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Transporte

Gefron atinge número histórico de 19 toneladas em apreensões de drogas na fronteira em 2024

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Apreensão na Terra Indígena Pequizal, em Comodoro em Setembro – Foto por: Gefron/MT
As operações de combate ao tráfico de drogas em Mato Grosso, realizadas pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), alcançaram números históricos em 2024, resultando na apreensão de 19 toneladas de entorpecente.

O volume de drogas retirado de circulação representa aumento de 36% em relação ao ano anterior, quando foram apreendidas 13,8 toneladas de entorpecentes.

Essas operações também provocaram prejuízo de R$ 440 milhões aos grupos criminosos que atuam no tráfico de drogas na faixa de fronteira entre o Brasil e Bolívia. O “rombo financeiro” representa um aumento de 27% em relação aos danos provocados pelas operações realizadas em 2023, quando o prejuízo chegou a R$ 370 milhões.

As ações na faixa de fronteira também atingiram o transporte aéreo de entorpecentes, terminando com a localização de 10 aeronaves, além de 275 veículos, entre automóveis, caminhonetes e motocicletas, que na sua maioria dava apoio ao transporte de drogas.

As operações realizadas em via terrestre também levaram à prisão de 375 pessoas suspeitas, muitas delas utilizadas como “mulas”, que atravessam a fronteira à pé, carregando pacotes de drogas nas costas.

Do total de pessoas presas, 47 estavam foragidas da Justiça, com mandados de prisão. Também foram retiradas de circulação 10 armas de fogo e mais de mil munições de diferentes calibres.

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O secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, afirmou que o Governo do Estado vem fazendo grandes investimentos na área da segurança pública, e que a gestão está comprometida com o combate ao crime organizado.

“Desde 2019 o Governo vem investindo e fortalecendo a prevenção e repressão ao tráfico e outros crimes fronteiriços. O Estado adquiriu viaturas e um armamento moderno e adequado ao enfrentamento da criminalidade. Também instalamos câmeras do programa Vigia Mais MT nos municípios da região de fronteira e trabalhamos de forma integrada com outras forças”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri.

“Temos na fronteira, e em todas as regiões de Mato Grosso, policiais capacitados e empenhados na defesa dos cidadãos de bem. Então, o resultado que vem sendo apresentado ao longo desses anos é resultado de investimentos públicos e muito trabalho”, completou Roveri.

O coordenador do Gefron, tenente-coronel PM, Manoel Bugalho Neto, afirmou que o número de apreensões de drogas no ano passado é um recorde, a maior apreensão alcançada desde a implantação do agrupamento na região de fronteira, em 2002, quando o Gefron iniciou as operações em Cáceres.

“Alguns fatores influenciam neste bom resultado como os investimentos do Estado em tecnologia e inteligência; integração das forças de segurança e de defesa, além da participação da comunidade e a intensa dedicação dos nossos operadores”, elencou.

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Balanço da gestão

Desde o início da gestão do governo Mauro Mendes, em 2019, o Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) aumentou em 425% o prejuízo provocado pelas operações contra as facções criminosas, em comparação entre 2019 e 2024.

Nos últimos seis anos, as ações realizadas pelo Gefron, com apoio de outras forças de segurança, provocaram um rombo de R$ 1,8 bilhão às fações criminosas que atuam no tráfico de drogas e crimes aduaneiros na faixa de fronteira do Brasil e Bolívia.

Neste período foram apreendidas mais de 81 toneladas de drogas, entre cocaína, maconha e pasta base, além de 57 aeronaves, que estavam sendo utilizadas para transporte de drogas na faixa de fronteira com a Bolívia e que tinham como destino outros estados brasileiros.

A sociedade pode ajudar a combater o tráfico de drogas e outros crimes por meio do disque-denúncia 08006461402, ou em contato com a base da unidade (WhatsApp e ligações) no número (65) 99668-7655.

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Willian Silva | Sesp-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande

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em

GGI-SESP

 

Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.

De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.

Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Maria Klara Duque* | Sesp-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

Publicado

em

PMMT

 

Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.

A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.

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Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.

APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem  investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.

As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.

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As investigações tiveram início a partir de um alerta da Homeland Security Investigations (HSI), agência ligada à Embaixada dos Estados Unidos, que encaminhou as informações para a unidade especializada em Mato Grosso.

Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.

A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.

O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha,  destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.

“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado. Segundo o  delegado titular da DRCI, Sued Dias da Silva Júnior, com a deflagração desta fase ostensiva, a Polícia Civil de Mato Grosso reafirma sua posição de vanguarda no combate ao crime cibernético.

“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.

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Enigma

O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.

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