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Lançada primeira cachaça do mundo criada por inteligência artificial

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Assessoria

 

O empreendedor Leandro Dias trabalhava como consultor de Inteligência em Negócios para grandes empresas.
Em 2012, ele decidiu ir para o Canadá estudar sobre negócios e cursos técnicos na área. Passou quase um ano morando em Toronto. Nessa época, ele descobriu bebidas produzidas com ouro puro na composição.
Como ele sempre foi apaixonado pelo universo das cachaças, ele decidiu abrir mão da carreira na área de tecnologia e investir em uma ideia ousada: criar uma cachaça feita por IA.

A Cachaça Middas Reserva dos Proprietários é a primeira cachaça do planeta a ser feita por uma Inteligência Artificial. O Blend 2024 de uma das cachaças mais premiadas do Brasil foi totalmente criado por uma Inteligência Artificial.

A inovação começou a ser pensada no começo do ano passado, quando os proprietários da marca trouxeram para a empresa um departamento de Inteligência Artificial, a Futuristas.ai, uma consultoria que ajuda empreendedores a criarem suas marcas com soluções práticas de IA. “Nosso objetivo é transformar desafios complexos em oportunidades de crescimento sustentável, otimizando a eficiência e inovação nos negócios”, declara João Almeida, sócio-fundador da Futuristas.ai.

O estalo de criar a IA para fazer essa versão veio em uma discussão de como seria o blend 2024, já que a Middas Reserva dos Proprietários é lançada anualmente como uma edição limitada a 1.000 garrafas numeradas.

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“Pensamos: porque não criar uma Inteligência que seja capaz de fazer a leitura mais fidedigna de todo feedback que recebemos nestes 10 anos de existência e criar um agente de IA para compilar essas informações e criar um blend que agrade ainda mais o nosso consumidor”, afirma Leandro Dias, responsável por criar o blend anual da Middas Reserva dos Proprietários.

Versão feita pela IA recebeu informações detalhadas sobre a cachaça

Além do feedback dos consumidores, a IA literalmente mergulhou nos barris de Carvalho Americano de primeiro uso, que há 10 anos guardam a cachaça que seria usada nesse blend especial. A Inteligência Artificial também recebeu informações dos barris de Carvalho Francês, que são utilizados para envelhecer os melhores conhaques do mundo e foram importados especialmente para esse blend. E, para completar, a IA também “visitou” os tonéis de Jequitibá Rosa, de onde saiu o complemento e o equilíbrio do blend.

“Em 10 anos este é seguramente o melhor blend que a Middas já teve”, declara Dias. Ele lembrou que a cachaça foi destaque recente no Concurso Mundial de Bruxelas, que é uma espécie de Copa de Mundo das Cachaças. Em 2021, a Middas Reserva dos Proprietários recebeu o título de melhor Cachaça do mundo ao receber a dupla medalha de ouro e o título de Cachaça Revelação do concurso. O feito foi repetido no ano seguinte, pela versão clássica, que é um blend de Cachaças armazenadas em tonéis da madeira Amendoim do Campo, Jequitibá e amburana.

Experiência sensorial é um dos pontos altos do blend produzido pela IA

Uma das preocupações do treino do agente foi garantir o que trouxe a Middas até aqui, levando a cachaça a conquistar medalhas em praticamente todos os continentes do planeta.A IA recebeu instruções para ressaltar cada nota e característica sensorial que fossem fazer parte deste blend. O resultado foi uma surpresa para todos que puderam provar o resultado final.

O blend Middas Reserva representa a perfeita harmonia entre as madeiras e suas tostas. A predominância do carvalho americano traz a robustez e a intensidade desejada, enquanto o carvalho francês agrega elegância e o jequitibá rosa completa a experiência com um toque brasileiro autêntico e refrescante. Este blend proporciona uma cachaça com 42% de volume alcoólico, com uma presença marcante de carvalho e um equilíbrio excepcional de aromas e sabores.

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A bebida custa R$697 e pode ser adquirida no site oficial da cachaça.

Ouro comestível 

A Middas Reserva já havia impactado o mercado da Cachaça, ao ser lançada em 2014 como a primeira Cachaça com Flocos de ouro comestível de verdade. O ouro da Middas possui 23 quilates e é tratado por um laboratório alemão, de onde recebe o selo de certificado de pureza para alimentos da União Europeia.

O ouro é consumido desde os tempos mais remotos por reis, rainhas, faraós e grandes líderes da humanidade. Eles acreditavam que o ouro conferia força, poder e sabedoria para tomar decisões. O nome Middas é inspirado na lenda do Rei Midas, que transformava em ouro tudo aquilo que tocava.

Sirlei Benetti/Sou Agro

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Reforma tributária amplia peso do enquadramento rural

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A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso – Foto: Pixabay

 

A Reforma Tributária prevista para 2026 impõe novos desafios ao produtor rural e amplia a importância das decisões ligadas ao enquadramento fiscal da atividade. Segundo a contadora Liciene França, a escolha entre atuar como pessoa física ou pessoa jurídica deixa de ser apenas uma definição operacional e passa a ter impacto direto na estratégia do negócio rural.

Com as mudanças no sistema de tributos, a tendência é de aumento na diferença de carga tributária entre os dois modelos, o que exige atenção redobrada por parte dos produtores. Um enquadramento inadequado pode resultar em perda de créditos tributários, elevação do custo fiscal e reflexos negativos no resultado financeiro da atividade, afetando desde o fluxo de caixa até a capacidade de investimento.

A avaliação entre pessoa física e pessoa jurídica ganha peso em um cenário no qual o planejamento tributário se torna indispensável. A decisão incorreta pode comprometer a competitividade do produtor no mercado e gerar efeitos duradouros sobre o patrimônio construído ao longo dos anos. Por outro lado, uma escolha bem fundamentada permite maior previsibilidade dos custos e melhor aproveitamento das regras do novo sistema.

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A partir de 2026, o planejamento deixa de ser uma alternativa e passa a ser uma necessidade para quem atua no campo. A definição do enquadramento mais adequado funciona como uma ferramenta de proteção do resultado econômico da produção rural, ajudando a reduzir riscos e a sustentar a atividade em um ambiente tributário mais complexo. A decisão entre pessoa física ou jurídica deve ser encarada como parte central da gestão do negócio, com foco na preservação do caixa, da competitividade e da segurança patrimonial do produtor.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Governo brasileiro acompanha salvaguarda da China sobre carne bovina e busca mitigar impactos ao setor

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Divulgação

 

O governo brasileiro informou que acompanha com atenção a decisão da China de aplicar medidas de salvaguarda às importações globais de carne bovina, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos. A medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, volume que poderá ser exportado sem sobretaxa. As vendas que ultrapassarem esse limite estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 55%.

Segundo o governo, a atuação tem ocorrido de forma coordenada com o setor privado, com diálogo permanente com frigoríficos, produtores e entidades representativas. A estratégia inclui negociações diretas com o governo chinês, no âmbito bilateral, e também ações no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o objetivo de reduzir os impactos da medida e defender os interesses legítimos dos trabalhadores e produtores brasileiros.

As salvaguardas comerciais são instrumentos previstos nos acordos da OMC e costumam ser adotadas para lidar com surtos de importação, não tendo como foco o combate a práticas desleais de comércio. A aplicação, nesse caso, atinge importações de todas as origens, e não apenas o Brasil.

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A decisão ganha ainda mais relevância diante da forte dependência do setor em relação ao mercado chinês. Em 2024, a China respondeu por 52% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como o principal destino do produto. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa a posição de maior fornecedor da carne bovina importada pela China, relação construída ao longo dos últimos anos.

O governo brasileiro ressalta que a pecuária nacional tem contribuído de forma consistente para a segurança alimentar chinesa, com oferta de carne competitiva, sustentável e submetida a rigorosos controles sanitários, reconhecidos internacionalmente. Esse histórico, segundo a avaliação oficial, reforça a importância do diálogo técnico e diplomático para preservar a estabilidade do comércio bilateral.

O tema é acompanhado de perto pelo setor produtivo e por autoridades brasileiras, especialmente em um momento de virada de ciclo da pecuária, no qual decisões internacionais podem ter reflexos diretos sobre preços, exportações e renda do produtor rural.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Setor fecha 2025 com exportações recordes e custos sob controle

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Foto: Governo Federal

A suinocultura brasileira encerra 2025 com um dos balanços mais consistentes da última década. O setor deve fechar o ano com exportações acima de 1,37 milhão de toneladas, crescimento superior a 10% em relação a 2024, e receita cambial estimada em R$ 17,728 bilhões, avanço próximo de 20% na comparação anual.

O desempenho foi sustentado por custos de produção mais equilibrados, oferta ajustada e maior diversificação dos mercados compradores.

Terraço na produção de grãos diminui perda de água no solo

O controle dos custos foi decisivo para a manutenção das margens ao longo do ano. As boas safras de milho e soja reduziram a pressão sobre a alimentação animal — principal componente do custo da atividade — e melhoraram as relações de troca para o produtor.

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Com maior previsibilidade nos preços dos insumos, a suinocultura conseguiu atravessar 2025 sem picos de custo, mesmo em um cenário de preços internos mais estáveis.

Do lado da oferta, a produção cresceu de forma moderada e compatível com a capacidade de absorção do mercado.

A produção brasileira de carne suína deve alcançar cerca de 5,45 milhões de toneladas em 2025, volume suficiente para atender o consumo interno e sustentar o avanço das exportações, sem provocar excedentes que pressionassem os preços ao longo do ano.

(Com Pensar Agro)

Fernanda Toigo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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