$ 4,7 milhões em multas na Usina Hidrelétrica (UHE) Colíder. A penalidade é decorrente de fiscalização realizada pela Superintendência Reguladora de Energia (SRE) da Agência.

Nas instalações da usina foram identificadas irregularidades relativas ao Plano de Ação e Emergência (PAE), documento que estabelece orientações técnicas e administrativas para atuação rápida e de maneira ordenada em incidentes.

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Na avaliação da equipe de fiscalização, o PAE estava em desacordo com a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). A multa foi aplicada em abril e a decisão por mantê-la, após julgado o recurso, foi ratificada pela Diretoria Executiva Colegiada da Ager-MT no dia 12 de setembro.

A atuação da Agência decorre de convênio de descentralização firmado junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que delegou à autarquia as atividades de fiscalização e ouvidoria dos serviços de energia elétrica no Estado de Mato Grosso.

Ainda cabe recurso contra a decisão da Ager-MT, a ser apreciado pela diretoria da ANEEL.

Canal de Ouvidoria

A Ager-MT atende denúncias, sugestões e elogios da população sobre a prestação de serviços públicos de energia elétrica, rodovias, balsas, ferrovia, transporte intermunicipal de passageiros, gás natural canalizado e saneamento básico pela Ouvidoria, nos telefones 0800 647 6464, (65) 9 9675-8719 (WhatsApp) e 0800 727 0167 (específico energia elétrica), e pelo e-mail [email protected]

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Leiagora

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Mapa reconhece oficialmente raça ovina Berganês

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu oficialmente a raça ovina Berganês no Brasil. A medida foi publicada nesta sexta-feira (22.05), por meio da Portaria nº 1.630, assinada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Com a decisão, a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), sediada em Bagé, no Rio Grande do Sul, fica autorizada a realizar o serviço de registro genealógico da raça no país.

A entidade é registrada no Mapa sob o nº 007 e já atua no controle genealógico de diferentes raças ovinas. A partir da publicação da portaria, a Berganês passa a integrar oficialmente a lista de raças reconhecidas pelo Ministério.

O registro genealógico é utilizado para identificação e controle dos animais, além de permitir o acompanhamento zootécnico dos rebanhos. A ferramenta também auxilia produtores na preservação das características da raça e no melhoramento genético dos animais.

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Com informações do Mapa.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mapa libera mais 12,3 milhões de vacinas veterinárias

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que mais de 12,3 milhões de doses de vacinas contra clostridioses foram liberadas ao mercado brasileiro entre os dias 18 e 22 de maio.

Segundo o Governo Federal, ao todo, foram disponibilizadas 12.374.181 doses no período. Desse total, 6.405.600 doses são de fabricação nacional, o equivalente a 51,76%, enquanto 5.968.581 doses correspondem a produtos importados, representando 48,24%.

Ainda conforme o Mapa, as liberações feitas desde março deste ano já ultrapassam 39 milhões de doses colocadas à disposição do mercado nacional, considerando vacinas produzidas no Brasil e no exterior.

As vacinas contra clostridioses são utilizadas na prevenção de doenças bacterianas que afetam rebanhos e podem provocar prejuízos à pecuária.

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O Ministério informou ainda que mantém articulação com a indústria de insumos veterinários para ampliar a produção nacional, facilitar a importação dos produtos e acelerar os procedimentos de fiscalização e liberação das vacinas.

Com informações do Mapa.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Boa Safra registra recorde de pedidos em carteira no 1T26 e reforça otimismo para a safra 2026/27

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22Foto: CNA

 

 

Boa Safra inicia 2026 com recorde histórico de pedidos

A Boa Safra encerrou o primeiro trimestre de 2026 com recorde histórico de pedidos em carteira para o período. A companhia somou R$ 1,5 bilhão em contratos, crescimento de R$ 66 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, avanço de 4% na comparação anual.

O desempenho reforça a demanda pelas sementes da empresa e evidencia o avanço da estratégia de diversificação do portfólio, mesmo diante de um cenário ainda desafiador para o agronegócio brasileiro.

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Receita cresce 20% e EBITDA volta ao positivo

Os resultados financeiros do 1T26 mostraram evolução operacional relevante da companhia.

A Receita Operacional Líquida alcançou R$ 132 milhões, alta de 20% frente ao primeiro trimestre de 2025.

Já o Lucro Bruto totalizou R$ 27 milhões, revertendo o resultado praticamente zerado registrado no mesmo período do ano passado.

O EBITDA consolidado também apresentou recuperação expressiva:

  • 1T25: R$ -15 milhões
  • 1T26: R$ 9 milhões

Segundo a empresa, o avanço reflete maior eficiência operacional, diluição de custos e melhor desempenho das operações comerciais.

Estratégia operacional busca reduzir riscos na safra

A safra 2025/26 foi impactada por irregularidade climática durante a colheita, reduzindo a disponibilidade de sementes para o próximo ciclo agrícola.

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Diante desse cenário, a Boa Safra adotou uma estratégia preventiva para garantir segurança operacional e qualidade produtiva.

A companhia ampliou sua área plantada contratada para 320 mil hectares, embora tenha mantido estável sua capacidade produtiva em 280 mil big bags.

Segundo o CFO Felipe Marques, a decisão criou uma espécie de proteção operacional diante das incertezas climáticas e da menor oferta de sementes no mercado.

Diversificação ganha força na receita da companhia

A empresa também destacou avanço consistente das culturas além da soja, além do crescimento das receitas ligadas a serviços e insumos.

A receita líquida proveniente dessas novas frentes, excluindo grãos, somou:

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  • 1T25: R$ 63 milhões
  • 1T26: R$ 82 milhões

O crescimento de 31% mostra maior participação dessas operações no faturamento total da companhia.

A estratégia busca ampliar o aproveitamento da estrutura logística e comercial já consolidada pela empresa.

Boa Safra aposta em eficiência para enfrentar desafios do agro

O CEO Marino Colpo afirmou que o primeiro trimestre representa um período estratégico para preparação de estoque, colheita, beneficiamento de sementes e formação das vendas que serão convertidas em faturamento no segundo semestre.

Segundo o executivo, os resultados indicam um cenário mais otimista para 2026, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor agropecuário no Brasil e no mercado internacional.

A companhia também destacou que iniciou um novo ciclo focado em eficiência operacional, preservação de caixa e fortalecimento da saúde financeira.

Mercado acompanha desempenho da SOJA3

As ações da SOJA3 seguem acompanhadas de perto pelo mercado diante do avanço da demanda por sementes, da diversificação do portfólio e da busca por maior estabilidade operacional em um ambiente de crédito mais restrito e custos elevados no agronegócio.

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O resultado do 1T26 reforça a estratégia da companhia de equilibrar crescimento, eficiência e gestão de risco em um cenário marcado por volatilidade climática e financeira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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