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Agricultura

Brasil e EUA assinam acordo para livre comércio de produtos avícolas

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Um trabalho de cooperação a favor de questões que impactem o comércio global de produtos avícolas foi assinado nesta segunda-feira (21) pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e do Conselho de Exportação de Aves e Ovos dos Estados Unidos (USA Poultry and Egg Export Council – USAPEEC), Greg Tyler, em Paris, França.

 

De acordo com o documento, ambas as entidades trabalharão em conjunto para a superação de temas que dificultam o fluxo e impactam a oferta global de produtos, como protecionismo, questões sanitárias, entre outras políticas de atuação.

 

 

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fonte Canal Rural

 

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Agricultura

Massa de ar frio derruba temperaturas e traz muita chuva; veja onde

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Foto: Pixabay

A prometida massa de ar frio chega com força neste sábado, atingindo o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste, trazendo grande volume de chuva e baixas temperaturas. Nem o Norte e o Nordeste ficam impunes e também devem receber elevados índices de precipitação. Confira a previsão para todo o país:

Sul

No sábado, o ar frio avança e o dia começa gelado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Tem possibilidade de geada nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense e na região de Bagé (RS). Podemos ter as primeiras temperaturas negativas do ano entre São Joaquim e Bom Jardim da Serra. No norte e leste paranaense, ainda pode chover em pontos isolados por conta da circulação de ventos. O dia em Curitiba será nublado, chuvoso e frio.

Sudeste

No sábado, o ar frio avança pelo estado de São Paulo e as temperaturas despencam na capital paulista, com máximas que não passam de 22ºC e mínima invertida. Na Região Metropolitana, região de Campinas, Sorocaba e no Vale do Ribeira, a previsão é de um dia nublado e chuvoso, sem temporais, mas com volumes altos. No litoral paulista, Vale do Paraíba, litoral sul do Rio de Janeiro, região serrana fluminense e Grande Rio, a chuva será frequente e volumosa durante todo o dia. Assim, é alto o risco de transtornos como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e transbordamentos de rios e córregos. A chuva também aumenta no Sul de Minas e na Zona da Mata Mineira. Em Belo Horizonte, a temperatura diminui e há atenção para chuva moderada. Em Vitória, dia quente e com pancadas de chuva.

Centro-Oeste

Um ar frio avança pelo continente e chega até áreas do sul e oeste de Mato Grosso do Sul diminuindo as temperaturas já no amanhecer. À tarde, as temperaturas continuam amenas entre Eldorado, Amambai e Porto Murtinho. Já em Mato Grosso, as máximas também ficam mais baixas entre Pontes e Lacerda, Cáceres e Poconé. Em relação à chuva, a chance aumenta à tarde e pode chover forte em todos os estados, com temporais no interior mato-grossense e goiano.

Nordeste

No sábado, previsão de pancadas no interior da Bahia e chuva frequente entre os litorais maranhense e cearense. Tem alertas em São Luís e em Fortaleza. Em áreas do Sertão, ar quente e seco, com índices abaixo de 30%.

Norte

O sábado começa com chuva no Amazonas, Roraima e Pará. Ao longo do dia, as instabilidades se espalham por todos os estados, com previsão de temporais isolados. Em Boa Vista (RR) e em Manaus (AM), chove o dia todo.

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Agricultura

Guerra comercial vai derrubar commodities agrícolas e minerais em todo o globo, diz economista

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Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

A guerra comercial capitaneada entre Estados Unidos e China teve mais um capítulo nesta sexta-feira: os asiáticos anunciaram tarifas de 34% a todos os bens importados dos norte-americanos, respondendo o tarifaço do presidente Donald Trump na mesma moeda.

Diante deste cenário, o economista Roberto Troster avalia que o movimento natural é que os negócios entre as duas potências diminua e, com isso, a atividade econômica global também tenda a cair.

“Com isso, o preço das commodities [minerais e agropecuárias] vão despencar. Caindo esses preços, a rentabilidade das empresas no Brasil e de todas as empresas industriais do mundo também caem por conta de um nível de atividade menor e de concorrência maior.”

Segundo Troster, a queda das bolsas de valores nesta sexta-feira (4), quando o Ibovespa retraiu 2,96%; Londres e Frankfurt caíram 4,95%; Paris 4,26%; Madri 5,83%; e Milão teve tombo ainda mais acentuado, de 6,53%; é só o primeiro reflexo de uma guerra sem vencedores.

“[Essas quedas] são apenas o primeiro choque de algo que não vai terminar na segunda-feira (7), possivelmente vai ter mais ações e reações. É uma política um pouquinho ‘míope’ do governo norte-americano em que todos vão sair perdendo”, considera.

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Novo multilateralismo

Nesta tarde, em entrevista ao UOL, o diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), André Roncaglia, ressaltou que se todos os países que foram taxados pelos Estados Unidos responderem também com retaliações, o mundo poderá sofrer uma pobreza coletiva. Troster, por outro lado, não acredita neste cenário.

Para ele, o a geopolítica global está caminhando para um novo multilateralismo. “Haverá uma união mais forte entre a Américo Sul e a União Europeia, entre o Brasil e o restante da América Latina, entre América Latina e Ásia, entre Ásia e Europa e a África também nesse meio”, ressalta.

O economista destaca que os Estados Unidos foram muito importantes logo após a Segunda Guerra Mundial e ainda são, em muitos sentidos, a economia mais importante do mundo. “Mas em outros [sentidos] não é [a economia mais forte do mundo], em paridade de poder de compra a China já produz mais, já é uma potência industrial maior. Então o mundo mudou e o eixo está mudando dos Estados Unidos para a Ásia”, acredita.

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Agricultura

Preços da arroba do boi gordo: veja como o mercado terminou a semana

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Foto: Wenderson Araujo/CNA

O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (4). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, bastante encurtadas neste momento.

“Soma-se a isso ao fato de a demanda seguir aquecida neste momento, com a entrada dos salários na economia adicionado ao maior potencial de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa. Exportações seguem em bom nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada”, disse.

Média da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: preços firmes, com boa propensão a reajustes do boi gordo no curto prazo. Negociações entre R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: mais um dia de negociações acima da referência média. Negócios no sudoeste do estado aconteceram na média de R$ 315 a R$ 320
  • Mato Grosso do Sul: preços ligeiramente mais altos no decorrer da sexta-feira. Na região de Campo Grande e Naviraí, indicações ao nível de R$ 310
  • Mato Grosso: preços mais altos durante o dia. Na região de Paranatinga, relatos de negócios em até R$ 315, assim como em Mirassol d’Oeste.

Preços no atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços no decorrer da semana, confirmando a expectativa de boa demanda. Assim, a tendência é de continuidade do movimento no curto prazo, considerando o período de aquecimento da demanda.

O quarto traseiro foi precificado na sexta-feira a R$ 25,50 por quilo, o dianteiro ainda é
cotado a R$ 18,50 e ponta de agulha a R$ 17,50.

Exportações de carne bovina

Foto: Abiec

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,055 bilhão em março (19 dias úteis), com média diária de US$ 53,299 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 215,427 mil toneladas, com média diária de 11,338 mil toneladas.

O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,90. Em relação a março de 2024, houve alta de 40,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 29,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 8,2% no preço médio.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 3,65%, sendo negociado a R$ 5,8351 para venda e a R$ 5,8331 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,8466. Na semana, a moeda teve valorização de 1,29%.

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