Transporte
Operação da Polícia Civil cumpre mandados contra facções que atuam nas regiões sul e oeste de MT

PJC/MT
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.1), a Operação Rota 64 para cumprimento de 30 ordens judiciais, com foco no combate aos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e à atuação de facções criminosas nas cidades de Cáceres, Rondonópolis e Mirassol D’Oeste.
As ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, 11 mandados de busca e apreensão domiciliar e 14 de bloqueios de contas bancárias, foram expedidos pela Quarta Vara Criminal de Cáceres com base em investigações da Polícia Civil iniciadas há cerca de dois anos.
A operação é coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, em parceria com a Delegacia Regional de Cáceres, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e Delegacia Regional de Rondonópolis. São empregados na operação 50 policiais civis e 12 viaturas para cumprimento dos mandados.
Os trabalhos buscam desarticular a atuação de facções criminosas que atuam no corredor do tráfico de drogas, entre as regiões de Cáceres e Rondonópolis, principalmente pela BR-070, rota frequentemente utilizada para o transporte ilícito de entorpecentes e recursos financeiros provenientes da atividade criminosa.
As investigações iniciaram em janeiro de 2023, após a equipe da Polícia Rodoviária Federal realizar a prisão em flagrante de um integrante de facção criminosa, que saiu da cidade de Rondonópolis com destino a Mirassol d’Oeste, com a missão de buscar entorpecentes.
O delegado Regional de Cáceres, Higo Rafael Ferreira de Oliveira, reforçou a importância da atuação integrada das unidades da Polícia Judiciária Civil, bem como da cooperação entre diferentes regionais, para desmantelar redes criminosas e coibir suas atividades.
“A Polícia Civil segue empenhada em fortalecer suas ações estratégicas e repressivas, garantindo mais segurança à população mato-grossense. As investigações seguem em andamento para aprofundar as apurações sobre a atuação dos grupos criminosos identificados”, disse.
Rota 64
O nome da operação faz alusão à rota utilizada pelas facções criminosas para o transporte de entorpecentes e também simboliza a integração entre as duas regionais, Rondonópolis (Risp 4) e Cáceres (Risp 6), no enfrentamento ao crime organizado.
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação Lei Seca para motocicletas termina com cinco prisões e 26 veículos removidos em Várzea Grande
GGI-SESP
Uma operação da Lei Seca voltada exclusivamente para motocicletas, realizada na noite desta quarta-feira (28.1), em Várzea Grande, terminou com cinco prisões. Do total, uma foi por embriaguez ao volante, três por adulteração de veículo e uma por guarda ou transporte de droga para consumo pessoal. As abordagens ocorreram na Rua Iara, no bairro Jardim Glória.
De acordo com o relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), 62 veículos foram fiscalizados durante a ação. Além das prisões, 30 multas foram aplicadas e 26 motocicletas removidas ao pátio.
Ao todo, a operação expediu 54 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Desses, 19 foram por falta de licenciamento ou registro do veículo e 13 por ausência da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As demais infrações se referem a irregularidades diversas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Guarda Municipal de Várzea Grande.
*Sob Supervisão de Alecy Alves
Maria Klara Duque* | Sesp-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Professor de escola cívico-militar é demitido após puxar orelha de aluna em MT

PMMT
Uma aluna da Escola Cívico-Militar 13 de Maio, em Porto Alegre do Norte (1.139 km de Cuiabá), denunciou ter sido agredida com um puxão de orelha por um professor. O caso ocorreu no fim do ano passado, mas só veio à tona agora.
Após tomar conhecimento dos fatos, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) demitiu o profissional. A pasta informou, por meio de nota, ter adotado “imediatamente as providências cabíveis”.
A estudante foi acolhida pelo professor mediador da unidade com apoio da equipe psicossocial da Diretoria Regional de Educação (DRE), que segue acompanhando a rotina na unidade de ensino.
Ao mesmo tempo, estão sendo realizadas ações de conscientização junto à comunidade escolar “com foco na promoção do respeito, da convivência saudável e do bem-estar no ambiente educacional”.
APARECIDO CARMO/Da Redação/HNT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende jovem por difundir ideologias neonazistas e racistas nas redes sociais

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (29.1) a operação Enigma, para o cumprimento de três mandados judiciais no interior do estado, tendo como alvo um jovem investigado por utilizar redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis.
As ordens judiciais, de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático, foram expedidas pela Justiça com base em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que identificaram o suspeito de 20 anos, morador do município de Gaúcha do Norte.
O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia de Polícia de Paranatinga.
Com o avanço dos trabalhos, foi apontado que o investigado utilizava redes sociais para difundir ideologias neonazistas, incitar atentados violentos contra escolas e planejar atentados contra populações vulneráveis. Em suas publicações, o suspeito incitava e manifestava vontade de praticar atos de extrema violência em locais públicos, visando especificamente judeus e a população negra.
A equipe de investigação da DRCI conseguiu superar as camadas de anonimização utilizadas pelo suspeito, estabelecendo o nexo causal entre as ameaças e obtendo a sua identidade civil. Além da incitação a massacres escolares, a investigação revelou que ele utilizava o ambiente digital para a prática de racismo.
O delegado responsável pelas investigações, Guilherme da Rocha, destaca que a intervenção estatal imediata foi indispensável para evitar a concretização de atos violentos.
“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, disse o delegado.
“A atuação da DRCI não apenas retira de circulação um indivíduo de altíssima periculosidade social, mas assegura a paz social, a incolumidade pública e a dignidade da população mato-grossense”, ressalta o titular.
Enigma
O nome da operação foi dado em alusão à quebra da criptografia da máquina nazista Enigma pelas forças aliadas. Da mesma forma, a DRCI superou as tentativas de anonimização do investigado, com clara motivação neonazista, obtendo êxito em identificá-lo e dar cumprimento aos mandados judiciais em seu desfavor.
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