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Agricultura

Novo “cérebro” das máquinas agrícolas: PTx lança receptor NAV-960 na Agrishow 2025

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Assessoria

Quem trabalha no campo sabe que cada segundo conta. Se a plantadeira atrasa, o pulverizador falha ou o trator sai da linha, o prejuízo aparece na conta no final da safra. Pensando nisso, a PTx, marca que une as tecnologias da Precision Planting e da PTx Trimble, escolheu a Agrishow 2025 para mostrar ao mundo o seu novo “cérebro” de operação no campo: o receptor NAV-960.

Essa nova geração de piloto automático é como trocar um celular antigo por um smartphone de última geração: mais rápido, mais inteligente e preparado para tudo que vem pela frente. Com estrutura reforçada, a NAV-960 aguenta tranco, calor, frio, chuva, poeira e tudo o que faz parte da rotina da lavoura.

Mas o que isso muda na prática? Imagine dirigir à noite por uma estrada de terra com faróis fracos e sem GPS. Agora, pense nessa mesma estrada com um carro moderno, farol de LED, assistente de pista e mapa atualizado. Essa é a diferença que a NAV-960 oferece para as máquinas agrícolas: ele guia com mais precisão, evita caminhos repetidos e ajuda o produtor a economizar combustível, tempo e insumos.

Além disso, o novo processador, mais potente, permite que o sistema pense mais rápido e execute tarefas com mais fluidez. Com conectividade via Wi-Fi e Bluetooth, a manutenção e atualizações podem ser feitas de forma mais simples, quase como atualizar um app no celular.

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Segundo Bruno Sartori, especialista de Marketing e Produto da PTx Trimble, a NAV-960 é mais do que um equipamento. “Ele entrega mais tempo de máquina funcionando, evita retrabalho e melhora o rendimento. É uma tecnologia que trabalha junto com o agricultor, sem complicar o uso,” explica.

Entre os destaques do receptor estão: base de alumínio fundido, resistente a poeira, água e trepidação; sistema GNSS aprimorado, que rastreia mais satélites e garante até 50% mais precisão no campo; tecnologia Trimble ProPoint® com IonoGuard™, que mantém a máquina no rumo mesmo com interferência solar; compatibilidade com os monitores GFX-350, GFX-1060 e GFX-1260; instalação descomplicada, usando os mesmos cabos da geração anterior (NAV-900).

ReClaim: menos desperdício, mais eficiência

A PTx não para por aí. Também será apresentado durante a Agrishow o ReClaim, um sistema que resolve um velho problema de quem usa pulverizador: o desperdício de produto no começo da aplicação.

Nos pulverizadores comuns, o produto leva tempo para chegar ao fim da barra. Resultado: as primeiras passadas saem mais com água do que com defensivo, o que prejudica a qualidade da pulverização. Com o ReClaim, esse “esquenta” é feito de forma inteligente: o sistema recircula o produto, preenche a barra por completo e devolve o que não for usado para o tanque.

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Segundo Douglas Melo, coordenador de Produtos da PTx, “o ReClaim elimina o desperdício logo de cara. E o melhor: pode ser instalado em pulverizadores usados, sem precisar investir em um novo equipamento”. Essa combinação de robustez com inteligência coloca a PTx entre as empresas que realmente entendem o dia a dia do campo, onde o tempo é curto, o clima é imprevisível e cada decisão impacta o resultado da colheita.

“No fim das contas, é isso que importa: tecnologia que ajuda, que funciona e que dá resultado. No campo, simplicidade e eficiência sempre valem mais do que promessa”, finaliza Melo.

Sobre a PTx

Criada em 2024, a PTx é uma marca global de soluções de agricultura de precisão. O portfólio PTx, com produtos Precision Planting e PTx Trimble, entrega soluções agrícolas de precisão totalmente compatíveis com todas as marcas do mercado e abrangem as necessidades dos agricultores em todo o ciclo da cultura – conectando, controlando, orientando e gerenciando dados. As soluções PTx de retrofit e de fábrica apoiam o agricultor a tornar seu negócio mais rentável, são plataformas que se comunicam entre si e contribuem no aumento de produtividade, redução de custos e potencialização de recursos. Para mais informações, visite: www.ptxag.com

Sobre a AGCO

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AGCO (NYSE: AGCO) é líder global no design, fabricação e distribuição de máquinas agrícolas e tecnologia de agricultura de precisão. A AGCO oferece valor para agricultores e clientes OEM por meio de seu portfólio de marcas diferenciadas, incluindo marcas principais como Fendt®, Massey Ferguson®, PTx e Valtra®. A linha completa de equipamentos, soluções de agricultura inteligente e serviços da AGCO ajuda os agricultores a alimentar o mundo de forma sustentável. Fundada em 1990 e com sede em Duluth, Geórgia, EUA, a AGCO registrou vendas líquidas de aproximadamente 11,7 bilhões de dólares em 2024. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

Grasieli Aline de Souza

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Girassol inicia colheita e mantém preços no RS

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Foto: Divulgação

 

A colheita de girassol teve início em áreas do Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1). Na região administrativa de Bagé, produtores de São Borja começaram a retirar a cultura do campo, com cerca de 20% das lavouras já com o ciclo concluído.

A área cultivada no município soma 2.000 hectares, com expectativa de produtividade de 1.800 quilos por hectare e preço em torno de R$ 125,00 por saca de 60 quilos. Segundo o levantamento, “os produtores de São Borja estão em início de colheita”, indicando o avanço dos trabalhos nesta etapa da safra.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área plantada com girassol alcança aproximadamente 1.800 hectares, volume que representa o dobro do inicialmente estimado. A produtividade projetada é de 1.830 quilos por hectare. O Informativo Conjuntural aponta que “1% das lavouras está em enchimento de grãos, 75% em maturação e 24% já colhidos”. O preço apresentou elevação na região e foi cotado em R$ 126,13 por saca de 60 quilos, refletindo a movimentação do mercado no período.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Produtores ampliam sorgo como alternativa ao milho

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Foto: Pixabay

A semeadura do sorgo avança na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, com destaque para o município de São Borja, mesmo diante do registro de chuvas irregulares. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1).

De acordo com o levantamento, a previsão é de cultivo de 5.000 hectares na região, com “95% das áreas já implantadas”. O documento aponta que os produtores acompanham o desenvolvimento da cultura ao longo da implantação da safra.

O Informativo registra ainda que o sorgo tem sido adotado como alternativa ao milho por ser considerado “uma opção de menor custo e risco ambiental”, mantendo os benefícios de uma gramínea de verão no sistema de rotação de culturas.

AGROLINK – Seane Lennon

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Safra de cebola confirma produção, mas frustra preços

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Foto: Pixabay

 

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1), a colheita da cebola avança nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com bom desempenho produtivo, mas preços abaixo do esperado para os agricultores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o ciclo da cultura ocorreu de forma mais tardia em relação às safras anteriores. A colheita foi concluída, e o produto apresentou calibre e produtividade considerados satisfatórios. No entanto, o valor pago ao produtor voltou a frustrar as expectativas. Segundo o levantamento, “o preço pago ao produtor ficou muito aquém do esperado, prejudicando a viabilidade econômica”. Os valores variam de R$ 0,80 a R$ 1,10 por quilo para cebola classificada como caixa 3, sem beneficiamento.

Ainda na região, em Caxias do Sul, a colheita segue em ritmo acelerado, mas os preços permanecem baixos, com remuneração em torno de R$ 1,00 por quilo ao produtor. Na Ceasa, a cebola é comercializada por cerca de R$ 2,00 o quilo.

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Na região de Pelotas, os principais municípios produtores são São José do Norte, com 1.440 hectares, Tavares, com 225 hectares, e Rio Grande, com 200 hectares, totalizando 1.865 hectares cultivados. Em São José do Norte, a colheita alcança aproximadamente 90% da área plantada, confirmando boa produtividade. A comercialização está em andamento, com cerca de metade da produção já vendida. O Informativo aponta, contudo, queda nos preços e variações entre as praças de comercialização, atribuídas a fatores locais, como acesso aos mercados, tipo de venda e volume disponível.

Já nos municípios de Herval e Pedras Altas, as lavouras destinadas à produção de sementes encontram-se em plena floração, com desenvolvimento e sanidade adequados. A expectativa é de rendimentos satisfatórios ao final do ciclo.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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