Transporte
Polícia Civil e Corpo de Bombeiros localizam mais uma ossada em cemitério clandestino

Polícia Civil-MT
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Lucas do Rio Verde, informa que foi localizada, no final da tarde de segunda-feira (13.01), mais uma ossada no cemitério clandestino descoberto na última sexta-feira (10) em uma área de mata próxima ao bairro Tessele Jr., no município.
As buscas foram feitas com apoio de um cão farejador do Corpo de Bombeiros Militar, que localizou uma nova cova onde estava enterrada a ossada.
Na última sexta-feira, as equipes da Delegacia de Lucas do Rio Verde, com apoio técnico do Corpo de Bombeiros, Politec e Guarda Civil do município, localizaram dez covas na área de mata, onde foram localizados 11 vítimas enterradas no local.
Com mais essa ossada localizada nesta segunda-feira, totalizam agora 12 vítimas encontradas.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso(Politec) prossegue com o trabalho para identificação das vítimas. Quatro delas já foram identificadas por meio de exame papiloscópico, que é a análise das impressões digitais.
As vítimas já identificadas são: Rafael Pereira de Souza, 34 anos, natural de Rondonópolis; Wilner Alex de Oliveira Silva, 29 anos, natural de Poxoréo; Andris David Mattey Nadales, venezuelano, 19 anos, e Mateus Bonfin de Souza, 18 anos, de Lucas do Rio Verde.
As investigações para esclarecimentos dos homicídios estão em andamento na Delegacia de Lucas do Rio Verde, com diligências sendo realizadas a fim de esclarecer os crimes.
Informações que possam contribuir com as investigações podem ser enviadas ao disque denúncia 197, da Polícia Civil, com garantia de sigilo absoluto.
Descoberta do cemitério
O delegado Allan Vitor Sousa da Mata explicou que a Polícia Civil já vinha investigando a localização da área motivada pelos registros de homicídios, sequestros e desaparecimentos em Lucas do Rio Verde, nos últimos meses.
Após diligências minuciosas e baseadas em informações levantadas durante as investigações, os policiais civis identificaram a área suspeita, próxima ao bairro Tessele Junior.
Foram realizadas escavações iniciais, que resultaram na localização, na sexta-feira passada (10.01), de 11 corpos enterrados. A descoberta reforça as suspeitas de atividades criminosas graves na região, destacando a importância das ações investigativas em andamento.
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande
GGI-SESP
Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.
De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.
Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.
*Sob Supervisão de Alecy Alves
Maria Klara Duque* | Sesp-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

PMMT
Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.
Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.
A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.
Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.
APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.
As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.
O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.
Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.
A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.
O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha, destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.
“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado.
“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.
Enigma
O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.
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