Destaque
Conheça 4 destinos para aproveitar o feriado de Carnaval em MT

O Sesc Salgadeira é uma opção gratuita para as famílias aproveitarem o período de Carnaval – Foto: Secom
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) elaborou uma lista com um dos principais destinos turísticos aqui no Estado: Poconé, Chapada dos Guimarães, Nobres e Jaciara, para quem deseja fazer um passeio rápido, em cima da hora ou gratuito.
Todos eles receberam ou tem obras sendo executadas pelo Governo do Estado para melhorar a infraestrutura turística, como as obras do Mirante de Vidro e a recuperação da estrada da Cachoeira da Fumaça, em Jaciara; a Rua Coberta e a reforma da Praça Dom Wunibaldo, em Chapada dos Guimarães; a recuperação da MT-370 e da MT-060 em Poconé e a troca de pontes de madeira por concreto na Transpantaneira; e a obra na praça do distrito de Bom Jardim, em Nobres.
A superintendente de Promoção ao Turismo da Sedec, Maria Leticia Arruda de Morais Costa destacou que Mato Grosso tem opções de lazer tanto para quem deseja fazer um bate-volta, quando para quem tem opção de passar de sábado (1º.3) até a Quarta-feira de Cinzas (5.3) fora de casa.
“Mato Grosso tem opções para todos os gostos, desde passeios de bate-volta e para aqueles com mais tempo para aproveitar as belezas do nosso Estado. Se você deseja a Amazônia, tem São José do Rio Claro e Alta Floresta. Quem opta pelas águas verde esmeralda com cachoeiras e etnoturismo, Campo Novo do Parecis é uma opção, temos as cachoeiras e águas quentes de Barra do Garças, mergulho em Nobres, trilhas e cachoeiras de Chapada dos Guimarães, o Pantanal e as corredeiras de Jaciara”, comentou.
Conhecida como a capital dos esportes radicais, Jaciara fica a 140 km de Cuiabá e oferece atividades como o rafting no Rio Tenente Amaral. A descida é feita em botes infláveis, com grupos de 4 a 8 pessoas, em um percurso de 3 km que dura aproximadamente 1h30. O valor é a partir de R$ 225 por pessoa, com saída a partir da Cachoeira da Fumaça.
Além disso tem os balneários da cidade, cujo day use com acesso a piscinas e o rio Tenente Amaral com valores a partir de R$ 30 por pessoa. Crianças de até 7 anos não pagam.
O Vale do Chico, outro atrativo da cidade, proporciona contato com várias quedas d’água e piscinas naturais de águas claras e esverdeadas, rodeadas pela mata do cerrado. Já na Cachoeira da Mulata, localizada a 15 km do centro, é possível praticar rapel.
No centro da cidade tem o Mirante de Vidro para contemplação do Vale do São Lourenço, uma vista de tirar o fôlego.
Nobres: flutuação e contato com a natureza
No distrito de Bom Jardim, em Nobres, é possível fazer um bate-volta ou optar por hospedagens locais para aproveitar com calma as belezas naturais. O Aquário Encantado e o Rio Salobra oferecem águas cristalinas perfeitas para flutuação. O Rio Triste também é uma opção para quem deseja fazer flutuação.
Há ainda outros passeios incluem boia-cross, contemplação de araras, quadriciclo, tirolesa e caiaque.
Por passeio, os valores para adultos variam de R$ 35 a R$ 280 por pessoa, enquanto crianças de 5 a 10 anos pagam metade. Há opções de day use com direito a almoço e um passeio com valores oscilando entre R$ 110 a R$ 260.
O Complexo Turístico da Cachoeira da Salgadeira combina infraestrutura completa com restaurante, trilhas, banho de cachoeira e mirantes. Administrado pelo Sesc, o local não cobra entrada.
Outra opção gratuita é o Circuito das Cachoeiras, localizado no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, inclui trilhas de 6 km (ida e volta). Também é possível ir à Cachoeirinha e a Cachoeira dos Namorados. A entrada é até 12h pelo Parque Nacional, no Véu de Noiva.
A ida na Cidade de Pedra, Morro de São Jerônimo e o Vale do Rio Claro precisam pagar um guia de turismo.
Outros destaques da Chapada são as cachoeiras do Marimbondo e da Geladeira, localizadas a menos de 7 km do centro da cidade, com trilhas curtas e infraestrutura de apoio. As entradas custam R$ 10 por pessoa.
A cidade de Poconé, pouco mais de 100 km de Cuiabá, é porta de entrada para a Transpantaneira, que corta todo o Pantanal Norte. Passear por lá é de graça e é possível ver as paisagens alagadas e a rica fauna como jacarés, capivaras e tuiuiús.
Algumas pousadas oferecem day use, possibilitando um bate-volta especialmente aquelas localizadas no início da Transpantaneira. Os valores variam de R$ 220 por pessoa, incluso almoço e sem passeio. Até R$ 350 por pessoa, mas com almoço e passeio de barco.
O horário do day use varia de acordo com as pousadas. Crianças são isentas de pagamento até os 5 anos, dos 6 aos 10 ou 12 anos pagam metade do valor.
Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
Polos irrigados concentram maior renda, produtividade e desenvolvimento

Imagem: Pensar Agro
A colheita total de milho do Brasil em 2025/26 foi estimada nesta sexta-feira em 140,11 milhões de toneladas, de acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, que reduziu seu número em 1,1% na comparação com a projeção anterior, devido a uma expectativa menor com a segunda safra por questões climáticas.
Ainda assim, o Brasil veria uma produção maior em relação ao ciclo passado, quando a colheita somou 140,05 milhões de toneladas, segundo a consultoria.
O ajuste nos números levou em conta os problemas climáticos verificados em alguns Estados produtores da segunda safra, como Goiás, disse o consultor e analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, em comunicado.
Devido aos ajustes, o potencial de produção da segunda safra foi visto em 99,09 milhões de toneladas, ante 100,59 milhões de toneladas previstas em fevereiro.
O volume da segunda safra deve ficar abaixo das 100,81 milhões de toneladas colhidas no ano anterior, mas a safra total ainda cresce com um avanço
na produção no verão, segundo dados da consultoria.
A área total cultivada com milho no Brasil em 2025/26 deverá atingir 21,89 milhões de hectares, um pouco acima dos 21,83 milhões de hectares indicados na previsão de fevereiro.
Na comparação anual, a consultoria vê aumento de 2,9% na área plantada, enquanto a produtividade foi estimada em 6.400 quilos por hectare, abaixo dos 6.532 quilos registrados na safra 2024/25.
Com Pensar Agro
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
Produtores rurais podem responder pesquisa sobre javalis

Imagem: Faep
Os produtores rurais do Paraná ainda podem participar da pesquisa nacional que busca mapear a presença de javalis no meio rural. O prazo vai até 31 de maio para responder ao levantamento “Suínos Asselvajados – Percepção de Presença e seus Impactos no Brasil (2025/2026)”, conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e impulsionado por articulação do Sistema FAEP. A iniciativa reúne informações diretamente das propriedades para dimensionar a ocorrência de javalis e javaporcos, identificar os prejuízos causados e subsidiar políticas públicas mais eficientes de controle e manejo da espécie.
O presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, reforça que o engajamento dos produtores é determinante para a efetividade do estudo. “Essa pesquisa é uma ferramenta estratégica para transformar uma realidade que já impacta diretamente o campo. Quanto maior for a participação dos produtores, mais consistente será o diagnóstico e, consequentemente, mais eficazes serão as políticas públicas que podem ser construídas a partir desses dados”, diz. “O Sistema FAEP tem atuado de forma permanente nesse tema, articulando soluções e apoiando iniciativas que contribuam para o controle do javali e a proteção da produção agropecuária paranaense”, complementa.
Fertilizantes são equiparados a minerais críticos
A pesquisa é resultado de um processo iniciado no Paraná, a partir da Comissão Técnica de Suinocultura do Sistema FAEP, que reuniu diferentes instituições para enfrentar o avanço da espécie. Esse movimento levou à criação, em 2020, do Grupo de Trabalho de Javalis do Paraná, que reúne órgãos como Ministério da Agricultura, Ibama, Exército Brasileiro, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e entidades do setor produtivo.
Prejuízos econômicos e riscos sanitários
Sem predadores naturais no Brasil e com alta capacidade de adaptação, o javali se reproduz rapidamente e amplia sua presença em diferentes regiões. O cruzamento com suínos domésticos, formando o chamado “javaporco”, intensifica ainda mais esse crescimento.
Os impactos são diretos: destruição de lavouras, ataques a rebanhos, danos à vegetação nativa, degradação de nascentes e cursos d’água, além de desequilíbrios ecológicos e risco de acidentes com pessoas.
No campo sanitário, a preocupação é ainda mais sensível. Os animais podem atuar como vetores de doenças como a Febre Maculosa, Peste Suína Africana (PSA), Peste Suína Clássica (PSC), entre outras, ameaçando o status sanitário da produção brasileira.
Saiba mais acessando a cartilha, produzida pelo Sistema FAEP, que expõe os riscos causados por javalis.
Participação é fundamental
O Sistema FAEP orienta que produtores rurais que já tenham avistado javalis ou registrado prejuízos respondam ao questionário. A participação é considerada essencial para ampliar a qualidade das informações e fortalecer o diagnóstico.
Mesmo aqueles que não tiveram contato direto com os animais podem contribuir, divulgando a pesquisa para outros produtores e manejadores autorizados que atuam no controle da espécie.
A previsão é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre deste ano. A expectativa é que os dados consolidados permitam dimensionar o avanço dos javalis no país e orientar ações mais eficazes para enfrentar um problema que impacta diretamente o campo.
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Destaque
Sema atua para evitar que árvore em área de manejo com ninho de Harpia seja derrubada

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) notificou o proprietário de uma fazenda no município de Tapurah para que não derrube uma árvore, localizada em área de manejo florestal, escolhida por uma Harpia para montar o seu ninho. A espécie está ameaçada de extinção.
De acordo com a notificação, o proprietário da área deverá manter a preservação do entorno da árvore em um raio de, no mínimo, 150 metros, para garantir a segurança do filhote durante sua fase de aprendizado e evitar a perturbação do comportamento natural dos adultos. O objetivo da medida é assegurar a conclusão do ciclo reprodutivo da ave sem intercorrências.
Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie
Também conhecida como gavião-real, a Harpia foi classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como “vulnerável” e está contemplada no Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas (ICMBio).
A descoberta, conforme o coordenador, é resultado da integração e comprometimento dos diversos setores da Sema na conservação da biodiversidade. “A preservação da fauna silvestre exige uma atuação conjunta de diversos segmentos dentro da própria Sema. Esse é um exemplo prático de que as equipes do órgão ambiental trabalham em sintonia para a proteção do meio ambiente”, destacou Toledo.
Em resposta à Coordenadoria de Recursos Florestais, o proprietário da fazenda assegurou que acatará a notificação. “Ficamos felizes em poder contribuir com a preservação da ave mencionada. Vamos manter todos os indivíduos, no raio de 150 metros, em pé no local. Vamos demarcar a árvore nº 5041 e todas as árvores do seu entorno (raios de 150 m) com plaqueta de “proibido corte” para melhor sinalizar. Além disso, será orientado a equipe de exploração para não fazer trilhas de arraste nesse local”.
Plano de manejo – O manejo florestal sustentável se consolida como uma das estratégias mais robustas para manter a floresta em pé, conservar serviços ecossistêmicos e, ao mesmo tempo, gerar renda e desenvolvimento regional.
Por meio do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora), a Sema-MT consegue fazer a rastreabilidade da madeira extraída nessas áreas de manejo. Cada indivíduo possui numeração única dentro do sistema.
Mato Grosso possui cerca de 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo florestal e a meta do Programa Carbono Neutro 2035 é chegar a seis milhões.
Clênia Goreth
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
-

Mato Grosso7 dias atrásCamex rejeita provisoriamente pedido de antidumping sobre pneus agrícolas
-

Notícias6 dias atrásReflorestar lança programa de trainee para formar lideranças no campo
-

Meio Ambiente7 dias atrásPrimeira onda de frio mais intensa do ano já tem data para chegar
-

Mato Grosso2 dias atrásFrente fria em Cuiabá: Quando o termômetro cai para 13°C?
-

Pecuária6 dias atrásComissão de Pecuária da Famato informa chegada de novas vacinas contra clostridioses em maio
-

Mato Grosso7 dias atrásFPA analisa propostas sobre financiamento rural
-

Notícias5 dias atrásPolícia Civil desarticula núcleo financeiro de grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas
-

Notícias4 dias atrásSustentabilidade e desenvolvimento social norteiam palestra direcionada aos Pontos de Cultura de MT






































